Participe do webinário da ENCCLA sobre LGPD Penal

    Nos dias 29 e 30 de setembro, ocorre o webinário “LGPD Penal: proteção de dados e seus impactos na investigação criminal e persecução penal”, realizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em parceria com a Ajufe e com o MPF. A transmissão inicia em ambos os dias às 9h, com transmissão ao vivo pelo canal no Youtube do MJSP (https://bit.ly/3ktD90b).

    O encontro faz parte da Ação 04/2021 da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA). A comissão é formada por juristas responsáveis pela elaboração de anteprojeto de reforma da Lei nº 9.613/1998 e do Anteprojeto de Lei de Proteção de Dados para segurança pública e persecução penal – LGPD-Penal.

    No primeiro dia do evento, o juiz federal e coordenador da Ajufe na ENCCLA, Rodrigo Pessoa, encerra a manhã de debates com uma roda de perguntas juntamente com o representante do MPF, Pablo Barreto.

    Na quinta-feira (30), o encerramento fica a cargo do desembargador federal do TRF2, Marcello Granado, e do representante do MPF, Rafael Miron.

    A série de webinários promovidos pela ENCCLA tem como objetivo ampliar e qualificar o debate sobre as temáticas das ações, buscando, a partir de referenciais nacionais e internacionais, a reunião de esforços na construção de propostas para fortalecer o enfrentamento do combate à corrupção e à lavagem de dinheiro.

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    Após pedido da Ajufe, CNJ publica recomendação para evitar decisões judiciais que causem a deportação sumária de solicitantes de asilo

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou, nesta terça-feira (21/09), recomendação solicitada pela Ajufe para uniformizar o tratamento de ações que versam sobre a deportação de potenciais solicitantes de asilo. O processo estava sob relatoria da Conselheira Flávia Moreira Guimarães Pessoa, que, dentre outras atribuições, é representante do CNJ no Conselho Nacional dos Direitos Humanos.

    O colegiado determinou que, enquanto perdurar a situação de pandemia de Covid-19, os juízes devem avaliar com especial cautela o deferimento de tutelas de urgência que que possam acarretar deportação, devolução, expulsão ou repatriação ao país de origem ou a qualquer outro país, aplicando-se sempre as garantias do devido processo legal, estabelecidas na Lei de Migração (Lei nº. 13.445/17).

    O CNJ sinalizou ainda que, antes de decidir, os magistrados devem atentar para as diretrizes estabelecidas nos tratados internacionais sobre direitos humanos e na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal existente sobre o tema.

    No pedido, a Ajufe pontuou que a não uniformização de entendimentos jurisprudenciais em matéria humanitária sob apreciação do Poder Judiciário tem potencial gravidade, considerando-se que as decisões confirmatórias de deportação são irreversíveis e atraem a incidência de normas de direito internacional que obrigam o Estado brasileiro.

    O trabalho da Ajufe em questões de direitos humanos tem sido recorrente durante os últimos anos. Em 2020, a associação participou da conferência anual do International Association for Refugee and Migration Judges (IARMJ), onde inseriu a temática de refúgio e migrações em seus grupos de trabalho e capacitou juízes no âmbito do seu Fórum Nacional de Direitos Humanos (FONADIRH).

    Veja a Recomendação: https://bit.ly/3nQUvq1

    Ajufe Mulheres lamenta falecimento do desembargador Eladio Luiz da Silva Lecey

    A Comissão Ajufe Mulheres lamenta profundamente a notícia do falecimento do desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Eladio Luiz da Silva Lecey, referência nacional na qualificação de magistrados no Brasil.

    O Desembargador Eladio, além de diretor da Escola da Magistratura da Associação de Juízes do Rio Grande do Sul, foi um dos criadores da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM).

    Sua atuação na ENFAM foi absolutamente fundamental para a inclusão dos estudos das questões de gênero nos cursos de formação inicial e continuada de magistrados, o que colaborou para consolidar o debate sobre a importância da inserção de uma perspectiva de gênero na elaboração e na interpretação do direito, como mecanismo de proteção e garantia de direitos fundamentais.

    Esse legado transmitido a todos nós, magistrados e magistradas, alunos e formadores da Escola, é coerente com a sua trajetória de compromisso inegociável com os Direitos Humanos e com a construção de uma sociedade mais justa, humana e solidária.

    O momento é de pesar. Mas é também um chamado ao reconhecimento e ao agradecimento pelas contribuições ao Poder Judiciário brasileiro desse magistrado, educador e professor, cuja trajetória ética e humanista nos faz lembrar Paulo Freire, para quem “a educação é um ato de amor, por isso um ato de coragem”.

    Em discurso na ONU, Presidente do Brasil reforça a necessidade de concessão de asilo para juízas afegãs

    A Ajufe foi a primeira entidade a solicitar urgência para emissão dos documentos

    NOTA DE PESAR - Eladio Luiz da Silva Lecey

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) recebe com pesar a notícia do falecimento do desembargador Eladio Luiz da Silva Lecey, um dos fundadores e ícones da educação judicial no Brasil e na Íbero-América. 

    Eladio dedicou-se à formação dos magistrados estaduais e federais. Acompanhou a ENFAM desde os primeiros momentos, integrando parte dos cargos. Além disso, dirigiu a Escola da Magistratura do Rio Grande do Sul (Ajuris). 

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    AJUFE - 49 ANOS DE HISTÓRIA!

    Neste dia 20 de setembro de 2021, a Associação dos Juízes Federais  do Brasil comemora 49 anos de existência. Criada em 1972, a associação busca, desde então, fortalecer o Poder Judiciário e do Estado Democrático de Direito e a plena observância dos direitos humanos. 

    Parte da diretoria da gestão 2020-2022 falou, neste vídeo, sobre a importância de fazer parte da Ajufe! Confira! 

    Vida longa à nossa Ajufe!

     

     

    Ajufe participa de audiência pública no Senado sobre honorários periciais

    Nesta segunda-feira (20), o Senado Federal realizou, virtualmente, audiência pública sobre o PL 3.914/ 2020, que prevê o pagamento antecipado, por parte do segurado, do valor das perícias médicas em processos contra o INSS. O presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, foi um dos participantes do debate.

    Brandão lembrou que a questão do PL tem sido debatida pela Ajufe há mais de um ano. “Quando houve a paralisação entre 2018 e 2019, nós perdemos diversos peritos. Em dois anos conseguimos apenas manter alguns profissionais, mas com um grau de desconfiança muito grande. Se nós pararmos de pagar agora os peritos, nós possivelmente venhamos a perder todo o quadro”, destacou.

    O presidente da Ajufe ainda reforçou que o Conselho da Justiça Federal (CJF) determinou que não se marque mais perícias a partir do dia 23 de setembro, lembrando a urgência da votação do Projeto de Lei. “O mais importante para a Ajufe é que os Juizados Especiais Federais não parem. Nós só prestamos cidadania, nós só atenderemos os segurados com os juizados funcionando”.

    O projeto, de autoria do deputado Hiran Gonçalves, foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 17 de agosto e, no Senado, seria enviado diretamente a Plenário, com parecer a ser emitido pelo senador Luis Carlos Heinze. A audiência para debates foi um pedido do senador Paulo Paim para que houvesse a participação de entidades da sociedade civil.

    Pesquisa do CNJ revela que menos de 3% dos juízes federais são negros

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apresentou, no mês de setembro, a pesquisa “Negros e Negras no Poder Judiciário”, um raio-x do quantitativo de magistrados (as), servidores (as) e estagiários (as), negros e negras a partir dos registros dos tribunais de todo o país. Dentre outros pontos de destaque, o levantamento revelou que menos de 3% dos magistrados que integram a Justiça Federal são negros.

    A pesquisa teve, como objetivo avaliar os resultados da implementação da Resolução CNJ n. 203/2015. O normativo dispõe sobre a reserva às pessoas negras, no âmbito do Poder Judiciário, de 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e de ingresso na magistratura e as ações formativas das escolas de magistratura.

    O estudo é fruto do trabalho realizado pelo Grupo de Trabalho (GT) criado pelo CNJ, em julho de 2020, para elaborar estudos e indicar soluções que culminem em políticas judiciárias sobre a igualdade racial.

    As juízas federais Alcioni Escobar e Adriana Cruz foram as representantes da Justiça Federal no GT que analisou a evolução do percentual de pessoas negras nos últimos sete anos, já que os dados existentes, consoante censo do judiciário foi realizado em 2013, e mais recentemente um levantamento do perfil sociodemográfico em 2018, não trouxeram alteração significativa na composição do quadro total da magistratura”.

    Alcioni Escobar avalia que a pesquisa denota uma realidade alarmante da Justiça Federal. “Após a edição da Resolução 203 do Conselho Nacional de Justiça de 2015, que trouxe a reserva de 20% das vagas para pessoas negras, houve um acréscimo no ingresso nos anos subsequentes, dado registrado na pesquisa, todavia, o resultado no quadro total é notoriamente inferior a 20%, como também apresentado pela pesquisa, apontamentos em sentido contrário apresentam leitura parcial e equivocada da pesquisa”.

    E completou: “Os dados relativos à Justiça Federal apontam a necessidade de atenção especial, e de políticas específicas de inclusão e reflexão, posto que destoam fortemente dos demais ramos de jurisdição. Apenas 2,6% atualmente dentre os (as) magistrados (as) são pretos (as) ou pardos (as).”, finalizou.

    O trabalho realizado pelo GT mostra com clareza a realidade do Poder Judiciário quando se trata em igualdade racial. A apuração feita pelos participantes do Grupo apenas reforçam a necessidade urgente de implementação das medidas propostas pelo estudo, como afirma a magistrada Adriana Cruz.

    “Especialmente, no caso da Justiça Federal, os baixos índices indicam que a política precisa de aprimoramento o que isso, inclusive, apareceu nos memorais e na reunião pública que foi feita pelo GT e se refletiu no relatório com um parecer sugestivo de medidas para maximizar a política", conclui.

    Outro dado que reafirma a necessidade urgente de medidas para a maior participação e inclusão de negros e negras é o que está relacionado à quantidade de cursos sobre a temática racial oferecido pelas escolas de formação nos 12 últimos meses. Entre as cinco regiões da Justiça Federal, apenas o TRF3 desenvolveu cursos e programas voltados para o tema.

    Por isso o trabalho realizado pelo GT busca indicar, solucionar, elaborar políticas judiciárias sobre a igualdade racial no âmbito do Poder Judiciário, contemplando conteúdos atinentes à discriminação social, racial e de gênero.



    Ajufe e igualdade racial

    A Ajufe, sempre atenta às questões raciais e de gênero, busca desde 2017, com a criação da “Semana da Consciência Negra”, que ocorre durante o mês de novembro, fomentar debates acerca da desigualdade no país. O evento em suas três edições contou com a participação de jornalista, escritores, pensadores, representantes religiosos, parlamentares e magistrados.

    Para a juíza federal Alcioni Escobar, participante das três edições da Semana, o debate sobre bandeiras minoritárias gera sempre a taxação de “vitimistas”. "Precisamos desfazer as cortinas de fumaça que impedem o debate. Isso porque muitos pensam, de forma equivocada, que o debate do racismo possa insuflar ou aumentar a animosidade social. Pelo contrário, o debate possibilita que lancemos luzes sobre essa estrutura social e busquemos o aprimoramento de nossa vivência democrática”, destacou a magistrada.

    Na visão de Alcioni Escobar "é preciso compreender que é necessário enfrentar o racismo estrutural, que é algo não normatizado, fluído, que está na gênese da nossa formação social e econômica, nas entrelinhas da nossa atuação profissional”.

    Nas três edições do projeto "Semana da Consciência Negra", o alcance foi de mais de 15 mil pessoas. Os vídeos podem ser acessados no canal do Youtube da Ajufe (https://bit.ly/YoutubeAjufe).

    CJF prorroga suspensão de limitação das perícias até 31 de dezembro de 2021

    O Conselho da Justiça Federal decidiu, por unanimidade, manter a suspensão da eficácia do dispositivo legal que limitou o número de perícias (art. 28, parágrafo 3o, da Resolução 305/2014, do CJF). A medida vale até 31 de dezembro de 2021. O julgamento ocorreu de forma virtual entre os dias 13 e 15 de setembro.

    O pedido inicial proposto pela Ajufe já tinha sido deferido e havido suspensão que vigoraria ate 23/09/2021. Na época, o relator oficiou os TRFs para que apresentassem informações sobre o cenário atual. Em resposta, demonstraram a mesma preocupação da associação.

    Dentre as justificativas destacadas pela Ajufe estão as dificuldades que continuam sendo enfrentadas para a nomeação de peritos diante da pandemia de Covid-19 nas subseções judiciárias, principalmente as localizadas no interior.

    Em memorial enviado ao CJF, a associação também destacou a tramitação no Congresso Nacional do PL 3914/2020, que dispõe sobre o pagamento dos honorários periciais, o que demonstra a preocupação do tema, inclusive, no âmbito do Poder Legislativo.

    Transformação de cargos nos TRFs é aprovada na CCJ do Senado

    O relatório do Senador Weverton (PDT/MA) ao PL 5977/2019, que dispõe sobre a transformação de cargos vagos de juiz federal substituto no quadro permanente da Justiça Federal em cargos de juiz dos tribunais regionais federais, foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quinta-feira (16/09). 

    A emenda foi acatada pelo relator para o aumento da conversão dos cargos de juiz do TRF1 para 16, ao invés dos três originais. Não houve alteração quanto aos demais TRFs.

    Anteriormente, analisando o PL 5919/2019, que dispõe sobre a criação do TRF-6, o Presidente da Comissão, Davi Alcolumbre (DEM/AP), concedeu vista à matéria e declarou que a proposição voltará a ser debatida na comissão na próxima quarta-feira (22/09).

    A emenda sobre a transformação de cargos nos tribunais foi trazida apenas um pouco antes da votação e não houve tempo hábil para debate com a AJUFE e os demais TRFs, inclusive quanto ao meio pelo qual aquela foi formulada, debate esse que será buscado nesses próximos dias e antes da votação em plenário no Senado, prevista para a próxima semana.

    Durante a aprovação da matéria, os parlamentares firmaram o compromisso de apreciarem o PL 5977/2019 no plenário da Casa apenas após a aprovação do PL 5919/2019 pela CCJ.

    A votação foi acompanhada pelo presidente Eduardo André e por diversos diretores da AJUFE.

    Acesse a Revista Justiça & Cidadania de setembro!

    Em apenas três anos de magistratura no Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Ministro Breno Medeiros conseguiu zerar o estoque de processos distribuídos ao seu gabinete, que se tornou o líder em produtividade do Tribunal, conforme atesta o Relatório da Movimentação Processual de 2020.

    Vale a pena conferir a entrevista que foi capa da edição de setembro da Revista Justiça & Cidadania. Acesse o site www.editorajc.com.br

    A Revista é mensal e traz as últimas novidades, decisões e artigos sobre os mais diversos assuntos do Direito.

    Ajufe participa do lançamento da série online “DR. DR.” que aborda Justiça, saúde mental e Lei de Drogas

    Na próxima sexta-feira (17/9), ocorre o webinar de lançamento da série audiovisual “DR.DR. Uma conversa entre a Saúde e a Justiça”, uma organização da Ajufe, com o IREE e o JUSTA. O evento será transmitido, ao vivo, pelo canal do IREE no Youtube (https://bit.ly/3z7OMOw), a partir das 10h.

    O evento de abertura contará com a presença do presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, do ministro do STJ, Rogério Schietti Cruz, da subprocuradora-geral da República, Ela Wiecko de Castilho, e da psiquiatra e conselheira em políticas sobre drogas no Estado de São Paulo, Débora Gomes Medeiros.

    O projeto é destinado a juízes e promotores, os vídeos da série trazem informações e evidências científicas atuais sobre a relação entre saúde mental, Justiça e a Lei de Drogas, tendo como contexto a emergência de uma crise global de saúde mental desencadeada pela pandemia da Covid-19.

    A série de vídeos é gratuita e será divulgada pela Ajufe. O lançamento pode ser acompanhado pelo Youtube do IREE (ao vivo) e no Youtube do JUSTA, semanalmente. Para receber os vídeos.

    Informações: https://bit.ly/3AhT5s6.

    Participe do curso sobre Sistema Penitenciário

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    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica a realização do Curso (EaD) Sistema Penitenciário Federal, entre os dias 15 de setembro e 8 de outubro, na modalidade virtual com tutoria. A realização é do Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do Conselho da Justiça Federal credenciado junto a Enfam, por meio da Portaria 272, de 9 de outubro de 2020.

    A ação educacional terá como público-alvo os magistrados das varas criminais e de competência criminal. A carga horária total será de 39 horas-aula e está organizada em 3 etapas, abarcando o XII Workshop do Sistema Penitenciário Federal, nos dias 7 e 8 de outubro de 2021, na modalidade webconferência.

    As inscrições foram prorrogadas e encontram-se abertas até o dia 15/9, pelo link: https://educa.enfam.jus.br/inscricao-curso-spf2021.

    Observação: os magistrados que necessitarem de horas para promoção e vitaliciamento na carreira, deverão participar das três etapas do curso.

    Informações ou dúvidas: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    Novo episódio do Podcast da Ajufe trata do poder normativo autônomo das Agências Reguladoras

    O quadro Entrevista deste mês destaca o lançamento do livro “O poder normativo autônomo das agências reguladoras - critérios e controles”, de autoria do juiz federal Paulo André Espirito Santo Bonfadini. A obra foi resultado da pesquisa do magistrado em Justiça Administrativa pela Universidade Federal Fluminense e traz uma abordagem dogmática e analítica do Poder Regulamentar da Administração Pública e dos regulamentos autônomos.

    Em uma conversa descontraída sobre o papel das agências reguladoras, o juiz federal aborda os temas do livro e o contexto atual.

    Ouça agora!

    Spotify: https://spoti.fi/3BYmg4n

    Apple Podcasts: https://apple.co/3xdC0gu

    Google Podcasts: https://bit.ly/3ieKEY0

    Deezer: https://bit.ly/3r7VOyD 

    CNJ lança cartilha para subsidiar prevenção a assédio e discriminação no Judiciário

    No mês de visibilização e prevenção do suicídio (Setembro Amarelo), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou, nesta semana, o documento “Assédio moral, sexual e discriminação – Política de Prevenção e Enfrentamento no Âmbito do Poder Judiciário”, uma cartilha didática com orientações práticas de como prevenir o assédio e a discriminação no Judiciário. A ação derivou de um episódio, ocorrido em 2016, no qual uma estagiária de um tribunal de justiça foi hostilizada por uma magistrada, durante uma sessão pública da corte.

    A cartilha traz conceitos e exemplos de casos práticos para situar as pessoas que atuam na Justiça sobre essas situações, que podem desencadear sofrimento mental e físico, além de ideias suicidas, ansiedade e depressão.

    O material foi desenvolvido pelo Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral e do Assédio Sexual e da Discriminação no Poder Judiciário, composto pluralmente por magistradas e magistrados federais, do trabalho, eleitoral, da Justiça Militar, além de servidoras, colaboradoras e estagiária. Dentre os membros, fazem parte do comitê o desembargador federal Roger Raupp (TRF4) e a juíza federal Ana Lúcia Aguiar.

    Conheça a cartilha em: https://bit.ly/3BVZbi4

    Saiba mais em: https://bit.ly/2XcTkWX

    Com informações da Agência CNJ de Notícias

    Ajufe promove curso sobre Direitos Indígenas

    Nesta quinta-feira (9), ocorreu a abertura do curso “Formação sobre Direitos Indígenas”, promovido pela Ajufe, em parceria com Instituto Socioambiental (ISA). O curso foi dividido em quatro módulos, que ocorrem até o dia 24 de setembro.

    Durante a abertura, o presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, destacou a importância de um curso sobre o tema de direitos indígenas voltado para a formação de magistrados. “É uma honra para a Ajufe celebrar um curso de formação em parceria com o Instituto Socioambiental. É importante o debate para nós [magistrados], com certeza será um grande aprendizado para todos”, afirmou.

    O primeiro módulo contou com quatro exposições: “A formação sociocultural do estado Brasileiro” e “Povos indígenas no Brasil – princípios básicos de antropologia e etnologia” (Gustavo Menezes); “Povos indígenas isolados e de recente contato” (Carolina Santana); e “Os direitos indígenas na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988” (Eloy Terena).

    A programação do curso conta com aulas de magistradas e magistrados federais, cientistas políticos, antropólogas e antropólogos, advogadas e advogados, professoras e professores, pesquisadoras e pesquisadores.

    10ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, em Mossoró, extingue ação movida pelo MPF contra a União

    O juiz federal Lauro Henrique Lobo Bandeira, da 10ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, localizada em Mossoró, extinguiu ação movida pelo MPF contra a União que objetivava sua "condenação à reparação aos danos morais coletivos a partir de obrigação de fazer para determinar à ENFAM e à ESMPU” que reformulassem os conteúdos programáticos de seus cursos de preparação, “a fim de qualificar os [...] profissionais nas novas tarefas a serem desempenhadas em prol da proteção do regime democrático e em respeito ao sistema acusatório [...] ".

    Na fundamentação da sentença, o magistrado demonstrou não ser possível o “MPF valer-se de ação judicial para fins de tornar obrigatório o estudo de determinados temas por juízes e procuradores”, deixando clara a inadequação da ação civil pública.

    Diante disso, o juiz indeferiu a petição inicial e extinguiu o feito sem resolução do mérito por entender que o MPF não possuía interesse jurídico na propositura da demanda. Veja a íntegra da decisão: https://bit.ly/3nhjfHN

    Sessão do CNJ marca despedida de conselheiros

    Nesta terça-feira (31), ocorreu a 337ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no Youtube (https://bit.ly/TVCNJ). Além dos processos da pauta do dia, a sessão foi a despedida de três conselheiros. Ministro Emmanoel Pereira, que deixa a cadeira no dia 15 de setembro, e do desembargador federal Rubens Canuto Neto e da juíza federal Candice Lavocat Galvão Jobim, que saem no dia 9.

    O presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, esteve presencialmente no plenário do Colegiado para acompanhar os processos e homenagear os conselheiros que estão deixando o CNJ.

    Brandão destacou o trabalho realizado pelo ministro Emmanoel Pereira e agradeceu os conselheiros representantes da Justiça Federal, Rubens Canuto Neto e Candice Jobim. Vocês dignificam a Justiça Federal com a serenidade, conhecimento técnico, o respeito com as partes, ao diálogo, ao bem público, e isso nunca vai acabar. Vocês são um grande exemplo que nós temos a passar. Eu tenho muito orgulho em ser presidente da Ajufe na gestão com vocês dois no Conselho Nacional de Justiça. A Justiça Federal sai maior, o CNJ sai maior, após a gestão de vocês”, afirmou.

    O presidente do CNJ, Luiz Fux, agradeceu o trabalho realizado pelos três conselheiros que estiveram à frente de matérias importantes para o colegiado, como trabalho remoto, plantões jurídicos, política de gestão de pessoas, comunicação do Poder Judiciário, entre outros temas.

    “Hoje, vivemos aqui um misto de alegria e saudade. A vida nos impõe que haja sempre um rodízio nesses órgãos colegiados. O tempo voa, principalmente quando a companhia é tão amistosa e agradável. Eu me senti no dever de afeição, de gratidão, de homenagear aqui os nossos conselheiros”, disse Fux.

     

    A 337ª Sessão do CNJ

    A sessão contou com o processo de relatoria do conselheiro Emmanoel Pereira sobre plantão jurídico, que é de interesse da Ajufe. Pereira destacou a necessidade de se atualizar a Resolução n. 71, que dispõe sobre o tema, pois sua criação tem 12 anos.

    O avanço tecnológico durante esse período foi um dos motivos apontados pelo relator para a realização dos plantões jurídicos de forma remota. Após a apresentação da relatoria, o conselheiro Mário Guerreiro pediu vista do processo.

    Ministro Humberto Martins lança revista com balanço de seu primeiro ano de gestão no CJF

    A publicação, produzida pela Assessoria de Comunicação Social do Conselho, foi apresentada na sessão ordinária de julgamento dessa segunda-feira (30/8)

    CJF rejeita proposta de unificação de concurso público para ingresso na Magistratura Federal

    Durante a sessão ordinária de julgamento realizada nesta segunda-feira (30/8), que contou com suporte de vídeo e transmissão ao vivo pelo canal do CJF no YouTube, o Conselho da Justiça Federal (CJF) rejeitou, por unanimidade, a proposta de revisão do procedimento de organização e logística do concurso para ingresso na carreira da magistratura federal. O processo foi relatado pelo conselheiro e presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargador federal Mairan Maia Júnior.

    A proposta foi apresentada pelo então presidente do TRF1, desembargador federal Carlos Moreira Alves, para que fossem realizados estudos acerca da viabilidade de unificação, em âmbito nacional, do concurso público para ingresso na magistratura federal. 

    De acordo com o presidente do TRF3, o procedimento e os critérios relacionados ao concurso de ingresso na carreira da magistratura do Poder Judiciário nacional foram regulamentados e unificados por meio da Resolução CNJ n. 75, de 12 de maio de 2009. A Resolução CJF n. 67, de 3 de julho de 2009, por sua vez, dispõe sobre as normas para a realização de concurso público para investidura no cargo de juiz federal substituto, no âmbito da Justiça Federal.

    “Referida normatização revela-se suficiente para assegurar condições isonômicas de ingresso na carreira, sem, contudo, desconsiderar as peculiaridades e vicissitudes das Regiões da Justiça Federal, bem como a autonomia dos Tribunais, constitucionalmente assegurada”, afirmou o desembargador federal Mairan Maia Júnior. 

    Por fim, o relator concluiu que, após compiladas todas as informações e diante da manifestação contrária das 2ª, 3ª, 4ª e 5ª Regiões, não foi possível constatar que a unificação do concurso para ingresso na magistratura federal implicará, simultaneamente, “a melhor seleção de candidatos, o mais célere preenchimento de vagas ou mesmo benefícios de ordem econômica”.

    Processo n. 0000146-26.2020.4.90.8000 

     

     

    Fonte: Ascom/ CJF.

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