Associada da Ajufe participa de seminário virtual da OCDE sobre concorrência

    Entre os dias 11 e 13 de julho, das 11h às 13h (horário de Brasília), será realizado o seminário virtual “Judicial Review of Antitrust Enforcement”, promovido pelo Centro Regional de Concorrência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na América Latina. A juíza federal Marcella Brandão participará de painel.

    O objetivo do seminário é proporcionar aos participantes a oportunidade de compreender o papel central que o Judiciário desempenha na política de concorrência. O evento reunirá juízes e funcionários das autoridades de concorrência, com foco em casos de cartel e abuso de domínio. 

    O evento é aberto ao público, mas será necessária inscrição prévia, até o dia 6 de julho, para receber o link da sala Zoom: https://bit.ly/3OulzWl

    Acesse a programaçãop preliminar: https://bit.ly/3ub4FnJ

    PLN 13 é aprovado na Comissão Mista de Orçamento do Congresso

    Foi aprovado na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional o PLN 13, projeto que abre crédito especial de R$ 312,7 milhões e que será usado para pagar peritos que trabalham em processos na Justiça Federal que tem como parte o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O presidente da Ajufe, Nelson Alves, e o vice-presidente da 1ª Região, Shamyl Cipriano, acompanharam a votação nesta quarta-feira (29/6).

    Também foi aprovado o PLN 5, que dispõe sobre a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023. As matérias seguem para apreciação no Plenário do Congresso Nacional.

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    Retorno às atividades presenciais é tema de reunião da Ajufe com corregedora do TRF1

    O presidente da Ajufe, Nelson Alves, o vice-presidente da 1ª Região, Shamyl Cipriano, e a diretora de Comissões, Mara Lina Silva do Carmo, se reuniram, na tarde desta quarta-feira (29/6), com a corregedora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), desembargadora federal Mônica Sifuentes. O objetivo do encontro foi tratar sobre o retorno da magistratura federal às atividades presenciais, sugerido pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) por meio da Recomendação nº 9, de 31 de maio deste ano.

    Segundo o presidente da Ajufe, o trabalho remoto realizado pela Justiça Federal durante a pandemia foi alvo de elogios de todas as partes envolvidas e resultou, inclusive, em aumento de produtividade, e esse retorno às atividades presenciais deve observar os avanços que aconteceram no período.

    Na última semana, Nelson Alves e a diretora de aposentados, Maria Helena Rau, se reuniram com o corregedor do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior, para tratar do mesmo tema.

    Também participaram da reunião o juiz federal em auxílio à Corregedoria, José Alexandre Franco, e o juiz federal Saulo Casali, presidente da Ajufba.

    Enfam lança livro “O sistema de precedentes brasileiros – Demandas de massa, inteligência artificial, gestão e eficiência”

    A Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) lançou na última segunda-feira (27/6) o livro “O sistema de precedentes brasileiros – Demandas de massa, inteligência artificial, gestão e eficiência”. A obra é resultado dos estudos realizados por membros dos grupos de pesquisa “Centro de Inteligência, Precedentes e Demandas Repetitivas” e “Centros de Inteligência e Formação Judicial em Prevenção de Conflitos e Gestão de Precedentes”, vinculados ao programa de Mestrado em Direito e Poder Judiciário da Enfam.

    A obra é produto de dois grupos de pesquisa, que estão sob a coordenação dos professores Taís Schilling Ferraz, Fabrício Castagna Lunardi e Frederico Augusto Leopoldino Koehler. O juiz do TRF 5, Frederico Augusto Koehler, classificou a publicação como indispensável. “A obra será fundamental para que a magistratura forme uma melhor compreensão dos conceitos teóricos e da aplicação prática dos precedentes vinculantes no Brasil. Os temas como demandas de massa, gestão de processos e uso de inteligência artificial têm a finalidade de fazer com que o Judiciário preste um serviço mais eficiente para a população”, frisou Koehler.

    Contribuíram para a construção da obra os (as) autores (as):

    Acácia Regina Soares de Sá, Caio Moysés de Lima, Cíntia Teresinha Burhalde Mua, Consuelo Y. Moromizato Yoshida, Debora Bonat, Fábio Akahoshi Collado, Fabrício Castagna Lunardi, Felipe Albertini Nani Viaro, Frederico Augusto Leopoldino Koehler, João Thiago de França Guerra, Leonardo Sousa de Paiva Oliveira, Lucas Cavalcanti da Silva, Moacir Ribeiro da Silva Júnior, Paulo César Moy Anaisse, Ricardo Luiz Nicoli, Rodrigo Martins Faria, Sílvio Neves Baptista Filho, Taís Schilling Ferraz e Thielly Dias de Alencar Pitthan.

    Ficou interessado no conteúdo? Confira o link de acesso ao livro: https://www.enfam.jus.br/publicacoes-3/colecao-pesquisa-e-inovacao/o-sistema-de-precedentes-brasileiro/

    Obra ENFAM

    Ex-presidente da Ajufe participa da abertura de fórum jurídico em Lisboa

    Nessa segunda-feira (27), o ex-presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, participou da abertura da 10ª edição do Fórum Jurídico de Lisboa, na capital portuguesa. O tema este ano é “Governance da Ordem Jurídica em Transformação”. O Fórum é realizado anualmente e reúne acadêmicos, juristas, autoridades e representantes da sociedade civil na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL).

    O objetivo nesta edição é abordar um panorama sobre os principais conceitos relacionados à governança, incluindo subtemas como liberdades individuais, crise da democracia na geopolítica global e sistemas de governo; transformações econômicas globais, meio ambiente e sustentabilidade; novas tecnologias e desafios do Estado regulador.

    Mais informações: https://www.forumjuridicodelisboa.com/

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    Representantes da Farma Brasil são recebidos na Ajufe

    O presidente da Ajufe, Nelson Alves, o vice-presidente da 1ª Região, Shamyl Cipriano, e a diretora de comunicação, Débora Valle, receberam, nesta terça-feira (28/6), os representantes do Grupo Farma Brasil, Adriana Diaferia (diretora jurídica) e Reginaldo Arcuri (presidente) na sede da associação, em Brasília (DF).

    O encontro serviu para ampliar o diálogo entre as instituições e firmar parceria em projetos futuros, inclusive em seminários jurídicos de interesse mútuo.

    Nelson Alves participa de primeira sessão no CJF como presidente da Ajufe

    O presidente da Ajufe no biênio 2022-2024, Nelson Alves, participou, nesta segunda-feira (27/6), de sua primeira sessão no Conselho da Justiça Federal à frente da associação. O vice-presidente da 1ª Região, Shamyl Cipriano, também acompanhou a sessão. Durante a reunião do Colegiado, o presidente, ministro Humberto Martins, deu as boas vindas ao juiz federal.

    “Abrimos esta sessão dando as boas novas ao presidente da Ajufe, Nelson Alves, dessa Associação que tanto contribui e briga por interesses maiores da cidadania, da magistratura e, sobretudo, pelo respeito aos Poderes. Cidadania é com justiça de mãos dadas. Sem justiça não há democracia. E sem democracia não há Estado de Direito”, afirmou.

    Nelson Alves agradeceu a receptividade e afirmou que a Ajufe continuará colaborando para o fortalecimento da magistratura federal. “Para mim é uma honra muito grande estar neste Conselho sob a liderança do ministro Humberto Martins, que tanto fez pela magistratura federal. A Ajufe está sempre à disposição deste Conselho para somar, trazer novas ideias e manter a nossa parceria de sempre”, disse.

    A pauta do dia contemplou o SEI sobre o Sistema Nacional de Remoção de servidores (SINAR), tema acompanhado pela Ajufe. Foi aprovada, por unanimidade, a proposta de resolução com o intuito de reformular o SINAR.

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    Presidente da Ajufe se reúne com corregedor do TRF4 para tratar do retorno às atividades presenciais

    O presidente da Ajufe, Nelson Alves, e a diretora de aposentados, Maria Helena Rau, se reuniram, na tarde desta quinta-feira (23), com o corregedor do Tribunal Regional Federal da 4º Região (TRF4), desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior. Em pauta, a Recomendação nº 9 do Conselho da Justiça Federal (CJF) que orienta os TRFs para que, no âmbito de suas jurisdições, façam o acompanhamento e o registro do retorno da atividade presencial dos seus magistrados.

    Por ocasião do encontro, Nelson Alves ressaltou o excelente trabalho feito pela magistratura federal durante a pandemia e apontou soluções para esse retorno gradual às atividades presenciais, sem se perder de vista as inúmeras vantagens trazidas pelo trabalho remoto, inclusive aos jurisdicionados e advogados.

    Estiveram também presentes o presidente da AJUFERGS, Guilherme Caon, o presidente da APAJUFE, Anderson Furlan, o presidente e o vice da AJUFESC, Antonio Fernando Schenkel do Amaral e Silva e Leonardo Cacau, respectivamente. E os diretores do Foro das Seções Judiciárias do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina: Fábio Mattiello, José Antonio Savaris e Erika Reupke, respectivamente. Além do juiz auxiliar da corregedoria, Loraci Flores de Lima.

    Aprovadas regras para audiências judiciais realizadas por meio de videoconferência

    Uma das mais importantes medidas tomadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para garantir o acesso de milhões de brasileiros à Justiça depois de iniciada a pandemia da Covid-19 foi a permissão da utilização das videoconferências no andamento dos processos. A utilização das videoconferências ganhou regras mais específicas para que sua utilização continue aprimorando a prestação jurisdicional nesta terça-feira (21/6), durante a 353ª Sessão Ordinária do CNJ.

    O Ato Normativo 0003090-74.2022.2.00.0000 determina diretrizes na realização das videochamadas, como vestimentas adequadas dos membros do Judiciário (terno ou toga) e fundos adequados e estáticos, que guardem relação com a sala de audiência ou tenham neutralidade. Relator da resolução, o presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, reforçou a importância da regulamentação. “É fundamental para o adequado acesso à Justiça que os jurisdicionados, ao participarem de atos por videoconferência, compreendam a dinâmica processual no cenário virtual.”

    Fux ressaltou que a recusa na observância das diretrizes previstas na nova norma pode justificar suspensão ou adiamento da audiência, bem como expedição de ofício ao órgão correcional da parte que descumprir a determinação judicial. As regras chamam atenção para que os atores do Sistema de Justiça presentes às audiências – como promotores, defensores, procuradores e advogados – se certifiquem de estarem com suas câmeras ligadas e em condições satisfatórias e local adequado.

    As videoconferências estão previstas na legislação brasileira (Código de Processo Civil e Penal) mas, no Judiciário, passaram a ser utilizadas com maior frequência depois de 2020, como forma de contornar os impactos da fase mais aguda da pandemia.

    Entre as Resoluções aprovadas pelo CNJ, estão: a Resolução n. 337/2020, que diz respeito a adoção de sistemas de videoconferência no Poder Judiciário; as Resoluções n. 385/2021 e n. 398/2021, relativas aos Núcleos de Justiça 4.0; a Resolução n. 354/2020, que trata do cumprimento digital de ato processual; a Resolução n. 372/2021, que prevê os Balcões Virtuais de atendimento on-line para partes e advogados; e as Resoluções n. 345/2020 e n. 378/2021, que tratam do programa Juízo 100% Digital.

    A utilização das ferramentas tecnológicas foi aprimorada com o desenvolvimento do Programa Justiça 4.0, desenvolvido pelo CNJ em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Conselho da Justiça Federal (CJF) e demais tribunais do país.

    Texto: Regina Bandeira
    Edição: Thaís Cieglinski
    Agência CNJ de Notícias 

    Juiz federal atualiza três novas edições de livros sobre Direito Constitucional, Administrativo e Comparado

    O juiz federal Dirley da Cunha Júnior, da Seção Judiciária da Bahia, lança três novas atualizações de obras: “Curso de Direito Constitucional”; “O Controle de Constitucionalidade no Brasil e no Direito Comparado”; e “Curso de Direito Administrativo”. Os livros são da Editora Juspodivm e podem ser encontrados no site: www.editorajuspodivm.com.br/.

    O “Curso de Direito Constitucional” é lançado como a 16ª edição, revista, ampliada e atualizada. O livro surgiu como o resultado de um profundo labor científico e investigativo, desenvolvido ao longo de mais de duas décadas de docência e de atividade judicial, com a abordagem dos mais destacados e relevantes temas constitucionais.

    Já “O Controle de Constitucionalidade no Brasil e no Direito Comparado”, em sua 11ª edição, conta com o acréscimo de novos aportes sobre o controle de constitucionalidade em outros sistemas jurídicos nacionais, nomeadamente o controle de constitucionalidade na França, em Portugal, no Chile, Colômbia, Peru, Equador, Bolívia, Alemanha, Itália, Espanha e Bélgica.

    O “Curso de Direito Administrativo” está na 20ª edição, dividido em quinze capítulos, que compreendem os seguintes temas: O Direito Administrativo, a Administração Pública e o regime jurídico-administrativo; Deveres e poderes da Administração Pública; Atos administrativos; Organização administrativa; Terceiro setor: os entes de cooperação; Serviços públicos; Servidores públicos; Responsabilidade extracontratual do Estado por comportamentos administrativos; Bens públicos; Intervenções estatais na propriedade; Licitação; Contrato administrativo; Processo administrativo; Improbidade administrativa; e o Controle da Administração Pública.

    Nota Pública

    A AJUFE (Associação dos Juízes Federais do Brasil), por sua Comissão Ajufe Mulheres, a propósito dos fatos noticiados pela imprensa sobre audiência realizada em Santa Catarina com uma menina de 11 anos, vítima de estupro, vem a público externar preocupação com a situação e relembrar que o Conselho Nacional de Justiça publicou, em outubro de 2021, o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, cuja aplicação em todos os ramos do Poder Judiciário foi objeto da Recomendação nº 128, de fevereiro de 2022.

    O Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero propõe diretrizes de atuação envolvendo questões de gênero, na sua interseccionalidade com outros marcadores, indicando caminhos para a remoção de obstáculos que impeçam o amplo acesso à justiça, livre de estereótipos e de reprodução de violências.

    Nesse contexto, reputamos indispensável a adoção de medidas no sentido de promover a capacitação obrigatória de juízes e juízas nessa temática, assim como de incluir o Protocolo como material nos editais de concursos públicos para ingresso na magistratura.

    A Ajufe Mulheres tem contribuído com o debate de gênero no sistema de justiça e renova suas esperanças na construção de um Poder Judiciário capaz de adotar uma postura ativa de enfrentamento dessas desigualdades e de exercer uma jurisdição emancipatória para mulheres e meninas.

    Ministro Luiz Fux recebe nova gestão da Ajufe

    O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, recebeu o presidente da Ajufe, Nelson Alves, e o vice-presidente da 1ª Região, Shamyl Cipriano, em visita institucional nesta terça-feira (21/6).

    Durante o encontro, o presidente da Ajufe falou sobre as propostas da nova gestão da associação e colocou-se à disposição do presidente do STF. Nelson Alves ainda reforçou as questões relacionadas às prerrogativas da magistratura federal, fortalecendo o diálogo interinstitucional.

    Ajufe fará parte da campanha de comunicação do TSE para as eleições

    O presidente da Ajufe, Nelson Alves, o vice-presidente da 1ª Região, Shamyl Cipriano, e a equipe de comunicação da associação participaram de reunião, nesta terça-feira (21/6), no Tribunal Superior Eleitoral. Os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes abriram o encontro que debateu a campanha de comunicação para o próximo pleito, em outubro.

    A secretária de comunicação do TSE, Giselly Siqueira, falou sobre a proposta deste ano, que inclui uma série de eventos e campanha conjunta em defesa da democracia e fortalecimento da Justiça Eleitoral.

    Até outubro, estão previstas iniciativas internas e nas redes sociais do TSE, em conjunto com associações da magistratura e do Ministério Público.

    Promotor João Paulo Schoucair toma posse no CNJ

    Nesta terça-feira (21/6), durante a 353ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), tomou posse no cargo de Conselheiro do CNJ o promotor de Justiça João Paulo Schoucair. O presidente da Ajufe, Nelson Alves, o vice-presidente da 1ª Região, Shamyl Cipriano, e o ex-presidente Fernando Mattos participaram da cerimônia.

    O promotor foi indicado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, e aprovado pelo Plenário do Senado para ocupar a vaga destinada aos Ministérios Públicos Estaduais no Conselho.

    Schoucair é promotor de Justiça desde 2004 no Ministério Público da Bahia (MP-BA) e atualmente coordena o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e Investigações Especiais (GAECO).

    Relator do PLN 13 apresenta parecer favorável na CMO

    O deputado Felipe Francischini, relator do PLN 13 na Comissão Mista de Orçamento (CMO), apresentou parecer favorável nesta terça-feira (21/6). O projeto abre crédito especial de R$ 312,7 milhões e que será usado para pagar peritos que trabalham em processos na Justiça Federal que tem como parte o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Agora, a matéria segue para votação na CMO e, posteriormente, no Plenário do Congresso Nacional.

    Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

    Ajufe reúne-se com relator da PEC 63, que institui o VTM

    O presidente da Ajufe, Nelson Alves, e o vice-presidente da 1ª Região, Shamyl Cipriano, reuniram-se, nesta terça-feira (21/6), com o senador Lucas Barreto (PSD-AP) para tratar da PEC 63/2013. A proposta institui o VTM, parcela mensal de valorização por tempo de exercício para os integrantes do Ministério Público e magistratura da União, dos estados e do Distrito Federal. A PEC aguarda inclusão na pauta do plenário do Senado.

    No encontro, o presidente da Ajufe defendeu a iniciativa que visa a estruturação da carreira a partir do tempo de trabalho. “A medida permitirá a retomada do processo de valorização da carreira, que deve e precisa ser robustecido”, avaliou Nelson Alves.

    Ajufe acompanha solenidade de ratificação de posse de procuradores do trabalho

    A Ajufe acompanhou, nesta segunda-feira (20/6), a solenidade de ratificação de posse das Procuradoras e dos Procuradores do Trabalho do 21º Concurso Público para ingresso na carreira do Ministério Público do Trabalho (MPT). O vice-presidente da Ajufe na 1ª Região, Shamyl Cipriano, participou do evento.

    Na ocasião, foram empossados, simbolicamente, todos os aprovados no 21º Concurso. Desde 2020, foram realizadas cerimônias pontuais de posse com os aprovados, à medida em que eram nomeados. Ao todo, foram nomeados 41 procuradores e procuradoras.

    A cerimônia foi realizada no auditório do Edifício Centro Empresarial, em Brasília (DF). Participaram do evento membros das associações regionais da Magistratura e do Ministério Público, além de outras autoridades.

    A cerimônia pode ser vista em: 

    Foto: Gustavo Rocha/ASCOM ANPT

    Mulheres juristas já podem se inscrever em repositório do CNJ

    Para dar mais visibilidade à atuação de mulheres com expertise na área do direito, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está recebendo inscrições de pesquisadoras, docentes e especialistas para compor o Repositório Nacional de Mulheres Juristas. A medida faz parte da Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário.

    As interessadas em se cadastrar devem preencher o formulário eletrônico, com a opção de indicar o link para o currículo lattes ou anexar um relatório em formato próprio. No questionário, deverão ser preenchidos, também, os dados do minicurrículo e a experiência com pesquisa que será apresentada como descrição da especialista em painel público, ainda em desenvolvimento pelo CNJ. A divulgação das informações seguirá as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

    O Repositório Nacional foi criado com o objetivo de manter um repositório das juristas com expertise em diferentes áreas do direito, de forma a promover a igualdade de gênero no ambiente institucional e incentivar a participação feminina nos cargos de chefia e assessoramento em bancas de concurso e como expositoras em eventos institucionais.

    Para a consulta às informações das juristas cadastradas, o CNJ vai disponibilizar um painel eletrônico. A pesquisa poderá ser feita por área do Direito e estado, por exemplo. De acordo com os normativos, os tribunais também deverão criar repositórios locais, além de promover campanhas que fomentem o reconhecimento das mulheres no âmbito do Poder Judiciário.

    A criação do cadastro on-line de mulheres juristas foi uma sugestão do Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário, encaminhada para o grupo de trabalho do CNJ que buscava promover o diálogo com tribunais sobre a política de incentivo à participação feminina na Justiça. Segundo dados de 2021 da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) sobre referências bibliográficas, não há mulheres entre os 15 autores mais citados em textos de juízes e juízas no Brasil.

    Regulamentado pela Portaria CNJ n. 176/2022, considera-se notória expertise em área do Direito: demonstração de três anos de produtividade em pesquisa jurídica; autoria de publicações de teor jurídico nos últimos três anos; atuação como docente em instituições de ensino superior, nas escolas da magistratura ou em outras entidades congêneres; ou experiência profissional por igual período em determinada área do Direito. O Conselho poderá, ainda, realizar ações de divulgação do Repositório Nacional, além de busca ativa de mulheres juristas interessadas em comporem a base de dados.

    Inscrições abertas

    Primeira jurista a se inscrever no repositório do CNJ, a professora Mônica Sapucaia Machado destacou que “a arma do sexismo é a invisibilidade das mulheres”. “Atualmente, o Direito é pesquisado, discutido e produzido, em sua grande maioria, por mulheres. Por isso, é muito importante o discurso institucional que traz foco para o papel da mulher no meio jurídico.”

    Especialista em direitos das mulheres, autora do livro “Direito das mulheres, educação superior, trabalho e autonomia” e líder do grupo de pesquisa “Mulheres, Renda e Democracia”, Mônica Sapucaia afirmou que a ideia é garantir prerrogativas de oportunidades igualitárias. “Convoco todas as mulheres para colocarem seus trabalhos à disposição para poder exigir que as mulheres sejam consideradas e escutadas dentro das discussões de todos os ramos do Direito.”

    Segundo a especialista, até 2018, 56% dos advogados até 40 anos eram mulheres. “E quanto mais jovens, maior essa proporção”, afirmou. Até 25 anos, essa taxa estava em 64% e, em 2018, 70% dos formandos em direito eram mulheres. “O direito não está se feminilizando. Ela já se feminilizou. A diferença é que o espaço de poder no meio jurídico ainda é controlado pelos homens. Esse é o mérito dessa junção de pesquisadoras que o CNJ e os tribunais estão propondo: as mulheres que não estão discutindo apenas questões de gênero, mas todos os ramos do Direito. É muito importante popularizar isso, ampliando o debate.”

    Texto: Lenir Camimura
    Edição: Thaís Cieglinski
    Agência CNJ de Notícias

    Nota de pesar - Hermes Gomes Filho

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica o falecimento do juiz federal Hermes Gomes Filho, aos 57 anos, nesse domingo (19/06). O magistrado, associado da Ajufe, atuava na 1ª Vara Federal de Belo Horizonte.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    Ajufe reúne-se com deputado Felipe Francischini para tratar do PLN das perícias

    O vice-presidente da Ajufe da 1a Região, Shamyl Cipriano, foi recebido, nesta quarta-feira (15/6), pelo deputado Felipe Francischini (UNIÃO/PR). O parlamentar é relator na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 13/22, que abre crédito especial de R$ 312,7 milhões para o Ministério do Trabalho e Previdência.

    Durante a reunião, o vice-presidente da Ajufe agradeceu o apoio do deputado no encaminhamento para aprovação da Lei 14.331/22, que mudou as regras de honorários periciais nos processos que envolvem o INSS. E reforçou a importância do PLN a ser analisado pela CMO. “A aprovação da matéria é fundamental para agilizar a análise dos processos, pois é alto o impacto na vida das pessoas que dependem das perícias e da Justiça Federal”, destacou Shamyl.

    O dinheiro será usado para pagar peritos que trabalham em processos na Justiça Federal do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Segundo o deputado Felipe Francischini, que é a favor do PLN 13, a matéria deve ser apresentada para votação na próxima semana, antes de seguir para votação do Plenário do Congresso Nacional.

    Diálogo interinstitucional - O deputado, que também é sub-relator do projeto que definirá o próximo orçamento do Poder Judiciário, colocou-se à disposição da Ajufe e pediu a contribuição da associação no encaminhamento de propostas.

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