Ajufe parabeniza indicação de Rodrigo Mudrovitsch para juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil parabeniza a indicação do advogado e professor Rodrigo de Bittencourt Mudrovitsch para concorrer ao cargo de juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos.

    Rodrigo possui notável currículo, no qual se destacam relevantes serviços prestados à cidadania e à advocacia, bem como a titulação de Doutor pela Universidade de São Paulo. Atualmente, o indicado preside a Comissão Especial de Direito Penal da OAB Nacional e é membro das comissões de Estudos Constitucionais e de Defesa da República e da Democracia.

    Diante de suas credenciais e experiência, a Ajufe considera que a presença do indicado na Corte será importante e se associa ao compromisso do Estado brasileiro com a defesa dos direitos humanos.

    Ajufe dá continuidade às reuniões com senadores para aprovação dos projetos de criação do TRF6 e redimensionamento da Justiça Federal

    Nos últimos dias, a Diretoria da Ajufe tem reforçado a agenda de reuniões com os senadores para apresentar as considerações e importância de aprovação dos PLs 5977/2019, que redimensiona a Justiça Federal a partir da criação de novos cargos, e o 5919/2019, que cria o TRF6. Ambas matérias foram aprovadas pela Câmara e aguardam análise do Senado.

    Na semana passada, houve videoconferências com a senadora Mailza Gomes (PP/AC) e com o chefe de gabinete do senador Otto Alencar (PSD/BA). Nesta segunda-feira (07/12), a secretária-geral, Clara Mota, reuniu-se presencialmente com o senador Carlos Fávaro (PSD/MT), em Cuiabá (MT).

    O presidente da Ajufe, Eduardo André, tem reforçado nesses encontros que ainda existe um desequilíbrio muito grande entre as instâncias da Justiça Federal. “Com a interiorização da Justiça Federal, houve um grande desequilíbrio entre a primeira e segunda instância. Nós temos poucos desembargadores e muitos juizes e esses projetos visam acabar um pouco com essa desigualdade. Esses dois projetos têm esse sentido de ampliar o segundo grau e o mais importante: não trazem custos ao erário”, explica.

    Os senadores e suas equipes têm se colocado à disposição da Ajufe para debater melhor os projetos com os parlamentares de suas bancadas a fim de que as matérias sejam pautadas o mais rápido possível no Senado.

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    Ajufe, AMB e Anamatra fecharão proposta conjunta sobre teletrabalho

    O presidente da Ajufe, Eduardo André, e a secretária-geral da Ajufe, Clara Mota, participaram, nesta segunda-feira (07/12), de reunião virtual com representantes da AMB e a presidente da Anamatra, Noêmia Porto, para debater as estratégias comuns relacionadas ao teletrabalho.

    O encontro definiu as últimas tratativas para a consolidação de um texto conjunto de regulamentação do trabalho remoto.

    Além do texto conjunto, a Ajufe dará prosseguimento às reuniões que já estão sendo realizadas com os integrantes do CNJ sobre o tema.

    Livro de autoria de juíza federal é tema de webinar da ABRADT

    No dia 15 de dezembro, a juíza federal Cristiane Miranda Botelho participa de webinar promovido pela Associação Brasileira de Direito Tributário (ABRADT) para debater e lançar o livro “O princípio da capacidade econômica no imposto de renda das pessoas físicas”, de sua autoria. Também participam do evento o juiz federal Regivano Fiorindo, e os representantes da ABRADT e especialistas em Direito Tributário, Valter Lobato, Onofre Batista e Misabel Derzi. 

    A obra, da Editora Letramento, tem o objetivo de examinar atual a contribuição da tributação da renda da pessoa física na estruturação de um sistema tributário. 

    No livro são examinados os dados da arrecadação e do perfil do contribuinte do IRPF anualmente compilados e divulgados pela Receita Federal do Brasil. E ainda são analisados métodos para reintrodução da incidência e que buscam de um lado, resguardar a igualdade tributária no âmbito do IRPF, e, de outro, não ser um empecilho para o desenvolvimento das atividades econômicas para o exercício da livre iniciativa. 

    SERVIÇO:

    Webinar Novidades Acadêmicas (ABRADT)
    Data: 15/12/2020
    Hora: 17h30 às 18h30
    Mais informações: abradt.org.br

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    Juíza Federal Claudia Dadico lança obra que analisa crimes de ódio

    A juíza federal Claudia Maria Dadico publicou recentemente o livro "Crimes de Ódio - diálogos entre a filosofia política e o direito", pela Editora Tirant Lo Blanch. A obra analisa o ódio como elemento constitutivo do Estado Moderno e as repercussões dessa tomada de consciência no debate jurídico, em especial na legislação brasileira e em sua aplicabilidade pelos Tribunais pátrios.

    Segundo o professor emérito da Universidade de Buenos Aires e juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos, E. Raúl Zaffaroni, "a informação meticulosa da tese da Dra. Claudia Maria Dadico é realmente surpreendente, mas acima deste mérito de inquestionável utilidade para quem quer estudar o assunto, sua abordagem fundamental ultrapassa os limites da criminologia, lançando luz muito além do que mal permite vislumbrar a estreita perspectiva da visão jurídico-penal, para advertir que se trata apenas de manifestações de ódio enraizado nas origens do estado moderno.

    No preciso momento em que, com compreensível angústia, todos nos perguntamos como será o mundo pós-pandêmico, esta profunda investigação, com a mais ampla referência aos pensadores mais perturbadores e à triste experiência histórica planetária e nacional, repensa a íntima relação entre o bélico e o político, na tradição da velha mas brilhante intuição de Tobias Barreto: quem procura o fundamento jurídico da pena deve também procurar, se é que já não encontrou, o fundamento jurídico da guerra".

    Saiba mais em: https://editorial.tirant.com/br/libro/crimes-de-odio-9786587684673

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    [Podcast Ajufe] Racismo e ações afirmativas é tema do último episódio da série Consciência Negra

    Os mais de trezentos anos de escravidão havida no Brasil impõem um legado que segue reproduzindo desigualdades em nosso país. No último episódio da série produzida pela AJUFE para o mês da Consciência Negra, o Juiz Federal Antônio José media uma conversa entre as defensoras públicas Lívia Casseres e Rita Cristina de Oliveira, e a Juíza do Trabalho Gabriela Lenz de Lacerda sobre “Ações Afirmativas”, tratando do seu regime constitucional e questões práticas da aplicação da medida.

    Ouça agora no Podcast Justiça Federal em debate: https://spoti.fi/2JHRZQY

    Participe do webinar que debate perspectiva de gênero

    Na sexta-feira (4), o TRF5, com o apoio da Associação dos Juízes Federais da 5ª Região (Rejufe), promoverá o webinário “Julgamento com perspectiva de gênero: um olhar sobre o direito comparado”, a partir das 10h, com transmissão ao vivo pelo canal do Tribunal no Youtube (https://bit.ly/36zLxnQ).

    Entre os convidados estarão presentes o desembargador federal do TRF4, Roger Raupp Rios, magistrada del Tribunal de Juicio Oral en lo Penal de Angol (Chile), Solange Sufán Arias, e a magistrada del Tribunal Superior de Justicia de la Ciudad de México, Edilia Rivera Bahena.

    O evento contará com tradução simultânea e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://bit.ly/3qpgQKg.

    Ajufe acompanha fórum que debate a infância e juventude

    Nesta quinta-feira (3), o presidente da Ajufe, Eduardo André, participou do Fórum Nacional da Infância e da Juventude (FONINJ), um encontro anual que promove o debate entre magistrados e operadores do sistema de Justiça brasileiro para a execução de políticas públicas voltadas à defesa e proteção da infância e da juventude. O evento, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorreu na modalidade virtual, com transmissão simultânea pelo canal do Conselho no Youtube (https://bit.ly/37pDARG).

    O FONINJ conta com cinco painéis de debates sobre a atuação dos Tribunais Superiores, Corregedorias, Conselhos e Escolas Judiciais no tema da infância e juventude; o papel das Coordenadorias de Infância e Juventude; o Pacto pela Primeira Infância e a redução no tempo de acolhimento; os desafios atuais da Justiça Juvenil; e a Justiça Protetiva. Confira a programação completa: https://bit.ly/3oi3zkM.

     

    FONINJ

    O FONINJ ocorre anualmente e foi instituído por meio da Resolução nº 231/2016 para desenvolver estudos e propor medidas para a coordenação, elaboração e execução de políticas judiciárias que reforcem a prestação jurisdicional na área da infância e juventude.

    Ele é formado por juízes e juízas que devem orientar os trabalhos desenvolvidos pelas Coordenadorias da Infância e da Juventude nos estados, além de facilitar a cooperação entre outros órgãos da Justiça.

     

    Prioridade Absoluta

    Durante a abertura do FONINJ a conselheira do CNJ e presidente do Fórum, Flávia Pessoa, anunciou as regras do "Prêmio Prioridade Absoluta", que destaca iniciativas em prol da infância e da juventude.

    A iniciativa, aprovada em outubro, tem prioridade absoluta determinada na Constituição Federal e nas leis infraconstitucionais, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Marco Legal da Primeira Infância (Lei 13.257/2016).

    O objetivo será selecionar, premiar e disseminar ações, projetos e programas voltados à valorização dos direitos das crianças e dos jovens.

    Ajufe participa do 17º Prêmio Innovare

    O presidente da Ajufe, Eduardo André, participou da cerimônia de premiação do 17º Prêmio Innovare. Este ano, devido à pandemia da Covid-19, o evento foi realizado online, sem a presença dos finalistas no STF, com a transmissão ao vivo pelo canal do Innovare no Youtube (https://bit.ly/2VjhsCD).

    Em 2020, o prêmio “Destaque” ganhou mais uma subcategoria: CNJ/Gestão Judiciária. A prática vencedora foi “BI/eCorreição”, do TRT5, da Bahia. O outro vencedor Destaque foi a ONG Redes da Maré, do Rio de Janeiro, pelo trabalho “Eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça”.

     

    Os vencedores

    Categoria Tribunal:
    Dia do Encontro (RS) - https://bit.ly/33tajnV

    Categoria Juiz:
    Transação Tributária (SC) - https://bit.ly/2VnSPFa

    Categoria Ministério Público:
    Comissão de Alimentos Tradicionais dos Povos no Amazonas (CATRAPOA) (AM) - https://bit.ly/3qh0zH8

    Categoria Defensoria Pública:
    Defesa das garantias pré-processuais dos detidos em flagrante no âmbito da Delegacia de Polícia (RS) - https://bit.ly/39qkehT

    Categoria Advocacia:
    Implantação do Sistema de Inteligência Jurídica da AGU (Sapiens) (DF) - https://bit.ly/39qkehT

    Categoria Justiça e Cidadania:
    Projeto Campanha Ceará Sem Racismo - Respeite minha história, respeite minha diversidade (CE) - https://bit.ly/37qozis

     

    Destaques:

    Categoria CNJ/Gestão Judiciária:
    BI/eCorreição (BA) - https://bit.ly/37nwugu

    Categoria Defesa Liberdade:
    Eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça (RJ) - https://bit.ly/3lsT1NV

     

    O Prêmio tem como objetivo destacar boas iniciativas da área jurídica, idealizadas e colocadas em prática por advogados, defensores, promotores, magistrados e por profissionais interessados em aprimorar a Justiça brasileira. Saiba mais sobre as práticas finalistas em 2020: https://bit.ly/39qkehT.

    Episódio 4 do Podcast da Ajufe debate racismo e colonialidade

    Já está no ar primeira parte do quarto episódio do Podcast da Ajufe “Justiça Federal em debate”!

    Os especialistas convidados explicam as estruturas que ligam o racismo ao passado colonial brasileiro, relacionando o tema a outras experiências do continente americano.

    A conversa é mediada pela Juíza Federal Clara Mota e pelo Desembargador Federal Roger Raupp Rios, com as participações da professora Thula Pires e dos professores Marcos Vinícius Queiroz e Gabriel Gualano de Godoy.

    Acesse: https://open.spotify.com/episode/6zEuMcwJDkLuKsO0eGOy7g?si=QZMvwbX7Rm2eMlrBqi5N6w

    Escola de magistrados da Justiça Federal da 3ª Região promove debates sobre Fake News

    Com transmissão ao vivo pelo YouTube, evento contará com a participação dos jornalistas William Waack e Mônica Waldvogel amanhã (1/12)

    A Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (Emag) promove de 30 de novembro a 4 de dezembro o curso on-line “Desnudando as Fake News”, com transmissão ao vivo pelo YouTube.  

    Na abertura do evento realizada ontem (30/11), a professora Elza Boiteux, do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da USP, falou sobre o tema “Existe um dever de veracidade?”. A exposição contou com a participação de Laura Moraes como interlocutora e da desembargadora federal Therezinha Cazerta como facilitadora. Acesse o vídeo 

    Nesta terça-feira (01/12), das 11 às 13 horas, o debate contará com a participação dos jornalistas William Waack, como palestrante, e Mônica Waldvogel, como interlocutora. A juíza federal Márcia Hoffmann atuará como facilitadora. Acompanhe 

    .  

    Veja a seguir a programação do evento nos outros dias:  

    02/12, quarta-feira – 11h/12h30 

    "Fake News, conteúdo falso e a democracia" 

    Palestrante: Clarissa Gross
    Interlocutor: Rubens Glezer 
    Facilitadora: Juíza Federal Renata Lotufo 

    03/12, quinta-feira - 11h/12h30 

    “Mulher, a mentira nas origens” 

    Palestrante: Márcia Neder 
    Interlocutor: José Garcez Ghirardi  
    Facilitadora: Desembargadora Federal Inês Virgínia 

    04/12, sexta-feira - 11h/13h: 

    A Covid-19 e as Fake News 

    Palestrante: Paulo Lotufo 
    Interlocutor: Gonzalo Vecina 
    Facilitadora: Juíza Federal Márcia Hoffmann 

    04/12, sexta-feira – 20h/22h - Parte Final: 

    A Verdade em Estrutura de Ficção e o Cinismo” 

    Palestrante: Christian Dunker 
    Interlocutor: Eugênio Bucci 
    Facilitador: Desembargador Federal André Nekatschalow 

    Assessoria de Comunicação Social do TRF3 

    XV Semana Nacional de Conciliação - Desembargador Paulo Sérgio Domingues destaca iniciativas de conciliação na Justiça Federal

    O Conselho Nacional de Justiça iniciou, nesta segunda-feira (30/11), a XV Semana Nacional da Conciliação. A campanha, em prol da conciliação, ocorre até o dia 4 de dezembro de 2020 e envolve os Tribunais de Justiça, Tribunais do Trabalho e Tribunais Federais.

    Durante a cerimônia de abertura, nesta manhã, o ex-presidente da Ajufe e coordenador do gabinete de conciliação do TRF3, desembargador federal Paulo Sérgio Domingues, fez uma retrospectiva da Semana da Conciliação e avaliou a importância da iniciativa. 

    “A plataforma de conciliação que no final de março o TRF3 montou, com apoio da presidência do Tribunal, tem sido objeto de reuniões sucessivas e que juntam, numa mesma conversa, todos os entes públicos envolvidos na conciliação. Isso tem conseguido fazer com que uma serie de litígios seja solucionada imediatamente ou ainda mesmo na fase pré-processual”, destacou. 

    Paulo Sérgio Domingues também falou sobre a utilização de meios digitais na conciliação. “Mesmo agora, durante a pandemia, nós temos conseguido fazer com que a utilização de meios eletrônicos venha a facilitar a vida das pessoas. Se por um lado a gente verifica que existe no país uma situação de exclusão digital, conseguimos ter agora uma diminuição dos preconceitos que se tinha da utilização de meios digitais para os atos judiciais, inclusive, para a conciliação”, frisou. 

    Como funciona - Para a Semana Nacional da Conciliação, os tribunais selecionam os processos que tenham possibilidade de acordo e intimam as partes envolvidas no conflito. Caso o cidadão ou a instituição tenha interesse em incluir o processo na Semana, deve procurar, com antecedência, o tribunal em que o caso tramita. 

    As conciliações pretendidas durante a Semana são chamadas de processuais, ou seja, quando o caso já está na Justiça. No entanto, há outra forma de conciliação: a pré-processual ou informal, que ocorre antes de o processo ser instaurado e o próprio interessado busca a solução do conflito com o auxílio de conciliadores.

    Seminário da AJUFERGS e ESMAFE/RS debate desafios da regulação diante de inovações tecnológicas

    Evento gratuito acontece no próximo dia 30/11

    A Escola Superior da Magistratura Federal do RS (ESMAFE/RS) e a Associação dos Juízes Federais do Rio Grande do Sul (AJUFERGS) promoverão, *na próxima segunda-feira (30/11), às 18h, o seminário “Direito da Regulação e inovações Tecnológicas: Grandes Desafios”. O evento online será gratuito e aberto para o público em geral.

    O seminário tem o objetivo de disseminar o conhecimento e refletir sobre questões cruciais que envolvem o Direito na era das novas tecnologias. E contará com a participação de vários estudiosos sobre o tema.

    Haverá a emissão de certificado aos participantes.

    Inscreva-se em: https://somosfeitosdedireito.esmafe.org.br/l/9NMc64ABF1115

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    Juiz federal Frederico Valdez lança livro sobre justo processo penal

    Já está disponível a obra “Fundamentos do justo processo penal convencional: as garantias processuais e o valor instrumental do devido processo”, de autoria do juiz federal Frederico Valdez Pereira.

    O livro parte de novo referencial teórico para expor de que modo a justiça está compreendida pela cláusula de justiça processual (devido processo). Abordando os fundamentos do processo penal, são desenvolvidos temas essenciais como o modelo convencional de processo penal; o significado das garantias constitucionais; a relevância do componente cognitivo e da verdade em juízo; as obrigações processuais penais positivas.

    São introduzidas ainda, nos estudos do processo penal nacional, as teorias de procedural justice relativas ao exercício da jurisdição. Como campo de prova dos fundamentos teóricos desenvolvidos, é feita uma comparação entre as inserções do juiz penal na produção probatória na Itália e no Brasil, tendo por referência as alterações do pacote Anticrime.

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    Novo episódio do Podcast da Ajufe debate o racismo ambiental

    No terceiro episódio do Podcast da Ajufe “Justiça Federal em Debate”, os convidados debatem o Racismo Ambiental, conceito pouco difundido no Brasil.

    Gabriel Mantelli, professor da USJT e consultor da Conectas, e Allyne Andrade e Silva, mestre e doutora em Direito, conversam com o juiz federal Eduardo Pereira da Silva sobre as consequências do racismo ambiental em populações quilombolas, ribeirinhas, povos indígenas e outras comunidades tradicionais. Confira!

    Ouça agora: https://open.spotify.com/episode/3MjL8DQMawf1E2D9Bnv0N7?si=wIItxKqtQb-M-K7II5zDaA

    Ajufe participa da abertura do encontro anual do Judiciário

    O presidente da Ajufe, Eduardo André, participou da abertura do 14º Encontro Nacional do Poder Judiciário, na manhã desta quinta-feira (26). O evento, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorreu de forma virtual pela plataforma Cisco Webex e teve a transmissão simultânea no canal do CNJ no Youtube (https://bit.ly/3nWCZNQ).

    Além de membros da sociedade, integrantes da Rede de Governança Colaborativa do Poder Judiciário e pela área de Gestão Estratégica, o encontro conta com a presença dos 91 presidentes dos tribunais brasileiros. O objetivo é a aprovarão das metas nacionais e específicas do Judiciário para o ano 2021. Na ocasião, também ocorrerá a premiação dos tribunais laureados pelo Prêmio CNJ de Qualidade.

    O Encontro termina amanhã, sexta-feira (27), e durante as atividades os participantes serão divididos em dois grupos para a análise de propostas e posteriormente a votação em plenária.

    Confira a programação: https://bit.ly/368Do9L

    Saiba como foi o 17° FONAJEF!

    Fórum promovido pela Ajufe debateu importância dos Juizados Especiais Federais e celebrou os 5 anos dos Centros de Inteligência

    A programação do XVII Fórum Nacional dos Juizados Especiais Federais, realizado de 23 a 25 de novembro, de modo híbrido, formato inédito na Ajufe, reuniu diversos especialistas para aprimorar o funcionamento dos JEFs em todo o país. Os magistrados puderam participar do Fórum de forma presencial, em Brasília, e também de forma virtual. 

    Na abertura do evento, o presidente da Ajufe falou sobre a importância do FONAJEF para desconstruir o mito de que a Justiça Federal é elitista. “O FONAJEF é o evento carro-chefe da Ajufe, no qual discutimos efetividade, jurisprudência e teses dos assuntos e processos que mais nos aproximam da população mais carente do Brasil. Conseguimos, nesses 17 anos, tornar a Justiça Federal presente, quebrando a ideia de que seríamos uma justiça elitista. Não temos receio de demandas. Os mais carentes podem contar conosco sempre!”, frisou Eduardo André. 

    O primeiro painel do encontro discutiu "O sistema de precedentes judiciais e seu impacto nos Juizados Especiais Federais”. O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Paulo de Tarso Sanseverino, e o juiz federal Frederico Augusto Leopoldino Koehler, foram os palestrantes, sob mediação dos juízes federais Odilon Romano Neto e Gisele Alcântara. 

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    A programação do Fonajef continuou com um debate sobre os impactos da Reforma da Previdência nos juizados. O juiz federal Leonardo Cacau trouxe uma rica análise da reforma, com sugestões de enunciados para solucionar possíveis conflitos na concessão dos benefícios previdenciários. 

    O presidente do INSS, Leonardo Rolim, que também participou da discussão, afirmou que ainda há muito o que avançar. “A reforma trouxe pontos importantes, mas temos ainda muito o que avançar para reduzir a judicialização no Brasil e o diálogo institucional é que vai ser o caminho. Temos desafios de como implementar as decisões”, afirmou. 

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    Centros de Inteligência - O XVII FONAJEF marcou também a comemoração dos cinco anos de existência dos Centros de Inteligência da Justiça Federal. A coordenadora do Grupo Operacional do CIN (Centro Nacional de Inteligência da Justiça Federal), Vânila Moraes, fez um balanço histórico dos centros e destacou a importância dos centros de inteligência, especialmente, durante a pandemia de Covid-19. “Veio a pandemia e nós estávamos preparados. Engraçado falar que estávamos preparados, mas olhando para trás, parece que todo esse tempo e todo esse trabalho que foi realizado já estava sendo preparado como um instrumento para ser útil no momento histórico. Quando chegou a pandemia, já tínhamos uma rede totalmente interligada, fluente e nós conseguimos enfrentar muitas matérias rapidamente, que puderam ser úteis para os juízes”, celebrou. 

    Na ocasião, também foi lançada a obra coletiva “Notas Técnicas e Resultados - atuação dos Centros de Inteligência da Justiça Federal durante a pandemia”, que reúne diversas notas técnicas e suas respectivas análises de impacto. 

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    Enunciados - Ao final do evento, os magistrados votaram sugestões de enunciados e recomendações, das quais mais de 20 foram aprovadas, e servirão para o aperfeiçoamento dos juizados. Os participantes também aprovaram a Carta de Brasília do 17° FONAJEF. O documento reforça a importância dos JEFs, que foram “o porto seguro do cidadão brasileiro no que se refere à garantia de direitos, especialmente ligados a questões de assistência, saúde e previdência social”. Leia a íntegra da carta abaixo. 

    Assista à íntegra das palestras do 17° FONAJEF na TV AJUFE: youtube.com/tvajufe 

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    Inscrições abertas para workshop sobre Sistema Recursal dos Juizados Especiais Federais

    As inscrições para a 4ª edição “Diálogos e Cooperação no Sistema Recursal dos Juizados Especiais Federais” estão abertas, entre o dia 27/10 até 10/12, e devem ser realizadas pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    O evento acontecerá entre os dias 14 e 15 de dezembro, totalmente online, com a carga horária de 8h. O objetivo do workshop é proporcionar um ambiente de debates acerca da análise dos pedidos de uniformização, com vistas ao aprimoramento da prestação jurisdicional.

    A coordenação científica é dos ministros do STJ, Ricardo Villas Bôas Cueva e Antonio Carlos Ferreira. Acesse a programação do workshop: https://bit.ly/3m75Yy1

    Episódio 2 do Podcast da Ajufe debate o racismo no sistema de justiça

    Está no ar o segundo episódio do Podcast “Justiça Federal em Debate”, que fará uma reflexão sobre a exclusão de pessoas negras do sistema de justiça, os desafios e consequências desse problema.

    Para conversar sobre o tema “Racismo, justiça criminal e sistema carcerário”, foram convidadas a advogada Juliana Maia e o doutor em Direito, Felipe Freitas. A mediação fica por conta das juízas federais Tani Wurster e Mara Lina!

    Ouça agora: https://open.spotify.com/episode/4VzqdcFXqbtI60Awnibw8O?si=s5bAkrlwS0ydda2hcfJp5Q

    Conselho Nacional de Justiça aprova audiências de custódia virtuais

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil, através do presidente Eduardo André, participou da Sessão Plenária de julgamentos do CNJ, na tarde desta quarta-feira (24/11).

    Na ocasião, Eduardo defendeu a possibilidade de realização de audiências de custódia por meio virtual, em face da pandemia da COVID-19, medida essa que acabou aprovada no âmbito do Conselho.

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