Comissão Ajufe Mulheres apresenta dados de pesquisa ao STF, STJ e CNJ

    Na tarde desta quarta-feira (9/3), a Comissão Ajufe Mulheres reuniu-se com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, com o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis, e com a conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desembargadora federal Salise Sanchotene.

    Durante os encontros, a Ajufe apresentou o resultado da pesquisa “Quem estamos empoderando? Indicadores e Tendências sobre Diversidade Judicial em Cortes Constitucionais”, realizada pela Universidade de Oxford com apoio da Ajufe e da Comissão.

    Participaram dos encontros representando a Ajufe o presidente, Eduardo André Brandão, a vice-presidente na 5ª Região e coordenadora da Comissão Ajufe Mulheres, Camila Pullin, a secretária-geral, Clara Mota, e pelas juízas federais e membros da Comissão, Marcelle Ragazoni, Tani Wurster, Adriana Cruz, Priscilla da Costa Corrêa, Natália Luchini, Mara Lina Silva do Carmo, Janaina Cassol Machado, Maria Cândida Carvalho Monteiro de Almeida, Liz Corrêa de Azevedo e Julia Cavalcante Silva Barbosa.

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    Portfólio Ajufe Mulheres: clique aqui

    Comissão Ajufe Mulheres promove ações no Dia Internacional da Mulher

    Nessa terça-feira (8), Dia Internacional da Mulher, a Comissão Ajufe Mulheres realizou uma coletiva de imprensa para apresentar o resultado de uma pesquisa conjunta com a Universidade de Oxford (Inglaterra) sobre a participação feminina dentro das cortes constitucionais no mundo.

    O estudo “Quem estamos empoderando? Indicadores e Tendências sobre Diversidade Judicial em Cortes Constitucionais” levantou dados e apontou as principais tendências sobre a diversidade na composição e supremas cortes nas democracias americanas e europeias nos últimos 21 anos.

    Além de coletar informações sobre diferentes tipos de diversidade, tais como aquelas relacionadas à identidade (gênero, raça ou etnia e idade), bem como ligadas às experiências e à origem socioeconômica de magistrados (background acadêmico e profissional, origem familiar), o levantamento também indica as formas de acesso, reconhecimento de pares, promoção interna, permanência e motivos de saída dessas minorias sociais, culturais ou econômicas, e possíveis tendências para futuros aprofundamentos.

    O trabalho da Comissão Ajufe Mulheres e os dados das pesquisas foram apresentados pela vice-presidente da Ajufe na 5ª Região e coordenadora da Comissão, Camila Pullin, pela secretária-geral da Ajufe, Clara Mota, e pelas magistradas e membros da Comissão, Tani Wurster e Adriana Cruz. Representando a Universidade de Oxford participou a professora e pesquisadora Karina Denari (UERJ/FGV).

    Acesse a pesquisa: https://bit.ly/3HPvMc0
    Veja o estudo da Comissão Ajufe Mulheres sobre a participação feminina na Magistratura Federal: https://bit.ly/3sUbWrG
    Confira as fotos da coletiva de imprensa: https://bit.ly/3J0IMgq

     

    O dia da Comissão - A Comissão Ajufe Mulheres aproveitou o Dia Internacional da Mulher para se reunir com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, e com o ministro Gurgel de Faria, também do STJ.

    Os encontros tiveram o propósito de apresentar os estudos realizados pela Comissão e pela Universidade de Oxford, além de reforçar a necessidade da maior participação feminina dentro das cortes de 1º e 2º grau.

    Participaram do encontro representando a Comissão as magistradas federais Camila Pullin (coordenadora da Comissão), Priscilla da Costa Corrêa, Natália Luchini, Mara Lina Silva do Carmo, Janaina Cassol Machado, Maria Cândida Carvalho Monteiro de Almeida, Liz Corrêa de Azevedo e Julia Cavalcante Silva Barbosa. A professora e pesquisadora Karina Denari, uma das responsáveis pela pesquisa de Oxford, também participou dos encontros.

    montagem mulheres

     

     


    Veja a repercussão na imprensa:
    Estadão: https://bit.ly/3sX56Sc
    FolhaPress: https://bit.ly/3vSh7KF
    Correio Braziliense: https://bit.ly/34s7o2x
    JOTA: https://bit.ly/3Cw26Qe
    Conjur: https://bit.ly/3vRV1rG
    TV Justiça: https://bit.ly/3sXtmnz
    Portal Juristec: https://bit.ly/35BJVMZ

    Nota de pesar – Augusto Marques de Sousa

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) recebe com pesar a notícia do falecimento de Augusto Marques de Sousa, pai do desembargador federal Marcos Augusto de Sousa, no último domingo (6).

    O sepultamento ocorrerá em Nova Glória, no interior de Goiás, nesta segunda-feira (7/3), às 17h30.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    #PodcastAjufe: Especial | Mês das Mulheres - "Elas Abriram Caminhos (Episódio 1) - Maria Stella Villela Souto Lopes Rodrigues

    Durante o mês de março, traremos uma vez por semana a trajetória de magistradas que foram pioneiras no Poder Judiciário. Neste primeiro episódio, as juízas federais Madja Moura e Sandra Chalu conversam com o também magistrado, Paulo Cesar Villela Souto. Ele é filho da primeira mulher a ser promovida desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Maria Stella Villela Souto Lopes Rodrigues, que se aposentou em 1999 e faleceu em 2020.

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    No dia da mulher, Ajufe e Universidade de Oxford apresentam retrato sobre diversidade nos tribunais

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) em parceria com a Universidade de Oxford no Reino Unido apresenta nesta 3a feira (8/3), data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, uma pesquisa inédita que aponta os Indicadores e Tendências sobre a Diversidade na composição de cortes constitucionais e supremas cortes.

    O evento de lançamento da pesquisa acontecerá na sede da Ajufe, às 10h, e contará com juízas que compõem a Comissão Ajufe Mulheres. Na oportunidade, as magistradas apresentarão os dados à imprensa e tornarão públicas as informações.

    O estudo é focado nas democracias americanas e europeias dos últimos 21 anos (2000-2021) e retratou o atraso do Brasil na busca por representatividade dentro dos tribunais.

    Os pesquisadores coletaram ainda informações sobre diferentes tipos de diversidade, tais como aquelas relacionadas à identidade (gênero, raça ou etnia e idade), bem como ligadas às experiências e à origem socioeconômica de magistrados (background acadêmico e profissional, origem familiar). O levantamento também indica as formas de acesso, reconhecimento de pares, promoção interna, permanência e motivos de saída dessas minorias sociais, culturais ou econômicas, e possíveis tendências para futuros aprofundamentos.

    Para a coordenadora da Ajufe Mulheres, Clara Mota, é cada vez mais necessário que se fomente discussões sobre representatividade na sociedade.

    “Esses dados contribuem para a melhor compreensão de como se dá a diversidade judicial nos tribunais e os fatores que a moldam, além de fornecer informações importantes sobre boas práticas advindas de experiências estrangeiras que podem contribuir para o aprimoramento das nossas políticas de diversidade”, explica.

     

     


    Serviço
    Lançamento da pesquisa sobre diversidade Ajufe e Universidade de Oxford

    Data: 8 de março de 2022

    Hora: 10h

    Local: Sede da Ajufe (SHS Quadra 6, bloco E, salas 1305 a 1311, Complexo Brasil 21, Brasília)

    Contato: João Pedro Carvalho (61 98452-4640) ou Samuel Figueiredo (61 99971-0873)

    Associado da Ajufe é nomeado presidente do Conselho de Assuntos Gerais e Política da Conferência d'A Haia de Direito Internacional Privado

    O juiz federal Marcelo De Nardi foi eleito presidente do Conselho de Assuntos Gerais e Política da Conferência d'A Haia de Direito Internacional Privado (HCCH). A posse, em formato virtual, ocorre nesta sexta-feira (3), com a transmissão exclusiva aos participantes.

    De Nardi, que também integra a Comissão de Direito Aeronáutico da Ajufe, é o primeiro latino-americano a assumir tal posição dentro da HCCH. "Agradeço ao Governo Brasileiro pela indicação e pelo apoio diplomático, que confiou em minha capacidade para concorrer à posição, aumentando a visibilidade internacional do Brasil e a representatividade regional na HCCH”.

    A Conferência tem o objetivo de unificar as normas de direito internacional privado. Atualmente, a HCCH é composta por 90 Estados e pela União Europeia, mas seus instrumentos abrangem mais de 150 países.

    #PodcastAjufe: Entrevista | Perícias médicas em atraso

    A edição deste mês do quadro Entrevista, no Podcast Justiça Federal em Debate, é sobre o atraso no pagamento das perícias médicas. Entenda o que está acontecendo, as possíveis soluções e o que a Ajufe está fazendo. Para falar sobre o tema, convidamos o juiz federal Caio Marinho, vice-presidente da Ajufe na 1ª Região.

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    Ajufe realiza 7ª edição da Expedição da Cidadania em Barra do Quaraí (RS)

    Entre os dias 21 e 25 de março ocorre a sétima edição da Expedição da Cidadania, uma das ações sociais realizada pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), no município de Barra do Quaraí, no interior do Rio Grande do Sul.

    O projeto busca levar a presença da Justiça Federal e de serviços básicos a regiões de difícil acesso, que fiquem distantes dos fóruns ou centros urbanos, às populações carentes de serviços ou com dificuldade de locomoção.

    O objetivo da Expedição em Barra do Quaraí será atender a população, oferecendo serviços de assistência social, expedição de documentos de identidade, informações sobre ajuizamento de ações e orientação da população sobre benefícios previdenciários e direitos.

    Para a juíza federal, coordenadora da sétima Expedição, Janaina Martins Pontes, a escolha do município de Barra do Quaraí envolve a identificação da dificuldade de acesso à justiça no local e a falta de hospitais na cidade.

    “Por ser uma região de fronteira e carente de hospitais, identificou-se que as pessoas nascem de pai e mãe brasileiros nas cidades próximas, sem ter a chance de regularizar o registro e optar pela nacionalidade brasileira. A 7ª Expedição da Cidadania vai possibilitar a emissão de documentos e a orientação da população local sobre o exercício de direitos, seja por meio de oficinas, de serviços de saúde, de requerimento de benefícios previdenciários e ajuizamento de demandas. É o acesso à Justiça por meio de múltiplas ações”, explica.

    Já para o juiz federal e também coordenador, Lademiro Dors Filho, a estreia da Expedição em solo gaúcho não podia ser em outra cidade. “Barra do Quaraí, que fica a quase 700km da capital gaúcha e 70km de Uruguaiana, talvez pela distância dos grandes centros, muitos serviços públicos básicos não estão sendo devidamente prestados à comunidade local”.

    E concluiu: “a Expedição será um importante marco para a cidade de Barra do Quaraí e toda a região, pois trará consequências duradouras e poderá ser um início da estruturação de todos os serviços públicos necessários para o exercício efetivo da cidadania”.

    Para a edição de 2022, a Expedição contará com o apoio logístico, de segurança e serviço médico do Exército brasileiro, a participação do INSS instruindo sobre benefícios previdenciários e do Instituto-Geral de Perícias (IGP) para a emissão de RG. Ainda apoiam o evento a Polícia Federal, a DPU, a OAB, a Seção Judiciária do Rio Grande do Sul, Subseção Judiciária de Uruguaiana e o SEST/SENAT com oficinas de educação no trânsito, higiene e alimentação.

    A Expedição - A Expedição da Cidadania é uma ação social, criada em 2009 pela Ajufe, com a finalidade de levar Justiça e serviços básicos às populações de localidades de difícil acesso. A ação já passou pelos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Paraná, Piauí e Maranhão.

    O projeto busca também sensibilizar os órgãos públicos e a sociedade civil da necessidade de serem empreendidas iniciativas sociais, engajando todo o povo brasileiro em uma corrente de assistência e solidariedade, buscando garantir o mínimo existencial, material e jurídico, necessário à vida digna de todo o cidadão brasileiro, independentemente de quais sejam os agentes envolvidos.

     


    SERVIÇO
    7ª Expedição da Cidadania
    Data: 21 a 25 de março de 2022
    Local: Ginásio da cidade de Barra do Quaraí (RS)

    #PodcastAjufe: Mulheres em Debate | Episódio 7 – Julgamento com perspectiva de gênero

    O quadro Mulheres em Debate traz uma entrevista com a advogada Fabiana Severi, professora do Departamento de Direito Público da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) e do Programa de Mestrado da mesma instituição. O bate-papo, mediado pela juíza federal Alcioni Escobar, fala sobre julgamento com perspectiva de gênero. No ano passado, o CNJ recomendou a adoção do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, que ajuda a compreender o que é julgar com perspectiva de gênero e porque isso é tão importante e necessário.

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    #PodcastAjufe: Grandes Julgamentos | O Caso Pinheiro como exemplo para resolução de Macrolitígios

    No quadro “Grandes Julgamentos” deste mês, vamos falar sobre a atuação do juiz federal Frederico Wildson da Silva Dantas, da 3ª Vara da Justiça Federal de Alagoas, no que ficou conhecido como “Caso Pinheiro”. A ameaça de uma tragédia sem precedentes assombra desde 2018 os moradores de quatro bairros de Maceió (AL), onde o afundamento gradual da superfície de parte da cidade, devido à extração de sal-gema realizada no subsolo da capital alagoana, já provocou tremores de terra e colocou em risco a vida de 40 mil pessoas. Ouça agora!

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    Ajufe promove 6º Fórum Nacional de Conciliação e Mediação (Fonacom)

    Entre os dias 14 e 16 de março, ocorre a sexta edição do Fórum Nacional de Conciliação e Mediação (Fonacom), que neste ano discutirá “A Justiça Federal na pós-pandemia: experiências e desafios da conciliação e mediação”. O evento é uma realização da Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE), e acontece na capital alagoana, Maceió.

    A programação do VI Fonacom conta com palestras de magistrados federais, ministros e professores sobre conciliações em programas de habitação, demandas repetitivas, processos estruturais e a apresentação de boas práticas que foram implementadas dentro da Justiça Federal.

    Além disso, os participantes se dividirão em grupos temáticos para debater sobre as seguintes áreas: INSS, empresas públicas (CEF), conflitos coletivos e formação e remuneração de conciliadores e mediadores. Os participantes ainda terão uma palestra sobre caso Pinheiro/Braskem, que resultou na desocupação da população do bairro Pinheiro.

    Ao final, os enunciados e recomendações que forem aprovadas em plenária serão encaminhados ao Comitê Gestor de Conciliação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

     

    Veja a programação completa:

    Programação provisória

     

    14/03/2022

    18h - Cerimônia de abertura

    19h - Palestra Magna

     

    15/03/2022

    9h Painel 1 - Conciliação em programas habitacionais e CEF

    10h Painel 2 - Conciliação em processos estruturais e demandas repetitivas/Manual de Conciliação

    11h Boas práticas

    14h Grupos de discussão de enunciados ***

    16h Palestra caso Pinheiro/Braskem

     

    16/03/2022

    9h Plenária - votação de enunciados e recomendações

    11h Encerramento

     

     

    *** enunciados e recomendações aprovados podem ser encaminhados ao Comitê Gestor de Conciliação para aprovação pelo CNJ.

    Conciliação e Mediação na Justiça Federal

    No próximo mês, entre 14 e 16 de março, a Ajufe realiza a 6ª edição do Fórum Nacional de Conciliação e Mediação (FONACOM). O fórum tem por finalidade discutir e difundir as experiências exitosas na área da autocomposição – conciliação e mediação – realizadas pelos juízes federais nas cinco regiões, e promover debates em grupos temáticos relacionados às práticas autocompositivas para, ao final, expedir enunciados e recomendações que são aprovados em sessão plenária. Afinal, o que é e qual a diferença entre mediação e conciliação?

     

    Veja a programação do 6º FONACOM.

     

    Mediação

    De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Mediação é uma forma de solução de conflitos na qual uma terceira pessoa, neutra e imparcial, facilita o diálogo entre as partes, para que elas construam, com autonomia e solidariedade, a melhor solução para o conflito.

    Em regra, é utilizada em conflitos multidimensionais ou complexos, como naqueles em que existem uma relação preexistente entre as partes gerando um conflito que dificulta o diálogo entre elas. A Mediação é um procedimento estruturado, não tem um prazo definido e pode terminar ou não em acordo, pois as partes têm autonomia para buscar soluções que compatibilizem seus interesses e necessidades.

     

    Conciliação

    Já a Conciliação é um método utilizado em conflitos mais simples, ou restritos, no qual o terceiro facilitador geralmente adota uma posição mais ativa, porém neutra e imparcial com relação ao conflito. É um processo consensual breve, que busca uma efetiva harmonização social e a restauração, dentro dos limites possíveis, da relação social das partes. A Conciliação é usada em casos como os dos mutuários ou "gaveteiros", executados, beneficiários, demais partes contrapostas aos órgãos públicos e seus representantes legais.

    As duas técnicas são norteadas por princípios como informalidade, simplicidade, economia processual, celeridade, oralidade e flexibilidade processual. Os mediadores e conciliadores atuam de acordo com princípios fundamentais estabelecidos na Resolução nº 125/2010 do CNJ:  confidencialidade, decisão informada, competência, imparcialidade, independência e autonomia, respeito à ordem pública e às leis vigentes, empoderamento e validação.

    Segundo a Lei nº 13.140/2015, a Lei da Mediação, que dispõe sobre a mediação como meio de solução de controvérsias entre particulares e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública, “considera-se mediação a atividade técnica exercida por terceiro imparcial sem poder decisório, que, escolhido ou aceito pelas partes, as auxilia e estimula a identificar ou desenvolver soluções consensuais para a controvérsia”. De forma resumida: na mediação, o mediador ajuda na restauração do diálogo entre as partes, mas são as partes as responsáveis por chegarem a uma solução satisfatória aos dois lados. Na conciliação, o conciliador participa mais efetivamente dessa construção, podendo inclusive sugerir soluções.

     

    Histórico da Mediação e Conciliação na Justiça Federal

    A partir de 2002, é possível observar práticas de conciliação, organizadas, desenvolvidas no âmbito da Justiça Federal, em processos relativos ao Sistema Financeiro de Habitação (SFH) vinculados à Subseção Judiciária de Maringá (PR). Posteriormente, com a instalação dos JEFs, previstos na Lei nº 10.259/2001, as conciliações se expandiram para as ações previdenciárias.

    Assim como ocorreu na Justiça Estadual, na qual setores de conciliação já existiam antes da Resolução nº 125/2010 do Conselho da Nacional de Justiça (CNJ), na Justiça Federal, os meios consensuais também já estavam presentes antes da referida Resolução, embora esta tenha sido um marco relevante em termos de institucionalização das práticas de conciliação e mediação em âmbito nacional.

    A Resolução nº 125/2010 do CNJ foi editada para dispor sobre a “Política Judiciária Nacional de Tratamento Adequado dos Conflitos de Interesse no âmbito do Poder Judiciário” e contribuiu para importantes passos voltados à institucionalização da mediação e da conciliação, além de difusão, sistematização e aprimoramento das práticas consensuais que já eram adotadas no Judiciário. A Resolução partiu da premissa de que os métodos consensuais são uma porta de acesso à Justiça tão relevante quanto a decisão judicial.

    O papel da Resolução nº 125 do CNJ foi extremamente relevante, especialmente naquele momento em que não havia marcos legais sobre a mediação. Além de trazer um Código de Ética, a Resolução estabeleceu parâmetros para a capacitação de conciliadores e mediadores judiciais, buscando assegurar a realização da conciliação e mediação de conflitos em todo o País, ao determinar que os órgãos judiciários oferecessem, além da solução jurisdicional dos conflitos, mecanismos de resolução consensual de controvérsias entre as partes, bem como a prestação de atendimento e orientação aos cidadãos, com a criação de Núcleos e Centros de Solução de Conflitos e Cidadania.

    Vale destacar, ainda, outras duas Resoluções aprovadas em 2016 pelo Conselho da Justiça Federal (CJF), confirmando a importância que os meios consensuais assumiram na Justiça Federal: a Resolução nº 398, que dispõe sobre a Política Judiciária de solução consensual dos conflitos de interesses no âmbito da Justiça Federal e, em linhas gerais, complementa a Resolução nº 125/2010 do CNJ, com as devidas adaptações à realidade desse segmento da Justiça; e a Resolução nº 397, que institui o Fórum Nacional Previdenciário e da Conciliação, criando ambiente propício para o debate interinstitucional, em âmbito nacional, entre o Judiciário e entidades ligadas à Previdência Social, como, entre outras, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Defensoria Pública da União (DPU).

    A Lei de Mediação (Lei n. 13.140/2015) e o Código de Processo Civil (CPC/2015) vigente foram marcos legais importantes para os meios consensuais. Embora não se possa correlacionar que mudanças culturais ocorram a partir de imposições legislativas, elas costumam provocar impacto na institucionalização da mediação e da conciliação, tratando de princípios e garantias básicas que devem ser resguardadas, como a imparcialidade do mediador, a autonomia de vontade, a confidencialidade, a informalidade, dentre outros previstos no art. 166 do CPC e no art. 2o da Lei de Mediação.

    Nesse sentido, é importante frisar que a presença da mediação e da conciliação na Justiça Federal teve expressivo impulso com a edição do novo CPC, que, a partir do art. 3º, fez com que os operadores do Direito compreendessem a necessidade de realizar verdadeira adesão ao chamado sistema multiportas, privilegiando a solução pacificadora, em substituição à solução estatal heterocompositiva. O novo CPC reforçou a importância da conciliação e da mediação para o ordenamento jurídico brasileiro.

     

    Conciliação e mediação na pandemia

    No ano passado (2020), no auge da crise imposta pela Covid-19, cerca de 76 mil brasileiros procuraram os TRFs para que fosse reconhecido o direito ao recebimento do auxílio emergencial, política pública de distribuição de renda mínima do governo federal aos brasileiros mais vulneráveis durante a pandemia do coronavírus,

    Os cinco Tribunais Federais do País realizaram ações conjuntas, e isoladas, a fim de informar a população sobre o direito ao auxílio emergencial e como fazer para recorrer naqueles casos em que o benefício não foi autorizado pelo governo.

    Na 1ª Região, cerca de 18.660 pessoas buscaram o sistema de justiça para ter o direito ao auxílio reconhecido. No RJ e ES, a 2ª Região, foram 12.229 pedidos. Na 3ª Região, 20.485. 4ª e 5ª Regiões, 18.975 e 7.876 respectivamente.

      

    Quem pode e como fazer a solicitação de conciliação/mediação?

    O cidadão poderá fazer a solicitação ao Tribunal de sua região, preenchendo um formulário com seus dados ou enviando os dados e nº do processo a um e-mail indicado, quando for o caso. Abaixo, veja a informação pertinente a cada TRF.

     

    TRF1 – Quero conciliar – SistCon

    O Sistema de Conciliação da Justiça Federal da 1ª Região - SistCon oferece às partes e aos advogados a possibilidade de conciliação em qualquer processo que esteja no TRF1, originário ou em grau de recurso, com exceção dos feitos criminais e dos que se encontram na Coordenadoria de Execução Judicial – COREJ (Precatórios e Requisições de Pequeno Valor/RPV).

    Para mais informações ou acessar o sistema de conciliação, clique aqui: https://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/institucional/conciliacao/quero-conciliar/quero-conciliar.htm.

     

    TRF2 – Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos  - NPSC2

    O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NPSC2) é o órgão do TRF2 responsável pelo planejamento de métodos não adversariais de solução de conflitos nas demandas entre cidadãos e entes públicos, e também pelo desenvolvimento de atividades voltadas à informação sobre direitos e desenvolvimento da cidadania plena. Tem por missão promover a cultura da paz social, procedendo de acordo com os parâmetros da Resolução nº 125/2010, do CNJ. Além do NPSC2, o TRF2 atua, diariamente, através de seus órgãos de execução: o CESOL-RJ e o CESCON-ES.

    O Núcleo de Conciliação está atendendo, provisoriamente, em razão da Resolução TRF2 nº 08/2022, de forma presencial, no horário de 12 às 16h e por meio do e-mail:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

     

    TRF3 – Concilie seu processo

    O canal ‘Concilie seu processo’ serve para você solicitar uma audiência processual (quando o caso já está na Justiça) ou pré-processual (antes do processo ser instaurado). Os e-mails do Gabinete da Conciliação são: ‎Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. (se a outra parte for o INSS) ou ‎Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. (demais casos). Para o e-mail indicado, deverão ser enviados os seguintes documentos: 1) Número do processo (se já houver processo) / 2) Nome da parte / 3) CPF/CNPJ da parte / 4) Nome da outra parte / 5) Número do contrato (se houver) / 6) Dados para contato: endereço, e-mail e telefone

    Há disponível, também, lista com contatos diretos dos Centros de Conciliação em todo o Estado de São Paulo. Acesse aqui: https://www.trf3.jus.br/conciliar.

     

    TRF4 – Sistema de Conciliação da 4ª Região – SistCon

    Para o TRF4, o cidadão pode solicitar a conciliação de três formas diferentes, sendo a) por meio de uma petição do advogado constituído nos autos; b) por meio de um e-mail enviado para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., contendo nome completo, CPF, nº do processo, telefone, informando que tem interesse de que seja verificada a possibilidade de conciliação. Não são cobradas taxas ou custas judiciais de qualquer tipo, na prestação deste tipo de serviço; e c) Os próprios órgãos públicos também podem triar os processos que serão pautados em audiências de conciliação, por meio de uma análise prévia do contrato e solicitar a audiência. 

     

    TRF5 – Sistema Quero Conciliar!

    Os cidadãos que residem na 5ª região deverão acessar o sistema “Quero Conciliar!” e preencher o formulário disponível. O gabinete da conciliação examinará o seu requerimento, entrará em contato com o juiz ou desembargador responsável pelo processo e lhe informará, no menor tempo possível, a possibilidade de conciliação. Preencha corretamente os dados constantes do formulário, especialmente o nome, o número do processo e o endereço eletrônico e fique atento(a) ao seu e-mail. Acesse o "Sistema Quero Conciliar!" em: https://www5.trf5.jus.br/quero-conciliar/

     

    Marcos

    2002 – Primeiras práticas de conciliação, de forma organizada, na Justiça Federal (processos relativos ao Sistema Financeiro de Habitação – SFH vinculados à Seção Judiciária de Maringá (PR).

    2006 – Semana Nacional da Conciliação, campanha anual do CNJ, que envolve os Tribunais de Justiça, Tribunais do Trabalho e Tribunais Federais, e em 2021 realizou sua 16ª edição.

    2010 – Resolução nº 125/2010 do CNJ, que dispõe sobre a Política Judiciária Nacional de tratamento adequado dos conflitos de interesses no âmbito do Poder Judiciário

    2015 – Lei de Mediação (Lei nº 13.140/2015), que dispõe sobre a mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública

    2016 - Resolução nº 397 do CJF, que institui o Fórum Nacional Previdenciário e da Conciliação, criando ambiente propício para o debate interinstitucional, em âmbito nacional, entre o Judiciário e entidades ligadas à Previdência Social, como, entre outras, o INSS, a AGU e a DPU.

    2016 – Resolução nº 398/2016 do CJF, que dispõe sobre a Política Judiciária de solução consensual dos conflitos de interesses no âmbito da Justiça Federal e, em linhas gerais, complementa a Resolução nº 125/2010 do CNJ, com as devidas adaptações à realidade desse segmento da Justiça.

    2016 - Em março de 2016, entrou em vigor o novo CPC, que trouxe diversas inovações ao sistema processual brasileiro, passando a prever, em seu artigo 334, a realização de audiência de conciliação obrigatória, com atuação necessária do conciliador ou mediador, onde houver. A obrigatoriedade da reunião das partes para tentativa de conciliação apenas foi ressalvada quando: a) todas as partes envolvidas no processo manifestarem desinteresse na composição consensual, ou b) a lide não admitir a autocomposição.

    2020/2021 – Mediação/conciliação, ainda que realizadas de forma remota, como uma das principais vias de acesso à justiça (auxílios emergenciais negados) durante a pandemia imposta pela Covid-19.

     

    Veja a programação completa e saiba mais sobre o 6º FONACOM: https://www.ajufe.org.br/imprensa/noticias/16614-ajufe-promove-vi-forum-nacional-de-conciliacao-e-mediacao-fonacom


    Material baseado em informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1);  do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2); do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3); do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) e do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5); e do livro “Manual de Conciliação da Justiça Federal”, de autoria de Bruno Takahashi, Daldice Daldice Maria Santana de Almeida, Daniela Monteiro Gabbay e Maria Cecília de Araujo Asperti.

    Nota de pesar – Delvino Bigolin

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) recebe com pesar a notícia do falecimento de Delvino Bigolin, pai do juiz federal Giovani Bigolin.

    O velório será realizado na Capela B do Hospital de Caridade, em Erechim (RS), a partir das 17h desta sexta-feira (18).

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    Senado aprova garantia de custeio de perícias do INSS pelo Executivo Federal

    O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (9), o projeto que prorroga até o fim de 2024 a garantia de custeio das perícias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Essas perícias são necessárias nos processos judiciais que envolvem benefícios por incapacidade e serão custeadas pelo Poder Executivo federal. O PL 4491/2021, de autoria do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), foi relatado pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS) e agora segue para a análise da Câmara dos Deputados.

    O presidente da Ajufe, Eduardo André, e o vice presidente da 1ª Região, Caio Marinho, acompanharam a votação no Plenário do Senado e mantiveram conversas com os senadores sobre o tema.

    “Para os jurisdicionados da Justiça Federal, a regularização do pagamento das perícias é essencial. Com o término do prazo da Lei 13.876/2019, estamos desde 23 de setembro do ano passado impossibilitados de garantir a regular tramitação dos processos de auxílio doença, aposentadoria por invalidez e Loas. A Ajufe acompanha com grande atenção as discussões legislativas sobre o melhor encaminhamento do tema”, afirma Caio Marinho.

    Foto: Roque de Sá/Agência Senado

    #PodcastAjufe: Entrevista - Mediação e Conciliação

    A edição deste mês do quadro Entrevista, no Podcast Justiça Federal em Debate, é sobre mediação e conciliação: conceitos, histórico, quem e como solicitar.
     
    Para falar sobre o tema, convidamos o juiz federal Bruno Takahashi. Ouça agora!

     

    Spotify Podcasts: https://open.spotify.com/show/5pKFXOvxIsSyyArjv92cNX

    Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/br/podcast/justi%C3%A7a-federal-em-debate/id1540292656

    Google Podcasts: https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8zZWQ2OTkyNC9wb2RjYXN0L3Jzcw

    Deezer Podcasts: https://www.deezer.com/br/show/1971412

    TuneIn: https://tunein.com/podcasts/News--Politics-Podcasts/Justica-Federal-em-Debate-p1383114/

    Comissão Ajufe Mulheres se reúne com Conselheira Salise Sanchotene do CNJ

    A secretária-geral da Ajufe, Clara Mota, a vice-presidente da 5ª Região e coordenadora da Comissão Ajufe Mulheres, Camila Pullin, e a juíza federal Tani Wurster, integrante da Comissão, se reuniram na tarde desta quarta-feira (09) com a Conselheira do CNJ, Salise Sanchotene.

    Entre os temas tratados estão a Resolução Nº 255 de 04/09/2018 do CNJ que institui a Política Nacional de Incentivo à Participação Feminina no Poder Judiciário, e estabelece que todos os ramos e unidades do Poder Judiciário deverão adotar medidas tendentes a assegurar a igualdade de gênero no ambiente institucional, propondo diretrizes e mecanismos que orientem os órgãos judiciais a atuar para incentivar a participação de mulheres nos cargos de chefia e assessoramento, em bancas de concurso e como expositoras em eventos institucionais.

    A prevenção ao assédio no Judiciário e o trabalho da Comissão Ajufe Mulheres também foram pautas do encontro. “A conselheira recebeu a Comissão de forma muito gentil e se colocou à disposição para trabalhar os temas de interesse das mulheres no Poder Judiciário”, afirma Clara Mota.

    Salise Monteiro Sanchotene é nascida em Itaqui (RS) e formada em Ciências Jurídicas e Sociais pela PUC/RS. Ela tem especialização em Direito Penal pela Universidade de Brasília e é doutora em Direito Público e Filosofia Jurídica pela Universidad Autónoma de Madrid, na Espanha. Ingressou na magistratura federal em 1993 e já atuou como juíza auxiliar na Presidência do Supremo Tribunal Federal (2007-2008) e na Corregedoria Nacional de Justiça (2008-2010). Em 2016, ela ascendeu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no qual atualmente ocupa as funções de Vice-Corregedora Regional e integrante da 7ª Turma, especializada em Direito Penal. Em 28 de dezembro de 2021, tomou posse para um mandato de dois anos no Conselho Nacional de Justiça.

    Foto: Acervo TRF4

    Revista Justiça e Cidadania - 258

    A Revista Justiça & Cidadania, edição nº 258 de fevereiro, traz como matéria de capa a entrevista com o desembargador José Laurindo de Souza Netto, presidente do novo Conselho de Presidentes de Tribunais de Justiça.

    A edição traz ainda, no espaço Ajufe, um artigo do juiz federal Ivanir Ireno, diretor jurídico da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), que aplaude a decisão de criar o Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6), com jurisdição em Minas Gerais, a partir do desmembramento do TRF1.

    Acesse: https://www.editorajc.com.br/edicao/258/

    Boa leitura!

    Jurista brasileiro toma posse como juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos

    Nessa segunda-feira (7), o advogado Rodrigo Mudrovitsch foi empossado ao cargo de juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA). Mudrovitsch, de 36 anos, foi o mais votado para o cargo com 19 dos 24 votos possíveis e se tornou o jurista brasileiro mais jovem a tomar posse na CIDH. O mandato é até 2027.

    Rodrigo Mudrovitsch é graduado e tem mestrado pela Universidade de Brasília (UnB), preside a Comissão Especial de Direito Penal da OAB Nacional e é membro das comissões de Estudos Constitucionais e de Defesa da República e da Democracia.

    A Ajufe parabeniza o novo magistrado da CIDH, que tem como premissa a missão de zelar pelos direitos humanos nas Américas.

    Curso promovido pela Universidade de Pisa sobre Direitos Fundamentais chega ao fim

    Nesta sexta-feira (4), ocorreu o encerramento do curso de formação em “Justiça Constitucional e Tutela Jurisdicional dos Direitos Fundamentais”, organizado pela Universidade de Pisa (Itália), sob a coordenação científica do professor Roberto Romboli e os vice-coordenadores Professor Gianluca Famiglieti e Giuseppe Campanelli. As aulas, iniciadas no dia 10 de janeiro, ocorreram em plataforma virtual e contou com a participação de 15 associados da Ajufe que, nessa quinta-feira (3), puderam expor seus trabalhos acadêmicos sobre diversos temas.

    Uma das participantes foi a diretora de relações internacionais da Ajufe, Patrícia Panasolo, que lembrou a importância dos debates durante o período de quase um mês de vídeoaulas. “Para nós, juízes e juízas federais do Brasil, participar do curso foi uma experiência enriquecedora. Os palestrantes foram de excelente qualidade. Ademais, tivemos a oportunidade de ter o intercâmbio de informações entre os nossos associados e os palestrantes do seminário, estes advindos de diversos países da América Latina e Europa”, disse.

    Já o juiz federal e membro da comissão organizadora, Hugo Leonardo Abas Frazão, acredita que o curso da Universidade de Pisa é um dos mais completos em matéria de direito constitucional na Europa. “O propósito de envolver juízas e juízes federais brasileiros na programação do evento permitiu um intercâmbio muito importante com profissionais de outros países, além de estreitar os laços dos nossos associados com o ambiente acadêmico internacional”, afirmou.

    A participação dos associados da Ajufe possibilitará a obtenção do Diploma de Aperfeiçoamento. Além disso, para os participantes que optarem por apresentar uma tese para a banca examinadora poderão receber o Diploma de Especialista. Além disso, a organização do curso está organizando a publicação de uma obra com os artigos dos participantes que apresentaram seus trabalhos no seminário que aconteceu ontem.

     

    Ajufe participa de seminário que debate o acesso à Justiça para todos

    O presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, participou da mesa de abertura do “III Democratizando o acesso à Justiça”, seminário promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nesta quarta-feira (2), com a transmissão via canal do CNJ no Youtube (https://bit.ly/3s7HJ6V).

    Para Brandão um espaço de debate sobre temas que possibilitem a abrangência e a eficácia da Justiça brasileira, principalmente com o olhar voltado para o público menos favorecido é sempre importante. “A Ajufe tem trabalho em questões relacionadas à população de rua, a exemplo do Fórum Nacional de Administração e Gestão Estratégica (Fonage), baseado nesse tema para que a gente consiga buscar o acesso pleno à Justiça e que consiga levar esses instrumentos a toda população”.

    E ainda destacou a necessidade de se ter um equilíbrio entre todos da sociedade, quando se trata do acesso à Justiça. “Temos desenvolvido o processo eletrônico, a Justiça 4.0, coisas importantíssimas para o jurisdicionado brasileiro, para tornar o Judiciário mais efetivo e mais rápido nas decisões judiciais. Mas também devemos ter a preocupação, e esse seminário trata desse assunto, que é a questão de você trazer o acesso à Justiça aos mais necessitados”, finalizou.

    O seminário - A terceira edição do “Democratizando o acesso à Justiça” tem como temas o combate à discriminação, ao preconceito e a outras expressões de desigualdade de raça, gênero, condição física, orientação sexual ou religiosa.

    A organização do evento é da Comissão Permanente de Democratização e Aperfeiçoamento dos Serviços Judiciários do CNJ, presidida pela conselheira Flávia Pessoa. Veja a programação completa: https://bit.ly/3uhfVQk.

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