Ajufe participa da abertura do Ano Judiciário

    Nesta terça-feira (01/02), o presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, e o vice-presidente na 1ª Região, Caio Marinho, participaram da sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2022. Devido ao alto índice de transmissão da Covid-19 em Brasília (DF), a cerimônia ocorreu em formato virtual.

    Na abertura da solenidade, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, reforçou que a pandemia ainda afeta a sociedade brasileira, lembrou dos aprendizados institucionais que esse período proporcionou e citou as ações previstas para 2022.

    “Decorrido quase dois anos desde que a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia da Covid-19, as medidas de enfrentamento ao coronavírus ainda ditam o nosso cotidiano e influenciam as principais decisões políticas e econômicas das nações. Entre os ciclos alternados de altos e baixos pandêmicos, temos aprendido a navegar com atenção por esse mar agitado”.

    E continuou: “nos próximos dias lançaremos o programa ‘Carta Aberta’, que revolucionará o modo como o tribunal estrutura e disponibiliza dados públicos, tornando-os mais confiáveis, íntegros, completos e acessíveis, em concomitância com os necessários pilares da transparência e da proteção de dados pessoais e da segurança da informação”, finalizou.

    Para o presidente da Ajufe, 2022 continuará sendo de trabalho intenso junto aos órgãos do Judiciário. “Neste ano a Ajufe comemora seu cinquentenário, e como ocorrido ao longo dessas cinco décadas, o papel associativo prestado continuará mais atuante e firme do que nunca. Possuímos diversos temas de interessa da Ajufe nas pautas do STF, Conselho Nacional de Justiça e Conselho Federal da Justiça”, lembrou.

    Veja a solenidade no canal da TV Justiça no Youtube: https://youtu.be/BjlFjAOjVjg

    Ajufe 50 anos: veja o vídeo e o novo selo

    Em 2022, a Ajufe comemora 50 anos. Neste período a entidade se fortaleceu no cenário jurídico nacional ao representar, sempre com muita dedicação, os anseios das magistradas e dos magistrados federais, bem como a defesa do Estado Democrático de Direito no Brasil. Veja o vídeo e o selo que será usada no cinquentenário da Associação.

    Podcast Ajufe - Mulheres em Debate #6 - Encarceramento feminino

    O quadro Mulheres em Debate traz uma entrevista com a advogada Viviane Balbuglio, que compõe a Frente Estadual pelo Desencarceramento de São Paulo e a Associação de Amigos e Familiares de Presos e Presas (Amparar), com a socióloga de formação Geralda Ávila, que exerce trabalho voluntário pela pastoral carcerária, e com Natália Domingues ex-detenta que atua na cooperativa libertas. O bate-papo, mediado pela juíza federal Natália Luchini, fala sobre o encarceramento no Brasil e, em especial, sobre o aumento do encarceramento feminino.
     
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    ATENÇÃO - ALERTA DE GOLPE – Ajufe e ex-presidente Fernando Mendes

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) vem a público esclarecer que, em hipótese alguma, solicita serviços a órgãos públicos ou empresas privadas em nome de ex-presidentes da associação. Recentemente, golpistas utilizaram o nome do ex-juiz federal Fernando Mendes, que foi presidente da Ajufe no biênio 2018-2020, para solicitar tais serviços.

    Diante disso, a Ajufe esclarece que jamais solicita serviços dessa natureza a qualquer entidade e, informa, ainda, que suas comunicações oficiais partem, sempre, de endereços eletrônicos oficiais da entidade (@ajufe.org.br) ou de ofícios impressos em timbrado oficial da associação, enviados via Correios.

    Campanha de doação de kits de higiene à pessoas em situação de rua de São Paulo

    Participe da campanha de doação de kits de higiene à pessoas em situação de rua de São Paulo. Os kits serão entregues durante a realização do Mutirão Pop-Rua-Jud em março próximo, na Praça da Sé.

    O mutirão é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Tribunal Regional Federal da 3a Região (TRF-3), com apoio da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), AJUFESP e Associação Paulista de Magistrados (Apamagis) e conta com a participação de diversos órgãos públicos federais, estaduais e municipais como Receita Federal, INSS, MPF, Exército, Ministério do Trabalho, Justiça Eleitoral, prefeitura de São Paulo, cartórios, entre outros.

    A iniciativa atende às diretrizes da Política Nacional de Atenção a Pessoas em Situação de Rua instituída por resolução do CNJ em outubro do ano passado. A norma estabelece a criação de estruturas próprias nos tribunais para receber esse segmento populacional nas dependências judiciais, como também ir ao encontro dele por meio de serviços itinerantes, caso do mutirão.

    De acordo com o Censo da População em Situação de Rua, realizado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) da prefeitura de São Paulo e divulgado nesta segunda-feira, 24, o núggmero de pessoas vivendo nas ruas da capital paulista passou de 24.344, em 2019, para 31.884 ao final de 2021, o que representa um aumento de 7.540 pessoas ou 31%. Outro levantamento, do Movimento Estadual da População em Situação de Rua (MEPSR-SP), a cidade de São Paulo tem hoje mais de 66 mil pessoas vivendo nas ruas.

    Durante o mutirão na Praça da Sé, as pessoas em situação de rua terão acesso direto à justiça e poderão também regularizar situação junto à previdência social, solicitar benefícios de assistência social, emitir documentos como identidade, título de eleitor e certificado de reservista.

    O mutirão terá ainda tendas para assistência social com alimentos, cortes de cabelo e distribuição dos kits higiene arrecadados pela campanha das entidades da magistratura - Ajufe, AJUFESP e Apamagis.

    ? Valor sugerido de cada cota: R$ 25,00.
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    Para colaborar, faça sua doação na conta bancária:

    Banco do Brasil
    Agência: 5905-6 (Apamagis)
    Conta Corrente: 940-7
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    Ajufe promove encontro virtual sobre o “Programa Nacional Visão Global do Poder Judiciário”

    Nessa terça-feira (18/1), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) realizou um debate online sobre a Resolução n. 441 de 2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conhecida como Programa Nacional “Visão Global do Poder Judiciário”. O juiz federal e secretário-geral do CNJ, Valter Shuenquener de Araujo, foi o convidado para falar sobre a resolução que regulamenta o intercâmbio de magistrados entre tribunais brasileiros.

    O presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, lembrou que todo o diálogo realizado pela Associação, ao longo dos anos, junto ao CNJ tem sido no sentido de melhorar o trabalho dos magistrados. “Permitir ao juiz condições de trabalho, com menos relatórios, menos cadastros e com mais soluções”, destacou.

    O secretário-geral do CNJ iniciou sua fala reforçando o papel do Colegiado durante os últimos anos, assumindo políticas públicas que antes eram realizadas exclusivamente pelo Poder Executivo. “Hoje em dia eu vejo o CNJ como uma usina de transformação social de projetos. É interessantíssimo isso, pois tenho tido reuniões com ONGs, pessoal da diplomacia da União Europeia, gente de fora que vê no Poder Judiciário brasileiro uma respeitabilidade, uma estabilidade e uma mão de obra qualificada”, afirmou.

    Araujo ainda explicou que a Resolução 441 surgiu para que juízes e juízas possam aprender sobre realidades diferentes dentro do Judiciário brasileiro, por meio de estímulos e aperfeiçoamento do trabalho jurisdicional para se evoluir constantemente.

    Assista à íntegra da live: https://bit.ly/3rPTaQP.

     

    Resolução 441/2021 - Publicada no dia 7 de janeiro de 2022, a resolução tem como objetivo a troca de conhecimento e de boas práticas entre unidades da Justiça no país, por meio de intercâmbio de magistrados e magistradas.

    A nova resolução permite que um tribunal autorize um magistrado a atuar profissionalmente em outro, do mesmo ramo e especialidade, por um período máximo de seis meses.

    Acesse a Revista Justiça & Cidadania de janeiro!

    A edição de janeiro da Revista Justiça & Cidadania traz como matéria de capa a entrevista com o novo Presidente do TJSP, Desembargador Ricardo Anafe, onde ressalta seus planos para tornar mais eficiente o Tribunal de Justiça mais atarefado do Brasil.

    Você também pode ter acesso as últimas novidades, decisões e artigos sobre os mais diversos assuntos do Direito publicados na edição.

    A revista pode ser lida, na íntegra, no site: www.editorajc.com.br

     

    Lançamento da obra “A interpretação no direito tributário sob o viés da semiótica comunicacional”

    A Ajufe informa o lançamento do livro “A interpretação no direito tributário sob o viés da semiótica comunicacional”, de autoria de Eliane A. Dorico Washington, mestre em direito tributário e doutora em comunicação e semiótica pela PUCSP. A obra é uma publicação da Editora Dialética.  

    O lançamento ocorrerá no dia 20/1, quinta-feira, de forma presencial, entre às 18h e 21h, na Livraria da Vila, no Shopping Higienópolis, em São Paulo.

    Para mais informações sobre o livro, acesse https://bit.ly/31wcpFQ

    Juiz federal lança o livro “Standards de Prova no Processo Penal”

    A Ajufe comunica o lançamento da obra “Standards de Prova no Processo Penal”, de autoria do juiz federal Flávio da Silva Andrade, publicada pela Editora JusPodivm.

    Para o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Rogerio Schietti, o autor “oferece uma obra inovadora, ao propor diferentes níveis de exigência probatória para cada uma das mais importantes decisões tomadas ao longo da persecução penal, tendo como referência a doutrina norte-americana sobre os standards de prova e as categorias relativas à dúvida, à certeza e à probabilidade no âmbito da investigação e do acertamento dos fatos no processo penal. Um livro para ser lido e aplicado na Academia e no Foro”.

    Para mais informações sobre a obra, acesse https://bit.ly/3eWd4U5

    Nota de pesar - José de Jesus

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) recebe com pesar a notícia do falecimento do ministro aposentado do STJ José de Jesus.

    O velório e o sepultamento ocorrerão nesta sexta-feira (31/12), no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília (DF). O velório será na Capela 2, às 15h, e o sepultamento às 17h.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    Nota de pesar – Ernando Uchoa Lima

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica o falecimento do jurista e ex-presidente da OAB Nacional Ernando Uchoa Lima.

    Ernando também foi senador e presidente da OAB-CE, além de membro do Conselho da Justiça Federal (CJF), quando representou a classe dos advogados.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    Nota de Pesar - André Francisco Neves da Cunha

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) recebe com pesar a notícia do falecimento de André Francisco Neves da Cunha, filho do juiz federal e associado da Ajufe, Francisco Neves da Cunha. 

    O velório será realizado na Capela 1 do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília (DF), a partir de 12h desta sexta-feira (31).

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    NOTA PÚBLICA – BOATE KISS

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) ressalta a necessidade de se respeitar a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que deferiu o pedido do Ministério Público para execução imediata das sentenças aos condenados pelo incêndio na Boate Kiss.

    O respeito às decisões e sentenças judiciais é essencial em qualquer democracia. A Constituição garante a independência dos magistrados para decidir com efetividade e de acordo com seu livre convencimento, com a devida fundamentação.

    A discordância de decisões judiciais, conforme prevê a legislação, deve ser manifestada por meio dos instrumentos processuais adequados. Sem independência funcional não há Poder Judiciário forte, imparcial e livre de interferências externas indevidas.

    Podcast Ajufe: Mulheres em Debate | Gênero e Meio Ambiente

    O quadro Mulheres em Debate traz uma entrevista com a filósofa e educadora ecofeminista, Daniela Rosendo. O bate-papo, mediado pela juíza federal Ana Carolina Vieira de Carvalho, fala sobre ecofeminismo, o que é, quando surgiu e como contribuir com a agenda da sustentabilidade.
     
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    Mutirão oferece cidadania à população vulnerável do Distrito Federal

    Nesta terça-feira (14), ocorreu o “Pop Rua Jud: 1º mutirão de atendimento à população em situação de rua do Distrito Federal”, uma rede de serviços para levar a cidadania para perto da população. O mutirão, que contou com o apoio da Ajufe, teve como objetivo prestar serviços para o exercício de cidadania, como regularização eleitoral, identificação civil, orientação jurídica e, no âmbito do Judiciário, resolução de conflito no pré-processual, atermação, realização de perícias médicas e análise de tutela antecipada, para concessão de benefícios previdenciários e assistenciais, liberação de FGTS em razão da situação de rua, entre outras demandas.

    Para o presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, um movimento com o olhar voltado para os direitos das pessoas em situação de rua é fundamental, principalmente em um período pandêmico. “A pandemia trouxe uma um agravamento da questão da população de rua e ao mesmo tempo aumentou a rede de solidariedade. Agora, a gente precisa aproveitar esse momento para tentar combater a informalidade”.

    E ainda destacou a necessidade de aproximar o Poder Judiciário da população. “Trazer documentos, ver os direitos que as pessoas têm, tanto previdenciários quanto assistenciais para proporcionar uma independência a elas. Às vezes a pessoa por falta de informação está morando na rua, mas tem direito a um FGTS, por exemplo. Então, retirar documentos, a pessoa regularizar, formalizar, isso é muito importante para o combate à informalidade e é essencial para nossa sociedade”, disse Brandão.

    Já a juíza federal Luciana Ortiz, que participa do Grupo de Trabalho do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) voltado para a população em situação vulnerável, afirmou ser um dia histórico. “O mutirão representa a concretização de um trabalho desenvolvido ao longo do ano de 2021, um laboratório para aprofundarmos como podemos concretizar os valores propostos pela Resolução n. 425/2021 do CNJ, de trabalho em rede com diversos parceiros interinstitucionais e nos locais de vivência das pessoas em situação de rua, a fim de romper os abismos existentes para o exercício da cidadania, sobretudo neste momento de aumento dessa população em razão da crise humanitária decorrente da atual pandemia”.

    O juiz federal e coordenador do mutirão, Marcio Maia, lembrou que no Distrito Federal possui cerca de 4 mil pessoas cadastradas no CadÚnico e o mutirão é uma maneira para tentar localizar e oferecer os serviços de maneira simples e direta. “Essa ação piloto, experimental, servirá para que a população em situação de rua se acostume com os serviços de maneira mais acessível. A ideia é que se repita de 60 em 60 dias, de acordo com a Resolução do CNJ e com isso aumente o número de pessoas buscando essa ajuda”, completou.

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    O Juiz Federal Renato Câmara Nigro, do mesmo Grupo de Trabalho do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), salientou “que além dos diversos atendimentos feitos, com benefícios previdenciários e assistenciais implantados, dentre vários outros serviços prestados, serviu para verificarmos o melhor formato para o futuro, já que a tendência é que os mutirões se espalhem pelo Brasil, acolhendo essa população, historicamente excluída do acesso à Justiça”.

    O mutirão  foi realizado em parceria entre o CNJ, a Justiça Federal, o TJDFT, o INSS, a DPU, a DPDF, do TER/DF e instituto de identificação. Em março de 2022 deve ocorrer novamente em Brasília uma nova edição do mutirão. 

    Resolução do CNJ

    A Resolução n. 425/2021 instituiu a Política Nacional de Atenção a Pessoas em Situação de Rua e suas interseccionalidades no âmbito do Poder Judiciário, cuja proposta nasceu na Comissão Permanente de Democratização do CNJ, a partir de grupo de trabalho coordenado pela Conselheira Flávia Pessoa.

    Para a juíza auxiliar na presidência do CNJ, Lívia Peres, o ato normativo do CNJ busca garantir o acesso à Justiça por pessoas em situação de rua.“O mutirão existe dentro da Resolução. Ele já é previsto como uma forma de atendimento. Imagina a dificuldade dessas pessoas para chegarem até as nossas instalações [do Poder Judiciário]. Então é para romper primeiro essa barreira e aproximar do Judiciário grupo minoritário”, afirmou Peres.

    Três novos conselheiros tomam posse na última sessão do CNJ em 2021

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza, nesta terça-feira (14), a última sessão extraordinária de 2021, com a posse de três novos conselheiros. O encontro ocorre a partir das 14h, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube (https://youtu.be/o5tlKi-Q9Gk). O presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, é um dos convidados para a cerimônia de posse.

    Tomam posse o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) Mauro Pereira Martins e o juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) Richard Paulro Pae Kim.

    Durante a sessão, o colegiado vai avaliar quatro novos atos normativos. Um deles trata da resolução que institui política de promoção da liberdade religiosa e o combate à intolerância no Poder Judiciário. Em outro ato, a recomendação é para a observância, pelos tribunais, dos tratados e das convenções internacionais de direitos humanos e para o uso da jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH). Também estão em análise normas para a capacitação da força de trabalho em julgamento com perspectiva de gênero e regulamentação de estágio nos tribunais.

    CJF aprova resolução que organiza a distribuição do TRF6

    Nesta segunda-feira (13), o presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, participou presencialmente da última sessão do Conselho da Justiça Federal (CJF) no ano de 2021. Dentre os processos da pauta, teve a leitura e aprovação de resolução que dispõe sobre a organização inicial do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) e a reestruturação das unidades da Seção Judiciária de Minas Gerais (SJMG), localizadas em Belo Horizonte.

    Em seu voto, o presidente do CJF, ministro Humberto Martins, lembrou que o avanço tecnológico e a otimização dos serviços organizacionais do TRF6 não serão afetados, aproveitando os recursos humanos.

    O presidente da Ajufe reforçou que a estruturação do TRF6 será referência a ser adotada por toda Justiça Federal, em termos de otimização de recursos, além de não poder deixar de considerar a situação dos juízes de Belo Horizonte que terão sua lotação extinta, para garantir uma estrutura mínima de trabalho para todos.

    Acompanharam também, no plenário do Colegiado, o vice-presidente da Ajufe na 1ª Região, Caio Marinho, o primeiro secretário, Nelson Alves, e o diretor jurídico, Ivanir César Ireno Júnior.

    Podcast Ajufe: Grandes Julgamentos | Inclusão de companheiro do mesmo sexo no Plano de Saúde

    No quadro “Grandes Julgamentos” deste mês, vamos falar sobre a atuação do então juiz federal Roger Raupp Rios em decisão de 1998, inédita na época, que incluiu o companheiro de um homossexual como dependente no plano de saúde.

    Hoje desembargador do TRF4, ele conta como foi este julgamento, em que a sentença foi fundamentada em preceitos constitucionais como a proibição da discriminação por motivo de sexo, o princípio da igualdade, a proteção da liberdade sexual como parte integrante do direito à privacidade e à intimidade e o princípio da dignidade humana.

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    Veja a Revista Justiça & Cidadania de dezembro!

    A edição de dezembro da Revista Justiça & Cidadania traz na seção "Espaço Ajufe" o artigo escrito pela juíza federal e membro da Comissão da Ajufe de Justiça Restaurativa, Katia Roncada, sobre "Justiça Restaurativa e o Código de Processo Penal".

    O artigo mostra que a base da Justiça Restaurativa está nas relações entre os seres humanos, bem como entre nós e o meio ambiente que nos acolhe, permitindo a nossa existência. 

    Nesta edição, o leitor ainda encontra uma reportagem com o presidente do TRF2, desembargador federal Messod Azulay Neto, sobre o uso da inteligência artificial nos tribunais e muito mais.

    A revista pode ser lida, na íntegra, no site: www.editorajc.com.br

     

    Ajufe participa de lançamento da 2ª edição da Revista de Estudos Jurídicos do STJ

    Nesta terça-feira (14), o presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, participa do lançamento da segunda edição da Revista de Estudos Jurídicos do Superior Tribunal de Justiça (REJuri), com 15 artigos inéditos, a partir das 9h30, em evento virtual transmitido pelo YouTube (https://bit.ly/3GCMP0x).

    O objetivo principal do periódico é fomentar a produção acadêmica e fornecer subsídios para reflexões sobre a legislação brasileira. Instituída pela Instrução Normativa STJ/GP 16/2019, a REJuri tem como público-alvo principal magistrados, advogados, promotores, procuradores, defensores públicos, professores, pesquisadores e estudantes.

    Além disso, os artigos que não foram selecionados para a segunda edição poderão permanecer no banco de dados e, se aprovados, serão publicados em uma próxima edição.

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