Presidente da Ajufe vai ao lançamento do livro "Vida e Magistratura com bom humor", de Vladimir Passos

    O presidente da Ajufe, Fernando Mendes, participou do lançamento do livro “Vida e Magistratura com bom humor”, do ex-presidente da Ajufe e atual chefe da Assessoria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Vladimir Passos, nessa terça-feira (05), em São Paulo (SP).

    A obra conta a história do magistrado, que tem 26 anos de carreira como juiz federal, sem contar a década em que atuou como promotor de justiça, e resume a trajetória pessoal e profissional dele em 290 páginas.

    Diante de uma vida tão atribulada, Vladimir elaborou um mosaico de histórias, em narrativas curtas ilustradas com fotografias e documentos, com três objetivos: transmitir a ideia de que é possível conciliar a seriedade de uma carreira jurídica e o prazer de viver; mostrar que os obstáculos fazem parte de qualquer pessoa, mas podem ser superados, e enfatizar a importância da família e dos amigos para uma existência feliz.

    O “Vida e Magistratura com bom humor”, da Editora Comunnicar, será vendido a R$ 20,00 com a doação dos valores arrecadados a asilos. Ele também poderá ser adquirido pela internet, por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

    Ainda haverá lançamentos do livro em Brasília (12/11) e Porto Alegre (05/12).

    Secretário-geral da Ajufe vai ao lançamento da obra “A Constituição Cidadã e o Direito Tributário”

    O secretário-geral da Ajufe, Rodrigo Coutinho, participou, nessa quarta-feira (6), em Brasília, do lançamento do livro “A Constituição Cidadã e o Direito Tributário”, com estudos em homenagem ao ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto.

    A obra, coordenada pelos juristas Saul Tourinho Leal e Eduardo Lourenço Gregório Júnior, trata-se de uma coletânea de artigos assinados por nomes relevantes do direito tributário brasileiro. O evento ocorreu no Supremo Tribunal Federal, no Átrio da Biblioteca Ministro Victor Nunes Leal.

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    Ajufe reúne-se com bancada de parlamentares do Rio Grande do Sul

    O presidente da Ajufe, Fernando Mendes, reuniu-se, nesta quarta-feira (6), com parlamentares do Rio Grande do Sul, na sede da Ajufe, em Brasília. Também participaram do encontro o secretário-geral da Ajufe, Rodrigo Coutinho, a delegada no RS, Clarides Rahmeier, e a presidente da Ajufergs, Rafaela Santos Martins da Rosa.

    O encontro foi para estreitar os laços entre a associação e os parlamentares para construção, em conjunto, de uma pauta positiva no Congresso Nacional.

    O presidente da Ajufe avalia que um encontro como este é fundamental para que parlamentares possam dialogar com a associação sempre que necessário. “Devemos manter sempre a porta do diálogo aberta. A Ajufe defende a necessidade de uma agenda positiva para o Poder Judiciário e se coloca à disposição do Parlamento para contribuir com as pautas de interesse do País”, afirmou Fernando Mendes.

    Os deputados que participaram do encontro foram Giovani Cherini (PL), Nereu Crispim (PSL), Afonso Motta (PDT), Carlos Gomes (Republicanos), além da Secretária de Relações Federativas e Internacionais do Rio Grande do Sul, ex-Senadora Ana Amélia.

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    Entidades da magistratura e do MP realizam ato em SP contra a impunidade

    Associações têm objetivo de conscientizar a população sobre os malefícios da Lei de Abuso de autoridade

    A Ajufe e a Ajufesp, unidas às entidades que compõem a Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público, realizaram, nesta terça-feira (05), um ato público a fim de questionar a Lei do Abuso de Autoridade e conscientizar a população acerca dos malefícios da nova legislação. A ação ocorreu em frente ao Fórum Ministro Pedro Lessa, em São Paulo, e contou com dezenas de magistrados e membros do MP.

    O ato foi batizado de Movimento contra a impunidade e tem entre as pautas o combate à agenda negativa que vem sendo articulada contra a magistratura e contra o Ministério Público, tanto no âmbito federal quanto no estadual. Durante o ato, os representantes das entidades falaram sobre a tentativa de enfraquecimento do Poder Judiciário.

    O presidente da Ajufe, Fernando Mendes, destacou que a urgente necessidade de preservação das instituições. “Nós vivemos um momento político muito sensível. As instituições vêm sendo sistematicamente atacadas, e sem uma magistratura independente, sem um Ministério Público independente, nós vamos passar por um estágio de caos. Precisamos preservar as instituições. Há uma agenda negativa de ataque à Magistratura e ao Ministério Público, e isso precisa ser interrompido”, avaliou Mendes.

    “Os magistrados não podem sentir medo de atuar de forma independente. No dia em que isso acontecer, não teremos mais democracia, não teremos mais liberdade. Esse ato simboliza esse momento de união de todas as carreiras, visando o fortalecimento das instituições”, finalizou o presidente da Ajufe.

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    Ajufe participa do Seminário “A Magistratura do Futuro” no CNJ

    O vice-presidente da Ajufe na 1ª Região, Newton Ramos, participou, nesta terça-feira (05), do Seminário “A Magistratura do Futuro”, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça. O evento tem o objetivo de promover o debate acerca do surgimento de novos desafios e oportunidades futuras relacionadas ao exercício da magistratura.

    A mesa de abertura foi composta pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Dias Toffoli, o corregedor Nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, e dos ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luiz Felipe Salomão e Antônio Saldanha Palheiro.

    O ponto de partida do seminário foi a pesquisa “Quem somos – a magistratura que queremos”, realizada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) em 2018 sobre o perfil da magistratura. Após a abertura, foi realizado um debate com representantes de associações da magistratura, entre elas a Ajufe, a fim de abordar questões atuais relacionadas ao aperfeiçoamento do sistema de justiça.

    Entidades da magistratura e MP realizam ato contra Lei do Abuso de Autoridade

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) juntamente com outras entidades representantes da magistratura e do Ministério Público vão realizar, nesta 3ª feira (05/11), um ato público contra a Lei do Abuso de Autoridade. A ação será ocorrerá em frente ao Fórum Pedro Lessa, em São Paulo, às 15h.

    O ato foi batizado de Movimento contra a impunidade e contará com a presença do presidente da Ajufe, Fernando Mendes, bem como de representantes da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas).

    Visando conscientizar a sociedade, o movimento tem entre as pautas o combate à agenda negativa que vem sendo articulada contra a magistratura e contra o Ministério Público, tanto no âmbito federal quanto no estadual. A manifestação pretende alertar a sociedade sobre os perigos que podem se concretizar se medidas que visam ao enfraquecimento do Poder Judiciário, como essa Lei do Abuso de Autoridade, não forem contidas ou barradas.

    Para Fernando Mendes, a proposta, bem como outras medidas que estão sendo tomadas pelo Governo Federal, enfraquecem o Sistema de Justiça e criam insegurança jurídica.

    “A Lei do Abuso de Autoridade, da forma que foi aprovada pelo Congresso Nacional, em especial depois da derrubada dos vetos, cria mecanismos que não oferecem proteção a sociedade, mas apenas pressionam os agentes públicos responsáveis pela atividade jurisdicional”, ressalta o presidente da Ajufe.

    SERVIÇO:
    Movimento contra a impunidade #AbusoDeAutoridadeNão
    Local: Fórum Pedro Lessa (Av. Paulista 1682, Bela Vista, São Paulo - SP)
    Data: 3ª feira, 05 de novembro
    Horário: 15h

    Ajufe e Ajuferjes reúnem-se com o corregedor regional do TRF2

    O presidente da Ajufe, Fernando Mendes, o vice-presidente na 2ª Região, Flávio Oliveira Lucas, o diretor, Paulo André Espírito Santo, e o presidente da Ajuferjes, Renato Pessanha, fizeram uma visita institucional ao corregedor regional do TRF2, Luiz Paulo da Silva Araújo Filho, nesta segunda-feira (04).

    No encontro, foram tratados assuntos referentes à carreira e à atuação da Ajufe e da Ajuferjes nas pautas institucionais.

    Ajufe promove, neste mês, 3ª Semana da Consciência Negra

    A partir do dia 18 de novembro, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) promove a 3ª Semana da Consciência Negra Ajufe "50 Anos da promulgação da Convenção Internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial". O objetivo do evento é promover uma discussão séria e profunda sobre a necessidade de superação da desigualdade racial existente em nossa sociedade, demonstrada pelos diversos indicadores sociais, com reflexões e análises da conjuntura político racial do Brasil.

    NOTA PÚBLICA FRENTAS EM DEFESA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA

    A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (FRENTAS), composta pela Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho – ANPT, Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho – ANAMATRA, Associação dos Juízes Federais do Brasil – AJUFE, Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB, Associação Nacional dos Membros do Ministério Público – CONAMP, Associação Nacional dos Procuradores da República – ANPR, Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios – AMPDFT, Associação Nacional do Ministério Público Militar – ANMPM e Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios – AMAGIS/DF, entidades de classe de âmbito nacional que congregam mais de 40.000 juízes e membros do Ministério Público em todo o país, vem manifestar seu repúdio às declarações do Deputado Federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) feitas em entrevista em que cogita a possibilidade de instituição de um “novo AI-5” como resposta a manifestações políticas.

    O Ato Institucional nº 5, conhecido como AI-5, representou um grave ataque à democracia e aos direitos fundamentais, com suspensão de direitos políticos e de garantias constitucionais, imposição de censura à imprensa e aos cidadão brasileiros e de toques de recolher, demissões e perseguições, intervenção em Estados e Municípios e fechamento do Congresso Nacional, com cassação de mandato de parlamentares.

    A fala do parlamentar, ao evidenciar graves intenções autoritárias de retorno de atos como o AI-5, constitui um verdadeiro ataque ao Estado Democrático de Direito, além de ser totalmente incompatível com a ordem constitucional vigente desde 1988, atentando contra os princípios da República Federativa do Brasil e contra os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos brasileiros.

    É inaceitável que um membro do Congresso Nacional, abusando da sua imunidade parlamentar, flerte com instrumentos antidemocráticos e ditatoriais de um dos períodos mais sombrios da história brasileira.

    Por essas razões, as associações da FRENTAS, acima consignadas,repudiam as declarações do parlamentar em questão, reafirmando seu compromisso com a democracia brasileira e com o respeito aos Poderes, às instituições e ao direitos e garantias fundamentais do povo brasileiro.

    Brasília, 01 de novembro de 2019.

    Ângelo Fabiano Farias da Costa
    Presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT)
    Coordenador da FRENTAS

    Jayme Martins de Oliveira Neto
    Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

    Victor Hugo Palmeiro de Azevedo Neto
    Presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp)

    Noêmia Aparecida Garcia Porto
    Presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra)

    Fernando Marcelo Mendes
    Presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe)

    Fábio George Cruz Nóbrega
    Presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR)

    Trajano Sousa de Melo
    Presidente da Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT)

    Antônio Pereira Duarte
    Presidente da Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM)

    Fábio Francisco Esteves
    Presidente da Associação dos Magistrados do Distrito Federal (Amagis-DF)

    Nota Pública - Declarações Eduardo Bolsonaro

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) vem a público manifestar profunda preocupação com as recentes declarações do deputado federal Eduardo Bolsonaro, em que anuncia que um novo AI-5 poderia ser a resposta, caso a “esquerda radicalizasse”.

    Um novo AI-5 representaria uma grave afronta à democracia e à Constituição Federal, por promover cassações de mandatos, suspensão de direitos políticos, demissões e perseguições, fechamento do Congresso Nacional e intervenção nos Estados e Municípios.

    Por isso, é inaceitável que um parlamentar federal defenda a possibilidade de qualquer instrumento que coloque em risco a ordem democrática.

    A Ajufe repudia qualquer afronta à democracia, pugnando pela estabilidade política e bom senso das instituições e de seus interlocutores.

    Brasília, 31 de outubro de 2019.

    DIRETORIA DA AJUFE

    Ajufe vai à CCJ do Senado para debater projeto que dispensa licitações a advogados e profissionais de contabilidade

    O presidente da Ajufe, Fernando Mendes, participou de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quinta-feira (31), para debater o PL 4489/2019. O texto estabelece que serviços de advogados e profissionais de contabilidade são técnicos e singulares, dispensando assim licitações para contratação dos seus serviços.

    A proposta, do deputado Efraim Filho (DEM-PB), altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906, de 1994) e o Decreto-Lei 9.295, de 1946, que criou o Conselho Federal de Contabilidade e definiu as atribuições do contador.

    Durante a fala na Comissão, o presidente da Ajufe explicou que “a inexigibilidade de licitação tem de ser tratada como exceção; o PL 4489/2019 pretende trata-la como regra para os serviços de advocacia e de contabilidade, com o que não podemos concordar”.

    “Para a AJUFE, a proposta, como se apresenta, vai de encontro a princípios fundamentais à administração pública, como é o caso do princípio da impessoalidade”, explicou Fernando Mendes.

    A delegada da Ajufe em Belém, Carina Senna, acompanhou a audiência. Também participaram do debate representantes da OAB, da Conamp e dos profissionais de contabilidade.

    Veja a nota técnica da Ajufe sobre o PL 4489/2019: https://bit.ly/333IS1P

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    Ajufe participa de Seminário em comemoração aos 25 anos da Justiça Federal em Bauru (SP)

    O presidente da Ajufe, Fernando Mendes, participou do Seminário em Celebração dos 25 anos da Justiça Federal em Bauru (SP). O evento, promovido pela Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (Emag), em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil - Subseção Bauru (OAB/Bauru), a Ajufe e a Ajufesp, foi realizado nos dias 28 e 29 de outubro e contou com palestras voltadas aos magistrados, servidores, advogados e estudantes.

    O primeiro dia de evento contou com a palestra do desembargador federal Nelton Moraes que discutiu o tema: “PL do Senado n.º 4257/2019 - Arbitragem Tributária e Execução Fiscal Administrativa”. A juíza federal Elídia Aparecida de Andrade Correa e o advogado Luiz Fernando Maia foram os debatedores.

    Já no segundo dia, o tema explorado foi “Prova - Conceito, Elementos, Espécies e Valoração”, sob condução do desembargador federal Mairan Gonçalves Maia Júnior. A juíza federal Louise Vilela Leite Filgueiras Borer e o advogado Fábio Resende Leal participaram dos debates.

    Também participaram do seminário o presidente da Ajufesp, Otávio Port, a diretora do Foro da Seção Judiciária de São Paulo, Luciana Ortiz, e o diretor da Subseção Judiciária de Bauru, Marcelo Zandavali.

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    Ajufe reúne-se com ministro Og Fernandes para discutir ampliação da competência eleitoral

    O vice-presidente da Ajufe na 1ª Região, Newton Ramos, foi recebido, nesta terça-feira (29), pelo ministro do TSE, Og Fernandes, atual corregedor-geral da Justiça Eleitoral, para discutir a ampliação da competência eleitoral, a fim de que a Justiça Federal seja incluída.

    Durante a reunião, o vice-presidente explicou os pontos defendidos pela Ajufe diante da proposta, reforçando a importância de uma maior participação de juízes federais na Justiça Eleitoral, proposta apresentada pela associação em 2015. Na visão da associação, os juízes federais podem contribuir, diante de sua especialização no julgamento de crimes comuns, com a Justiça Eleitoral.

    O ministro Og Fernandes informou que vai esperar a matéria ser pautada no TSE e, na oportunidade, vai examinar a partir dos fundamentos do voto do relator, ministro Luís Roberto Barroso.

    Ajufe reúne-se com subprocurador-geral da República para debater riscos do possível fechamento do MPF em Ponta Porã (MS)

    O vice-presidente da Ajufe na 1ª Região, Newton Ramos, reuniu-se, nesta terça-feira (29), com o subprocurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand, para tratar do fechamento da unidade do Ministério Público Federal em Ponta Porã, que pode ser desativada. A questão é discutida pelo Conselho Superior do Ministério Público.

    Na reunião, o vice-presidente da Ajufe apresentou ofício da associação, no qual é demonstrada a preocupação com a questão, principalmente, diante da proximidade da sede do MPF com a fronteira do Paraguai, o que esvaziaria a região e provocaria perda de ostensividade do poder público no local.

    Ex-presidente da Ajufe lança obra sobre a vida e a Magistratura em SP

    O ex-presidente da Ajufe e atual chefe da Assessoria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Vladimir Passos, lança, no próximo dia 5 de novembro, em São Paulo (SP), o livro “Vida e Magistratura com bom humor”.

    Protagonista da história, materializada no livro que ele próprio escreveu, aos 74 anos de idade e 26 de carreira como juiz federal, sem contar a década em que atuou como promotor de justiça, a obra é um resumo dessa trajetória pessoal e profissional contada em 290 páginas.

    Diante de uma vida tão atribulada, Vladimir elaborou um mosaico de histórias, em narrativas curtas ilustradas com fotografias e documentos, com três objetivos: transmitir a ideia de que é possível conciliar a seriedade de uma carreira jurídica e o prazer de viver; mostrar que os obstáculos fazem parte de qualquer pessoa, mas podem ser superados, e enfatizar a importância da família e dos amigos para uma existência feliz.

    O “Vida e Magistratura com bom humor”, da Editora Comunnicar, será vendido a R$ 20,00 com a doação dos valores arrecadados a asilos. Ele também poderá ser adquirido pela internet, por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    Lançamento (SP):
    Data: 05/11/2019 - terça-feira
    Local: Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Av. Paulista, 1842. Hall Nobre, 25º andar. São Paulo (SP)
    Hora: A partir das 18h30

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    Parecer do ministro Ayres Britto sobre a Lei de abuso de autoridade será juntado à ADI da Ajufe

    O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Ayres Britto, entregou parecer à Ajufe sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6239, protocolada pela associação junto ao STF diante da Lei nº 13.869/2019, do Abuso de Autoridade. O documento será juntado à ADI da Ajufe. Na visão de Ayres Britto, “a lei inibe a prestação jurisdicional e a independência do magistrado, que se vê criminalizado por uma interpretação dada a norma geral”.

    O ministro ainda sustenta que “nenhum diploma jurídico infraconstitucional pode ter a pretensão de ditar as coordenadas mentais do juiz-juiz, ou instância judicante colegiada, para conhecer do descritor e do prescritor dessa ou daquela norma geral a aplicar por forma tipicamente jurisdicional”.

    Em concordância com o posicionamento da Ajufe, a avaliação de Ayres Britto aponta como inconstitucionais os artigos 9º, 10º, 20º, 25º, 36º e 43º da Lei 13.869/19.

    O parecer foi redigido pelo escritório Ayres Britto Consultoria Jurídica e Advocacia e entregue ao presidente da Ajufe, Fernando Mendes, à vice-presidente da Ajufe na 4ª Região, Patrícia Panasolo, ao diretor de assuntos jurídicos, Marcelo Micheloti, à diretora de prerrogativas Monique Marchioli Leite, e à delegada da Ajufe em Alagoas, Camila Pullin.

    Em Congresso de Sustentabilidade, presidente da Ajufe debate riscos de reformulação da Aneel na mini e micro geração de energia

    O presidente da Ajufe, Fernando Mendes, falou sobre os riscos da reformulação que a Agência Nacional de Energia Elétrica pretende fazer na regulamentação para a mini e micro geração de energia durante o IX Congresso Internacional de Direito e Sustentabilidade, em Balneário Camboriú, a convite do professor Juarez Freitas. Em palestra, na última sexta-feira (25), o presidente da Ajufe abordou as ações da Justiça Federal para implementar o objetivo de desenvolvimento sustentável da ONU nº 7, que pretende assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos até 2030.

    Durante o evento, Fernando Mendes apresentou os projetos da Justiça Federal que visam a utilização e produção de energia limpa, como as usinas fotovoltaicas no Ceará, Mato Grosso, Espírito Santo, Pará e Santa Catarina, e avaliou os aspectos positivos e negativos da mudança proposta pela Aneel. Na visão dele, a reformulação poderá trazer prejuízo à política de geração de energia limpa, além de causar insegurança jurídica e estagnação de um mercado em franca expansão, como a fotovoltaica.

    O presidente da Ajufe ainda destacou o fato de que, com a reformulação, cerca de metade da vida útil das placas será condicionada a uma nova regra, algo que prejudica a viabilidade inicialmente planejada, fora o alto investimento e o longo prazo para retorno.

    O Congresso teve o objetivo de discutir acerca das inovações tecnológicas sustentáveis no Século XXI e durou três dias. O evento é uma iniciativa da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), por meio do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência Jurídica, juntamente do Instituto Brasileiro de Altos Estudos de Direito Público e a Associação Internacional de Constitucionalismo, Transnacionalidade e Sustentabilidade.

    Veja a apresentação: https://bit.ly/2BNNP2F
    Acesse o arrazoado técnico sobre o tema: https://bit.ly/2qR5jsN

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    Presidente da Ajufe faz visita institucional à Justiça Federal em Itajaí-SC

    Na manhã desta sexta-feira (25), o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fernando Mendes, fez uma visita institucional à Justiça Federal em Itajaí (SC).

    Durante o encontro, o presidente da Ajufe foi acompanhado pela diretora do Foro, Ana Carine Busato Daros, e pela Juíza Federal Substituta Lillian Pfleger.

    Em Santa Catarina

    Ainda nesta sexta-feira, o presidente da Ajufe participará do IX Congresso Internacional de Direito e Sustentabilidade. O evento é uma iniciativa da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), por meio do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência Jurídica, juntamente do Instituto Brasileiro de Altos Estudos de Direito Público e a Associação Internacional de Constitucionalismo, Transnacionalidade e Sustentabilidade.

    O encontro que tem o objetivo de discutir acerca das inovações tecnológicas sustentáveis no Século XXI, encerra hoje (25), está sendo realizado no Campus Balneário Camburiú, bloco 7 (auditório). O Campus está localizado na 5ª Avenida, 1.100, Bairro dos Municípios, Balneário Camburiú (SC).

    Ajufe participa da abertura do 3º Enajun

    Nessa quinta-feira (24), ocorreu a abertura do III Encontro Nacional de Juízas e Juízes Negros (Enajun), um evento apoiado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), que não é exclusivo para magistrados negros, mas para toda a Magistratura, o sistema de Justiça e a sociedade, com o intuito de fomentar a reflexão sobre a representatividade, questão racial, democracia. O encontro ocorreu no auditório do TRE, em Brasília. E teve a participação na mesa de abertura do diretor da Ajufe, Antônio José de Carvalho Araújo.

    Neste ano, o Enajun celebra os 50 anos da Convenção Internacional sobre a Eliminação de todas as formas de discriminação racial. O encontro é uma oportunidade para refletirmos sobre a Magistratura brasileira e sua representatividade, tanto para os juízes negros, como para uma sociedade que ainda não encontra no Judiciário a sua projeção racial, tão indispensável para a realização do pluralismo de ideias, fazeres e imagens, fundamento do Estado Democrático de Direito, do qual evidentemente o Judiciário não está excluído.

    Estiveram presentes no encontro o presidente da Ajufe, Fernando Mendes, a delegada da Ajufe em Alagoas, Camila Pullin, o delegado da Ajufe em Goiás, Eduardo Pereira, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Reynaldo da Fonseca, as desembargadoras do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Neuza Alves e Daniele Maranhão, e as juízas federais Mara Lina e Priscilla Corrêa.

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    Além da Ajufe, o evento conta com o apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), da Associação dos Magistrados Piauienses (Amapi), da Associação dos Magistrados do Amapá (Amaap), da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), da Associação Alagoana de Magistrados (Almagis), da Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (Amarn) e da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar).

    Contratação de Esata Ilegal pode ser crime

    Matéria originalmente publicada pela Revista Em Solo - ABESATA.

    Foco da Justiça hoje está mais nos gestores, aqueles que o Código Penal chama de garantidores da segurança. Especialmente quando estes fazem opções com menor segurança

    “Crimes Aeronáuticos”, de Marcelo Honorato, já pode ser considerado um best-seller. Em uma área com tão pouca bibliografia, a obra já está na terceira edição e tem motivado palestras com o Juiz Federal Titular no Brasil e em vários países da América Latina. O fato é que Honorato preencheu uma lacuna importante, justamente quando o Brasil deu um passo igualmente importante, criando uma lei capaz de separar as duas investigações em caso de acidente aéreo, a criminal e a de prevenção de novos acidentes. A lei 12.970, de 2014, vem sendo considerada modelo para outros países.

    Honorato conversou com exclusividade com a reportagem do Em Solo sobre o sucesso do livro, a legislação brasileira e a mudança de cultura na indústria aeronáutica quando o assunto é criminalização.

    “No passado, quase sempre, a culpa era do piloto ou do mecânico em um acidente. Hoje, já se sabe que o problema é maior, um acidente decorre de uma situação de ‘doença’ na empresa e o foco está nos gestores, que têm sido condenados inclusive”.

    Por que o tema Crimes Aeronáuticos tem atraído tanta atenção?

    Na verdade, todo mundo sempre me perguntava sobre o assunto por causa da minha experiência como Investigador de Acidentes Aeronáuticos pelo Cenipa – Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – e eu fui colecionando casos, que posteriormente coloquei no livro.

    Mas fui além dos acidentes e trato ali de questões como sequestro, táxi aéreo pirata e outros problemas.

    Antes havia uma restrição à criminalização do acidente aéreo, não havia?

    Sim, mas isso mudou, pouco a pouco se enxergou que havia dois caminhos a serem seguidos: o da prevenção de novos acidentes e um outro que é da punição e do ressarcimento das vítimas.

    De onde veio o projeto de lei?

    O projeto nasceu logo depois do acidente do voo 1907 da Gol em 2006, mas só foi aprovado em 2014. Naquela época, o Cenipa recebia a caixa preta de uma aeronave envolvida em um acidente e a polícia tinha dificuldade de produzir uma investigação, às vezes, era até cômodo aproveitar a investigação do Cenipa como uma prova criminal. O acidente da Gol deflagrou esse processo legislativo porque os controladores de voo não quiseram dar informações com medo de se comprometer. Havia uma mistura entre a investigação para prevenção e a investigação policial. A lei 12.970 separou as duas investigações e agora as pessoas se sentem protegidas para falar aquilo que vai ajudar na prevenção, sem se comprometer.

    Agora voltando o olhar para o ground handling, a Abesata lançou uma campanha de combate à chamada Esata ilegal, aquela que não cumpre os requisitos para atuar no sítio aeroportuário, mas que acaba competindo com preços mais baixos.

    As empresas aéreas ou aeroportos que contratam uma Esata ilegal podem responder criminalmente em caso de acidente ou incidente?

    Sim, se o acidente ou incidente for resultado da falta de cumprimento de algum requisito legal exigido de uma Esata. Por exemplo, se faltou treinamento na empresa e isso a torne irregular, ou outro requisito previsto nos regulamentos das ESATAs, gerando um sinistro aéreo, quem contratou pode ser responsabilizado criminalmente.

    Como funciona isso?

    A responsabilidade criminal decorre do fato de a empresa contratante – companhia aérea ou aeroporto – ter consciência de que está contratando uma empresa irregular. Se sabe, pode responder criminalmente em caso de acidente/incidente ou mesmo por ter colocado em perigo a operação da aeronave. Exemplo, um incidente no push back causado pelo uso de um garfo inadequado por parte da empresa pirata contratada, aqui, pode haver o delito de atentado contra a segurança do transporte aéreo.

    Contudo, se operador foi enganado pela contratada ilegal, que omitiu a informação de que não é habilitada, situação mais comum na aviação geral, nem precisa haver algum incidente para que a Esata irregular seja processada por estelionato. Na realidade, nem mesmo a prestação de qualquer serviço pela Esata irregular precisa ter ocorrido, basta que a empresa pirata tenha firmado o contrato para prestar um serviço para o qual não estava habilitada, induzindo a erro o contratante, para que seja acusada pelo crime de estelionato.

    E o senhor falava em agravamento da pena para quem tem consciência do que está fazendo?

    Sim, companhias aéreas e aeroportos conhecem as regras da ANAC, por exemplo se contratam uma empresa que não cumpre estas regras, terão a pena agravada porque tinham conhecimento desta necessidade. O juiz confere uma pena maior quando percebe que a empresa estava consciente da ilicitude e queria obter vantagem financeira indevida.

    O que mudou nos últimos anos?

    Antigamente, de cara já se imaginava que o piloto ou o mecânico tinham alguma culpa quando envolvidos em um incidente ou acidente. Hoje já se sabe que o acidente ou incidente é causado por algo maior, a empresa está doente de alguma forma, e isso é causado, frequentemente, ou de forma concorrente, por decisões de gestores que levam à redução da segurança. Cortam treinamentos, por exemplo.

    E eles são condenados?

    Sim, o Código Penal chama estas pessoas de garantidores da segurança; então quando eles fazem opção por menor segurança podem ser penalizados se essa omissão contribuir para um acidente aeronáutico. No acidente da TAM, com o voo 3054, houve a abertura de processo criminal contra o alto escalão da empresa e a área de safety, embora todos tenham sido absolvidos ao final, o caso retrata a importância que o Ministério Púbico tem dado às ações gerenciais na investigação criminal de um acidente aeronáutico. No acidente do voo 4815 da Rico, com 33 vítimas fatais, foram condenados o presidente e o presidente-administrativo, que respondia pela área de compras e serviços. Ficou provado que foram tomadas decisões de corte de treinamento em simulador e CRM e essa deficiência em treinamento foi uma das causas do acidente aéreo. Por isso, hoje a investigação criminal tem vasculhado a questão organizacional das empresas do modal aéreo.

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