Reunião anual do Foninj ocorre nesta sexta-feira (10)

    Nesta sexta-feira (10), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza a reunião anual do Fórum Nacional da Infância e da Juventude (Foninj), com a apresentação de várias iniciativas em defesa das crianças e adolescentes. O evento será transmitido pelo canal do Youtube do CNJ (https://bit.ly/3lPcdbD), a partir das 9h.

    Entre as iniciativas, está o manual para o depoimento especial de crianças e adolescentes de comunidades tradicionais, fruto do projeto-piloto desenvolvido junto aos Tribunais de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS), Amazonas (TJAM), Bahia (TJBA) e Roraima (TJRR).

    O manual traz diretrizes para a tomada do depoimento especial de criança ou adolescente em comunidades tradicionais, como o local apropriado, seguro e acolhedor, que garanta a privacidade.

    O ato também deve ser realizado por profissionais com qualificação específica e que, preferencialmente, integrem as equipes técnicas do Judiciário. Será realizado ainda um painel específico sobre o protocolo, para apresentar os resultados do projeto, contando com a participação de um representante da comunidade indígena.

    No encontro, haverá ainda o lançamento da campanha nacional de enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes. As orientações para a adoção dessa iniciativa, chamada de “Me proteja”, serão divulgadas por meio de uma cartilha com o projeto inicial. A proposta é dar voz para as crianças buscarem proteção contra a violência, por meio de um sinal específico, a exemplo do que é feito na campanha Sinal Vermelho, no qual as mulheres vítimas de violência sinalizam com um “X” vermelho, para pedir ajuda em locais públicos.

    Outra novidade que será discutida no evento é o “Protocolo de Avaliação de Riscos e Necessidades do Adolescente em Conflito com a Lei”, que pretende orientar magistrados e magistradas a como tratar desses casos.

     

    Serviço
    Reunião Anual do Fórum Nacional da Infância e da Juventude (Foninj)
    Data: sexta-feira (10/12)
    Hora: 9h às 18h
    Acompanhe pelo link: https://youtu.be/vCIpmPaXA34

     

     

    Fonte: Agência de Notícias CNJ.

    Justiça Federal é premiada na categoria de tecnologia da 18ª edição do Prêmio Innovare

    Nesta terça-feira (7), ocorreu a premiação dos finalistas do 18º Prêmio Innovare, em formato online, com a transmissão via canal do Youtube (https://bit.ly/2VjhsCD). Entre as categorias vencedoras, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) ganhou com o projeto "Sigma – Ranqueamento de modelos de atos judiciais a partir de peças processuais”, do TRF3, foi premiado na categoria “CNJ/Tecnologia". O presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, acompanhou a entrega dos prêmios e homenagens.

    O Sigma tem como objetivo facilitar a produção de minutas, aumentando a produtividade e qualidade da prestação jurisdicional, por meio de buscas inteligentes realizadas com rapidez. Assim, elimina tarefas repetitivas e fornece insumos qualificados para produção de minutas. O Sigma é capaz de identificar o fundamento legal das peças, considerando o entendimento do magistrado sobre um determinado assunto. A ferramenta já está disponível nos gabinetes do Tribunal e encontra-se em fase de implementação no primeiro grau.

    Ao todo, mais de 630 práticas concorreram à seleção pela comissão julgadora do Prêmio Innovare. São Paulo (119 trabalhos), Rio Grande do Sul (51) e Minas Gerais (39) foram os três estados que mais inscreveram práticas para esta edição e todos eles têm iniciativas na final.

    Assista à cerimônia de premiação: https://bit.ly/2VjhsCD
    Saiba mais sobre os premiados e homenageados: https://bit.ly/3y1YxPf

    Carta de Brasília (18º FONAJEF)

    Documento reúne as principais discussões que ocorreram no 18º Fórum Nacional dos Juizados Especiais Federais (Fonajef) da Ajufe. 

    Leia a Carta (ou acesse em PDF):

     

    CARTA DO 18º FONAJEF

    As magistradas e magistrados federais reunidos presencial e virtualmente em Brasília, por ocasião do XVIII FONAJEF, celebram os 20 anos da Lei 10259 de 2001, que instituiu os Juizados Especiais Federais e discutem, ainda, os efeitos e desafios da pandemia pela Covid-19 na vida da população e no exercício da jurisdição.

    A conformação legislativa  dos Juizados Especiais Federais é resultado de elaboração conjunta do Judiciário e do Execu­tivo, com importante atuação da Associação dos Juízes Fe­derais do Brasil (Ajufe).

    Com os JEFs, a Justiça Federal se aproximou da população mais vulnerável, destacando-se na concessão de benefícios previdenciários e assistenciais, significando uma Justiça social, célere e cidadã, com importante papel na distribuição de renda e redução de desigualdades estruturais.

    Na sua 18ª. edição, o FONAJEF reverenciou o passado dos Juizados Especiais Federais, homenageando os magistrados e magistradas que tiveram importante papel na sua construção bem como relembrou os desafios para sua implantação. Outrossim, foram relembrados julgamentos emblemáticos bem como o reflexo de seus precedentes na construção da jurisprudência nacional, em questões relativas à LOAS, benefícios previdenciários, valoração da prova, dentre outras.

    Em reflexão sobre o presente, ainda permeado pela pandemia da COVID-19 e em um restritivo cenário orçamentário, discutiu-se temas que afetam o gerenciamento dos juizados, dentre os quais as perícias judiciais, a reforma da previdência promovida pela EC 103/2019, o direito a saúde e a concepção de deficiência para fins de percepção de benefício assistencial, bem como desestruturação do serviço público, em especial da Previdência Social, que impacta diretamente na litigância excessiva e, eventualmente, predatória.

    O XVIII FONAJEF também mirou no futuro dos Juizados e da Justiça Federal, com debates sobre novas formas de trabalho, com a utilização de ferramentas virtuais, do adequado tratamento das demandas em massa, além da apresentação do Protocolo do CNJ e da cartilha elaborada pela comissão Ajufe Mulheres de julgamento com perspectiva de gênero em Direito Previdenciário.  

    Nesta edição histórica do FONAJEF, a Ajufe celebra a transformação social promovida pelos Juizados Especiais Federais, sua história e seu relevante papel na ampliação do acesso a justiça a toda a população brasileira, homenageando as magistradas e magistrados federais que contribuíram e contribuem ativamente na construção de um Poder Judiciário humano, solidário e comprometido com a redução de desigualdades e discriminações. 

     

    Brasília, 1º de dezembro de 2021.

     

     

    XVIII FONAJEF

    A 18ª edição do Fórum foi realizada entre 29 novembro e 1º de dezembro de 2021, em Brasília, de forma híbrida. O tema central do XVIII FONAJEF girou em torno dos 20 anos da Lei 10.259/2001, que estabeleceu a criação dos Juizados Especiais Federais. Saiba mais, nos links abaixo:

    - AJUFE inicia 18ª edição do FONAJEF: https://bit.ly/3dsUmCC

    - Segundo dia do XVIII Fonajef debate reforma da previdência, direito à saúde e direito previdenciário igualitário: https://bit.ly/302Tj9y

    - 18ª Edição do Fonajef encerra com apresentação de boas práticas implementadas dentro dos JEFs: https://bit.ly/3do2VP9

    Participe do “2º Congresso Internacional de Direito Ambiental”

    Entre os dias 8 e 10 de dezembro, ocorre o “2nd World Environmental Law Congress - High-Level Judicial Segment”, organizado pela Comissão Mundial de Direito Ambiental da International Union for Conservation of Nature (IUCN). Inscrições pelo link: https://bit.ly/3lG3o3H.

    O evento híbrido (presencial e online) contará com mais de cinquenta juízes e juristas que se reunirão para ajudar o fortalecimento judicial na capacidade de conservação da natureza em todo o mundo.

    O webinar tem o apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), do Supremo Tribunal do Estado do Rio de Janeiro, do Instituto Judicial Global sobre o Meio Ambiente (GJIE), da Associação Internacional de Juízes (IAJ), do Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB), bem como várias outras instituições internacionais e nacionais.

    Tópicos do Congresso

    • Mudanças Climáticas, Biodiversidade e Estado de Direito Ambiental no Programa Montevidéu V;
    • A Crise da Água e a Declaração dos Juízes de Justiça das Águas de Brasília 2018;
    • O Manifesto da IUCN de Marselha de 2021: Mensagens-chave para juízes sobre biodiversidade e mudança climática;
    • Educação Judiciária sobre Mudança Climática e Lei da Biodiversidade: as experiências africanas e asiáticas;
    • O papel dos tribunais na proteção dos defensores ambientais;
    • Juízes e a crise dos oceanos;
    • As Promessas do Clima COP 26 em Glasgow 2021 e Estocolmo + 50;
    • Juízes, Florestas e Áreas Protegidas;
    • Direitos da natureza.

    Fórum da Esmaf aborda direitos dos povos das florestas e desenvolvimento sustentável

    O XVII Fórum Jurídico “Direitos Fundamentais dos Povos das Florestas, no Brasil, para o Desenvolvimento Sustentável do Planeta”, realizado pela Escola de Magistratura Federal da 1ª Região (Esmaf) ocorreu, nesta segunda-feira (6), pelo canal da Esmaf no YouTube.

    A desembargadora federal Mônica Sifuentes foi a coordenadora do fórum. Já o diretor da Esmaf, desembargador federal Souza Prudente; o vice-diretor da Esmaf, Wilson Alves de Souza; e o coordenador pedagógico da Esmaf, Pedro Felipe de Oliveira Santos, foram os coordenadores pedagógicos do evento.

    A abertura foi conduzida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, que teve como tema “A Proteção dos Direito Fundamentais dos Povos das Florestas, no Brasil, para o Desenvolvimento Sustentável do Planeta”. Em seguida, o ministro aposentado Carlos Ayres Brito, do Supremo Tribunal Federal (STF), falou sobre “O Direito Fundamental da Posse Imemorial dos Povos Indígenas, no Brasil, sem barreiras do marco temporal”.

    Txai Suruí, líder das causas indígenas no Brasil, também palestrou no evento sobre o tema “A Proteção dos Povos Indígenas e dos Ecossistemas da Amazônia, no Brasil, para o Desenvolvimento Sustentável do Planeta”. Ela discursou neste ano na abertura da 26ª da Cúpula do Clima em Glasgow, na Escócia.

    Encerrando o ciclo de debates, a promotora de Justiça do Estado do Pará, Eliane Moreira, apresentou a palestra “A Proteção da Amazônia e o Poder Judiciário” e, para finalizar, o procurador regional da República Felício Pontes apresentou o tema “O Direito Fundamental ao Território das Comunidades Quilombolas no Brasil”.

    Ainda houve uma homenagem póstuma ao desembargador federal, jurista e ambientalista Eladio Luiz da Silva Lecey, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), falecido em 2021.

     

     

    Com informações da Assessoria de Comunicação Social do TRF1.

    Ajufe e EMAG promovem debate com a presença do professor George Pavlich

    Nesta sexta-feira (3), com o apoio da Ajufe, o professor George Pavlich proferiu aula aos participantes do 1º Grupo de Estudos voltado para a Justiça Restaurativa, da EMAG do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

    O Grupo de Estudos que foi criado em junho desse ano, com a coordenação do professor João Salm e auxílio da juíza federal e membro da Comissão de Justiça Restaurativa da Ajufe, Katia Roncada, tem como objetivo aprofundar as reflexões a respeito da Justiça Restaurativa e suas propostas.

    Os encontros realizados pela EMAG, cuja diretoria é da desembargadora federal Therezinha Cazerta, tiveram como foco central o livro da professora Elizabeth M. Elliott: “Segurança e cuidado: Justiça Restaurativa e sociedades saudáveis”.

    George Pavlich

    George Pavlich detém a cadeira Henry Marshall Tory e é professor de Direito e Sociologia na Universidade de Alberta. Ele recebeu seus diplomas de BA e BA (Hons) da University of the Witwatersrand (Johannesburg, África do Sul), um MA da Simon Fraser University (Vancouver, Canadá) e um PhD da University of British Columbia (Vancouver, Canadá).

    Ele completou seu mandato como Cátedra de Pesquisa Tier 1 do Canadá em Teoria Social, Cultura e Direito. Os interesses de pesquisa do Dr. Pavlich incluem as áreas sobrepostas da teoria social, estudos sócio-jurídicos, justiça restaurativa, sociologia do direito e criminologia crítica.

    18º FONAJEF chega ao fim com a aprovação de enunciados e recomendações

    A 18ª edição do Fórum Nacional dos Juizados Especiais Federais (Fonajef), encerrada nessa última quarta-feira (01/12), aprovou dois enunciados e duas recomendações formulados pelos grupos de trabalho desenvolvidos durante o evento. Ainda houve duas revogações a enunciados de fóruns passados, o número 17 e 214.

    O Fonajef contou com painéis que debateram questões previdenciárias, o processo farmacêutico para liberação e medicamentos, e a apresentação da cartilha "Julgamento com perspectiva de gênero - Um guia para o Direito Previdenciário" (https://bit.ly/345lHGS), produzida pela Comissão Ajufe Mulheres. O evento, promovido pela Ajufe, também celebrou os 20 anos da Lei n. 10.259/2001 que criou os Juizados Especiais Federais (JEFs).

    Para a juíza federal e secretária-geral da Ajufe, Clara Mota, esta edição do Fórum foi um marco, principalmente pela retomada gradativa em eventos presenciais, devido à Covid-19. “O Fonajef histórico em comemoração aos 20 anos da Lei n. 10.259/01 demonstrou a relação profunda existente entre a Ajufe e a promoção e fortalecimento dos JEFs. Discutimos pautas fundamentais e enunciados que refletem esse espírito”.

    Para a juíza federal Alcioni Escobar, integrante da comissão organizadora, os três dias de evento foram proveitosos, com debates qualificados, sempre com o olhar voltado para o aperfeiçoamento dos JEFs. "O 18 Fonajef foi um momento de celebração da história dos juizados especiais federais, que ampliaram os caminhos de acesso à justiça e de efetivação da cidadania, e de reflexão sobre temas e desafios que enfrentamos no dia a dia da jurisdição, e no contexto da pandemia", disse.

    Os debates estão disponíveis no canal da Ajufe no Youtube (https://bit.ly/3kj6ISh).

     

    Boas práticas nos JEFs - O último dia do Fonajef ainda contou com a apresentação das boas práticas aplicadas dentro dos Juizados Especiais Federais na 1ª, 2ª e 3ª regiões. Para a vice-presidente da Ajufe na 2ª Região, Marcella Brandão, esse é um dos momentos mais importantes do Fórum que possibilitam o aprimoramento e desenvolvimento do trabalho para se ter uma prestação jurisdicional mais célere e eficiente.

    Apresentaram as práticas os juízes federais Odilon Romano Neto (2ª Região), Frederico Pereira Martins (1ª Região), Carina Senna (1ª Região), e Eurico Zecchin Maiolino (3ª Região).

    Ajufe participa de solenidade em alusão à aprovação do Projeto de Lei que amplia a Justiça Federal

    Nesta sexta-feira (3), o vice-presidente da Ajufe na 1ª Região, Caio Marinho, representou a entidade em cerimônia organizada pela Advocacia Geral da União (AGU) em alusão à sanção do Projeto de Lei 5977/19, que ampliou os Tribunais Regionais Federais. O encontro ocorreu na sede da AGU, em Brasília.

    Durante a cerimônia, ainda houve uma homenagem ao futuro ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, pela sua aprovação na Comissão de Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, nessa semana.

    Estiveram presentes o presidente Jair Bolsonaro, os presidentes dos Tribunais Regionais da 1ª e 3ª Região, I’talo Fioravanti e Mairan Maia, respectivamente, e o secretário-geral do CNJ, Valter Schuenquener.

    Governo federal sanciona projeto que amplia número de magistrados nos TRFs

    O governo federal sancionou o Projeto de Lei 5977/19 que aumenta o número de magistrados em cinco Tribunais Regionais Federais (TRFs) por meio da transformação de cargos vagos de juiz substituto. No total, 66 cargos vagos de juiz federal substituto serão transformados em 57 cargos de juiz federal e todas as varas federais que tiverem cargos vagos de juiz substituto transformados em cargos de juiz federal terão seu quadro permanente ajustado para 1 cargo de juiz federal. A informação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (1/12).

    Para o presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, trata-se de uma grande conquista para a Magistratura Federal e também para toda a sociedade, pois o acesso à Justiça será facilitado e se tornará mais célere. “A Ajufe trabalhou nos últimos meses com muita dedicação pela aprovação e sanção deste projeto. Somado à recente criação do TRF da 6ª Região, são vitórias que trarão impacto positivo direto no trabalho dos magistrados e resultados para toda a população”, afirma.

    Veja como ficou a distribuição dos cargos:

    TRF1: 19 cargos vagos de juiz federal substituto serão transformados em 16 cargos de juiz federal;

    TRF2: 9 cargos vagos de juiz federal substituto serão transformados em 8 cargos de juiz federal;

    TRF3: 14 cargos vagos de juiz federal substituto serão transformados em 12 cargos de juiz federal;

    TRF4: 14 cargos vagos de juiz federal substituto serão transformados em 12 cargos de juiz federal;

    TRF5: 10 cargos vagos de juiz federal substituto serão transformados em 9 cargos de juiz federal.

    Questões de gênero e aprimoramento dos JEFs encerram ciclo de debates do 18º Fonajef

    No início da tarde no segundo dia do 18º Fórum Nacional dos Juizados Especiais Federais (Fonajef) o debate foi sobre o tema "Mulheres, gênero e direito previdenciário" e teve como convidadas a desembargadora federal Therezinha Cazerta, e as juízas federais Camila Pullin (vice-presidente da Ajufe na 5ª Região), Clara Mota (secretária-geral) e Alcioni Escobar (coordenadora do 18º Fonajef).

    A palestra foi um momento para reflexão sobre como o julgamento com perspectiva de gênero pode desfazer vieses discriminatórios de normas previdenciárias, empregando-se uma interpretação atenta às questões vividas pelas seguradas mulheres.

    Durante o painel, as juízas federais Clara Mota, Alcioni Escobar e Camila Pullin apresentaram a cartilha "Julgamento com perspectiva de gênero - Um guia para o Direito Previdenciário" (https://bit.ly/345lHGS), produzida pela Comissão Ajufe Mulheres.

    A cartilha se mostra como um guia para o julgamento de causas previdenciárias levando em conta questões de gênero, raça e outros marcadores sociais. O documento parte da constatação de que o acesso à justiça para algumas pessoas enfrenta obstáculos ligados à estereótipos de gênero e raça.

    Em sequência, ocorreu o painel "Questões atuais que afetam o gerenciamento de juizados", com as palestras da desembargadora federal Taís Schilling, e dos juízes federais Antônio José Araújo e José Carlos Dantas.

    O 18º Fonajef chega ao fim nesta quarta-feira (1/12), com a votação em plenária das propostas de enunciados e recomendações formuladas pelos participantes durante o Fórum. Os debates podem ser acompanhados no canal da Ajufe no Youtube (https://bit.ly/3kj6ISh).

    Reforma da previdência e direito à saúde marcam os debates da primeira manhã do 18º Fonajef

    Dando continuidade ao 18º Fórum Nacional dos Juizados Especiais (Fonajef), nesta terça-feira (30), ocorreu pelo período da manhã dois painéis que abordaram o trabalho realizado pelos Juizados Especiais Federais (JEFs) voltado para questões previdenciárias e de direito à saúde dos brasileiros.

    O primeiro convidado foi o juiz federal Victor Souza que lembrou dos desafios enfrentados pelos JEFs, principalmente durante o período da pandemia. "O cotidiano dos magistrados e magistradas foi afetado pela Covid-19. Durante esse período tivemos perícias médicas desmarcadas, a implantação do uso de fotos e vídeos em audiências, desafios para que pudéssemos ter uma instrução processual com qualidade", afirmou.

    CAR 4965

    A segunda parte da manhã teve como palestrante a juíza federal Ana Carolina Morozowski que explicou quais são as etapas para a aprovação de remédios no Brasil e com isso garantir o direito à saúde dos cidadãos. "Atualmente a indústria farmacêutica deixa de pesquisar remédios baratos para se concentrar nos remédios mais caros, pois são esses que trarão um retorno [financeiro] maior. Infelizmente, muitas vezes ela deixa de produzir medicamentos que são necessários, mas que não dão lucros", reforçou.

    A 18ª edição do Fonajef tem a temática em comemoração aos 20 anos da Lei 10.259/2001 dos JEFs, que criou esses órgãos vinculados ao Poder Judiciário Federal responsáveis por processar, conciliar e julgar ações cíveis ou criminais de até 60 salários mínimos.

    O Fórum ocorre até quarta-feira (1/12), com a transmissão pelo canal da Ajufe no Youtube (https://bit.ly/3kj6ISh).

    Saiba mais sobre os Juizados Especiais Federais (JEFs): https://bit.ly/3D6h0LJ.

    18ª edição do Fonajef inicia celebrando os 20 anos de criação da Lei dos Juizados Especiais Federais

    Nesta segunda-feira (29), ocorreu a abertura do 18º Fórum Nacional dos Juizados Especiais (Fonajef) com a temática em comemoração aos 20 anos da Lei 10.259/2001, que criou esses órgãos vinculados ao Poder Judiciário Federal responsáveis por processar, conciliar e julgar ações cíveis ou criminais de até 60 salários mínimos.

    Durante a abertura, o presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, destacou o papel dos Juizados Especiais Federais (JEFs) nesses 20 anos. "Temos diversos exemplos da atuação essencial dos JEFs que geraram jurisprudência para todo o país, mas gosto de exemplificar com o critério objetivo de 1/4 per capita do salário mínimo como renda familiar para o benefício de prestação continuada da Loas, onde o STF considerou constitucional e os juízes dos JEFs nos casos concretos, simplesmente não conseguiam cumprir".

    E completou: "com decisões fundamentadas e sem nenhuma rebeldia, foram mostrando esta realidade que culminou com o reconhecimento da inconstitucionalidade do critério no RE 580.963. Gostaria de destacar o trabalho que é realizado nas Turmas Recursais do Brasil, hoje com um volume de trabalho mais bem distribuído após a Lei 12.665/12, também nas Turmas Regionais de Uniformização e finalmente, na TNU, que com técnica e rapidez consegue pacificar os entendimentos dos JEFs".

    A juíza federal e membro da comissão organizadora do Fórum, Alcioni Escobar, reforçou a importância do Fórum e da criação dos JEFs. "O Fonajef faz parte da história funcional dos magistrados e magistradas que atuam nos Juizados. Graças à sua criação, em 2001, os juizados se tornaram um sistema do Poder Judiciário que amplia e aprimora o acesso à Justiça além de tornar célere a tramitação de processos", disse.

    A mesa de abertura, ainda, contou com a participação do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, do ministro Antonio Carlos Ferreira (STJ), e do diretor jurídico da CAIXA, Greycos Loureiro.

    O Fonajef ocorre até a próxima quarta-feira (1/2), com a transmissão, ao vivo, pelo canal da Ajufe no Youtube (https://bit.ly/3kj6ISh).

     

    Homenagens - Em comemoração aos 20 anos da Lei 10.259/2001, a 18ª edição do Fonajef homenageou alguns dos magistrados federais que se destacaram com o serviço prestado dentro dos Juizados Especiais Federais nessas últimas duas décadas.

    Receberam a placa de homenagem os ex-presidentes da Ajufe, Paulo Sérgio Domingues, Antônio César Bochenek, Vilson Darós, e Fernando da Costa Tourinho Neto. Além dos magistrados: Ana Carolina Dias Lima Fernandes; Polyana Falcão Brito; Rogério Fialho; William Douglas, Eduardo Picarelli, Maria Lúcia Gomes de Souza; Paula Patrícia Provedel Mello Nogueira; Victor Roberto Corrêa de Souza; Kátia Roncada; Marcella Araujo da Nova Brandão; e Selene Maria de Almeida.

    Saiba mais sobre os Juizados Especiais Federais (JEFs): https://bit.ly/3D6h0LJ.

    Podcast Ajufe | 20 anos dos Juizados Especiais Federais

    A edição deste mês do quadro Entrevista, do Podcast Justiça Federal em Debate, trata dos 20 anos dos Juizados Especiais Federais. Eles foram criados para ampliar o acesso da população à Justiça e dar maior celeridade às ações.

    Para falar sobre o tema, convidamos a juíza federal Carina Senna.

    Ouça agora!

    Spotify Podcasts: http://spoti.fi/395APq3

    Google Podcasts: http://bit.ly/3c7AzZx

    Deezer Podcasts: http://bit.ly/3r7VOyD

    TuneIn: http://bit.ly/3135akK

     

    EMAG promove webinário “Direitos das Pessoas com Deficiência”

    Evento on-line acontece nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro com inscrições gratuitas e abertas ao público

     

     

    A Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (EMAG) realiza, de 1º a 3 de dezembro, o webinário “Direitos das Pessoas com Deficiência”. O evento celebra o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (3/12) e será transmitido ao vivo pelo canal da Emag no youtube.

    A programação inclui seis horas de palestras on-line e abertas ao público. Serão palestrantes o professor de Direito Constitucional da PUC-SP, Luiz Alberto David Araújo, no dia 1º; a arquiteta e urbanista Silvana Serafino Cambiaghi, no dia 2; e a pesquisadora e consultora em acessibilidade digital, Cláudia de Andrade Tambascia, no dia 3.

    Os certificados serão conferidos aos inscritos que acompanharem as palestras pelo Microsoft Teams. As inscrições devem ser realizadas pelo link: www.trf3.jus.br/emag.

    Confira a programação:

    1ª de dezembro, das 10h às 12h 

    Palestrante: Luiz Alberto David Araújo - professor de Direito Constitucional da PUC-SP; 
    Debatedor: Marcos Porta - juiz de direito TJSP e professor de Direito Administrativo e de Fundamentos do Direito Público da PUC-SP; 
    Presidente da mesa: Ed Lyra – juiz federal do TRF1; 

    2 de dezembro, das 10h às 12h 
    Palestrante: Silvana Serafino Cambiaghi, arquiteta e urbanista; 
    Debatedora: Andréa Lanna Mendes Novais, arquiteta  e analista no Ministério Público de Minas Gerais; 
    Presidente da mesa: juíza federal Marisa Cassetari; 

    3 de dezembro de 2021, das 10h às 12h 
    Palestrante: Cláudia de Andrade Tambascia, pesquisadora e consultora em Acessibilidade Digital; 
    Debatedoras: Maria Aparecida Ramires Zulian, especialista em Tecnologia Assistiva; Deise Fernandes, consultora na área de treinamento de Atendimento ao Cliente, Desenvolvimento de Líderes, Inclusão da Pessoa com Deficiência, Gestão da Diversidade e Gestão de Pessoas; e Roberta Possenti Ramires, psicóloga, pesquisadora em tecnologia assistiva para PcD e consultora em escolas e empresas. 
    Presidente da mesa: desembargador federal Paulo Sérgio Domingues. 

     

     

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do TRF3.

    Nota de pesar – Toni Wurster

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) recebe com pesar a notícia do falecimento do senhor Toni Wurster, pai da juíza federal e coordenadora da Ajufe Mulheres, Tani Maria Wurster

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    Entenda como funcionam os JEFs e os princípios que os norteiam

    O que são os Juizados Especiais Federais (JEFs)?

    Os Juizados Especiais Federais (JEFs) são órgãos do Poder Judiciário Federal responsáveis por processar, conciliar e julgar ações cíveis ou criminais que envolvam o cidadão e os órgãos da Administração Pública Federal, até o valor de 60 salários mínimos, bem como as infrações de menor potencial ofensivo com pena máxima de até dois anos.

    Os JEFs foram criados com objetivo de promover acesso à justiça por meio de uma simplificação das formas processuais, além de proporcionar um maior dinamismo ao Poder Judiciário por meio das técnicas especiais empregadas em seu funcionamento e pela redução das etapas processuais.

    A ideia de concepção dos JEFs é de que eles realmente sejam céleres, porém efetivos, e que exerçam a jurisdição, promovendo a pacificação social e a efetivação de direitos. Nesse contexto, caso o juízo perceba que a causa possua complexidade que não permita a discussão no âmbito dos JEFs, a legislação informa que os autos devem ser remetidos para a justiça comum.

    Na área cível, podem entrar com ações as pessoas físicas (capazes e incapazes representados ou assistidos), as micro e pequenas empresas contra a União, as autarquias, as fundações e as empresas públicas federais, que são sempre a parte ré. Nos processos criminais, a parte autora é o Ministério Público Federal e o réu deve estar assistido por um advogado.

    Também é possível utilizar o JEF para causas previdenciárias, desde que o benefício previdenciário tenha sido negado pela Previdência Social.

    Devido à sua finalidade institucional, o processo no JEF deverá pautar-se pelos princípios da oralidade, simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade, buscando, sempre que possível, a conciliação ou a transação. Mais à frente, saiba mais sobre esses princípios que norteiam os JEFs.

    A criação e modo de funcionamento dos JEFs estão regulamentados pela Lei nº 10.259/01.

    Existe, ainda, o JEF eletrônico ou virtual, que é um sistema de informática que tem por objetivo a eliminação de papel, reduzindo a movimentação física de processos. Os feitos tramitam via internet, podendo as partes, por meio de seus advogados, realizarem eletronicamente todos os atos do processo; exceto aqueles que dependam da presença física, como a perícia, o comparecimento em audiência de conciliação e o depoimento em audiência de instrução e julgamento.

    Requisições de Pequeno Valor (RPVs)

    A depender da quantidade de recursos que estejam aguardando decisão da turma recursal e instâncias superiores, as ações que tramitam nos JEFs permitem que a parte receba eventual condenação mais rapidamente do que na justiça comum (fora dos JEFs), por meio da Requisição de Pequeno Valor, as RPVs, instituto distinto do regime de precatórios.

    Após decisão definitiva, o juiz ordena que o pagamento seja feito em até 60 dias, após o recebimento da RPV pelo Tribunal Regional Federal, se o valor devido for igual ou inferior a 60 salários mínimos. Se o valor do débito for superior a isso e não houver renúncia do excedente, o pagamento será feito por precatório, no prazo de 1 a 2 anos, em média.

    Entendendo os princípios que norteiam os JEFs

    Suas vantagens

    — O JEF é acessível, pois dispensa as formalidades da justiça comum, podendo as partes ingressar com seu pedido sem advogado;

    — É rápido, pois as causas apreciadas são resolvidas, em grande parte, na audiência de conciliação;

    — É isento de custas e honorários advocatícios de sucumbência, pois não há pagamento de custas processuais, salvo em casos de recurso, sem pedido de Justiça Gratuita.

    Os princípios

    — Oralidade

    Em regra, os atos processuais são realizados na própria audiência, de forma oral;

    — Simplicidade

    Há uma atenuação do formalismo exigido no processo, como a própria competência do juizado, que no caso dos JEFs é de causas menos complexas, no valor de até 60 salários mínimos;

    — Informalidade

    Há uma diminuição do rigor processual, como por exemplo a intimação e notificação judiciais via meios eletrônicos (ex.: Whatsapp e telefone);

    — Economia processual

    Com a aplicação dos outros princípios, os processos do JEF acabam se tornando menos onerosos, mais céleres, permitindo aos jurisdicionados maior acesso à justiça;

    — Celeridade

    A celeridade alcançada pelos JEFs não deve ser entendida como atropelo, no sentido de que os atos sejam feitos de forma descuidada, tanto que nos casos em que o juízo entender não ser possível tratar no âmbito do juizado, os autos serão remetidos para a justiça comum;

    — Autocomposição

    Antes de proferir sentença o magistrado competente deverá sempre buscar a composição entre as partes.

    Participe da “IX Jornada de Direito Civil”

    A Ajufe comunica a abertura do período para envio de proposições de enunciados, a partir do dia 1º de dezembro até o dia 7 de março de 2022, para a “IX Jornada de Direito Civil - Comemoração dos 20 Anos da Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002”. A realização é do Conselho da Justiça Federal (CJF), por intermédio do Centro de Estudos Judiciários (CEJ).

    A Jornada ocorrerá, presencialmente, nos dias 19 e 20 de maio de 2022, no auditório do CJF, e conta com a parceria da Ajufe, da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    O evento tem por objetivo promover condições para o delineamento de posições interpretativas sobre o Direito Civil contemporâneo, adequando-as às inovações legislativas, doutrinárias e jurisprudenciais, a partir de debates entre especialistas e professores, conferindo segurança jurídica em sua aplicação.

    Esta edição tem a coordenação-geral do vice-presidente do CJF e diretor do CEJ, ministro Jorge Mussi, e a coordenação científica dos ministros do STJ Luis Felipe Salomão, Marco Aurélio Bellizze e Paulo de Tarso Sanseverino.

    Confira a programação: https://bit.ly/3CPnwGj

    Decisão da Justiça Federal brasileira é reconhecida por organismos internacionais no “Premio de sentencias 2021”

    Nessa terça-feira (23), ocorreu a premiação da 6ª edição do “Premio de Sentencias 2021: Acceso a la Justicia de Personas Migrantes o Sujetas de Protección Internacional”, promovido pela Corte Interamericana de Direitos Humanos e outros organismos internacionais, com transmissão pelo canal no Youtube da Suprema Corte de Justicia de la Nación, do México.

    Dentre as sentenças apresentadas, o terceiro lugar ficou para a decisão da Justiça Federal em Roraima, com a decisão de março de 2021, do juiz federal Felipe Bouzada Flores Viana, que evitou a deportação de imigrantes e refugiados da Venezuela, incluindo povos indígenas, mulheres e crianças.

    A decisão garante acesso à justiça a pessoas refugiadas e migrantes e determina que, mesmo a título de combate à crise sanitária, a “União se abstenha de adotar quaisquer atos de deportação, repatriação ou outra medida compulsória de saída dos migrantes em situação de acolhimento (hipervulneráveis) pela Força Tarefa Humanitária (Operação Acolhida) em Roraima e no Amazonas, exceto na estrita observância da Lei no 13.445/2017 e acaso não sejam reconhecidos como refugiados, devendo a União assegurar-lhes o direito de requerer administrativamente a regularização migratória, nos termos da Lei no 13.445/2017 ou da Lei no 9.474/97”.

    A Ajufe tem atuação no tema da proteção de pessoas migrantes e refugiadas, conseguindo que, no ano de 2021, o Conselho Nacional de Justiça editasse a Recomendação de n. 108, orientando que não sejam concedidas medidas liminares que acarrete deportação sumária de potenciais solicitantes de refúgio em nosso país.

    Acesse a sentença: https://bit.ly/3xrECJu

    Veja a premiação completa: https://youtu.be/kOQR0n2Naf4

    18º FONAJEF aborda os 20 anos da Lei de criação dos Juizados Especiais Federais

    A partir da próxima segunda-feira (29) até a quarta-feira (1/12), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) realiza a 18ª edição do Fórum Nacional dos Juizados Especiais Federais (Fonajef), em Brasília (DF), com transmissão ao vivo pelo Youtube (TVAJUFE).

    Esta edição do Fonajef comemora os 20 anos da criação da Lei 10.259 de 2001, que instituiu a criação dos Juizados Especiais Federais (JEFs), tendo como objetivo discutir os desafios enfrentados e conquistas alcançadas durante essas duas décadas.

    Para a juíza federal e vice-presidente da Ajufe na 5ª Região, Camila Pullin, a expectativa é de que o Fórum se consolide pelas inovações e boas práticas, principalmente dentro do cenário pandêmico em que o mundo vive nesses últimos dois anos.

    “O 18º Fonajef tem como tema os 20 anos dos Juizados Especiais Federais. Por isso, a organização tem tido um cuidado especial, principalmente por ser a retomada de eventos com público. Vale lembrar que o Fonajef é o principal fórum temático da Ajufe, onde tradicionalmente trocamos experiências na gestão dos juizados, o que, no contexto de quase dois anos de pandemia, é muito necessário”, completou Pullin, que integra a comissão de coordenadores do 18º Fonajef.

    O evento é eminentemente científico, suas discussões acontecem no âmbito de grupos de trabalho formados pelos juízes participantes. As conclusões de cada grupo são submetidas a uma plenária final e encaminhadas aos órgãos e entidades da administração dos juizados especiais, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Conselho da Justiça Federal (CJF) e aos Tribunais Regionais Federais, por meio de enunciados que podem ser transformados em súmulas e elementos doutrinários e pragmáticos de atuação nos JEFs, bem como para a orientação das partes e advogados que são operadores dos Juizados Especiais Federais.

    Confira a programação.

    Magistrado lança sequência da obra “XequeMate”

    O desembargador federal Fausto De Sanctis, do TRF3, lança a obra “XequeMate”, em versão repaginada, com a adição de uma parte II, ausente nas edições anteriores. O livro conta a história do juiz Fernando Montoya Di Sorrento e a repercussão de alguns casos notórios do magistrado.

    O livro está disponível tanto na versão impressa (https://amzn.to/3FHyeR9), quanto na versão virtual (https://amzn.to/3HM9Q2C), vendidos pela Amazon.

    Sinopse

    Colega da juíza Luíza Meyer, cujos personagem e dramas são especialmente retratados no livro Conexão Vênus do mesmo autor, a trajetória do magistrado Fernando atrai diversos olhares e visões. Cobiças, invejas e pressões estão no universo do dia a dia profissional do magistrado, além de impactantes acontecimentos pessoais e familiares. Por mais sério que possa ser um juiz, antes de tudo é um ser humano, falível.

    O leitor tentará juntar as peças para descobrir o que contribuiu para a decisão de um processo e como a experiência pessoal de Fernando a influenciou. Observa-se um bastidor muitas vezes inferido, mas pouco retratado, revelando um inusitado romance ˜judicial˜. Trama tecida a partir de várias narrativas que aos poucos vão se encaixando. O desfecho surpreenderá.

    Dúvidas, sugestões ou mais informações?

    Fale Conosco

    Dúvidas, sugestões ou mais informações? Entre em contato com a Ajufe. Queremos melhorar cada vez mais a qualidade dos serviços prestados.

    Os campos com asterísco (*) são de preenchimento obrigatório.
    4 + 3 = ?

    Ajufe.org.br

    A Ajufe utiliza cookies com funções técnicas específicas.

    Nós armazenamos, temporariamente, dados para melhorar a sua experiência de navegação. Nenhuma informação pessoal é armazenada ou capturada de forma definitiva pela Ajufe. Você pode decidir se deseja permitir os cookies ou não, mas é necessário frisar que ao rejeitá-los, o visitante poderá não conseguir utilizar todas as funcionalidades do Portal Ajufe. Enfatiza-se, ainda, que em nenhum momento cria-se qualquer tipo de identificador individual dos usuários do site. Para demandas relacionadas a Tratamento de Dados pela Ajufe, entre em contato com privacidade@ajufe.org.br.