CJF promoverá o evento “Justiça Restaurativa na Justiça Federal” no dia 19 de agosto de 2021  

    O Conselho da Justiça Federal (CJF) promoverá, no dia 19 de agosto de 2021, das 9h às 17h, o evento internacional “Justiça Restaurativa na Justiça Federal”. O encontro virtual conta com a parceria do Centro de Estudos Judiciários (CEJ/CJF), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam). A transmissão será realizada via aplicativo Zoom e pelo canal do Conselho da Justiça Federal no YouTube.  

    O evento, credenciado pela Enfam, destina 500 vagas a magistrados e servidores da Justiça Federal. O objetivo é difundir experiências exitosas internacionais, projetos e ações de Justiça Restaurativa em cada Tribunal Regional Federal (TRF), visando dar concretude ao trabalho de implantação e de expansão da Justiça Restaurativa, promovido pelo Comitê Gestor da Justiça Restaurativa do CNJ, com a ampliação e o fortalecimento dos atores envolvidos. 

    As inscrições estão abertas e irão até o dia 19 de agosto.

    Programação

    A abertura do evento será às 9 h e contará com os discursos do presidente do CJF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins; do conselheiro do CNJ, Luiz Fernando Tomasi Keppen; do corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Jorge Mussi; e do diretor-geral da Enfam, ministro Og Fernandes.

    O primeiro painel do encontro começará às 9h45 e tratará do tema “A Justiça Restaurativa”, com a presidência da mesa desempenhada pela desembargadora do TRF da 1ª Região, Gilda Sigmaringa Seixas. No painel, serão proferidas as palestras “O Princípio da Fraternidade”, pelo ministro do STJ Reynaldo Soares da Fonseca, e “A Justiça Restaurativa no âmbito comparado: experiências de sucesso no Canadá, EUA e Europa”, pelo professor João Salm.

    Em seguida, às 10h50, a desembargadora Gilda Sigmaringa Seixas comandará o painel “Ações da Justiça Restaurativa nos TRFs – resultados efetivos já alcançados pela Justiça Restaurativa e experiências”. Na ocasião, representantes dos cinco Tribunais Regionais Federais (TRFs) apresentarão os projetos e as atividades desenvolvidas em seus respectivos Tribunais.

    Após o almoço, às 14h25, será iniciado o terceiro painel do encontro, com o tema “As Visões da Justiça Restaurativa”. A presidente da mesa será a desembargadora federal do TRF3 Daldice Maria Santana de Almeida. As palestras serão proferidas pela advogada Célia Passos, pelo procurador da República Andrey Borges de Mendonça, e pela juíza federal e membro do Comitê Gestor da Justiça Restaurativa do CNJ, Katia Hermínia Martins Lazarano Roncada.

    Às 15h30, a questão “Nortes Seguros e Boas Práticas” será debatida no último painel do dia, apresentado pelo secretário-geral do CJF, juiz federal Marcio Luiz Coelho de Freitas. Nesse momento, serão conhecidos os trabalhos de destaque promovidos na Justiça Federal. Participarão representantes da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), dos Tribunais de Justiça do Paraná (TJPR) e de São Paulo (TJSP), e da Justiça Federal do Rio Grande do Sul (JFRS), de Minas Gerais (JFMG) e de São Paulo (JFSP). 

    Consulte a programação completa do evento e inscreva-se aqui

    Presidente da Ajufe é debatedor em aula inaugural do mestrado profissional da Enfam

    O presidente da Ajufe, Eduardo André, participou, nesta segunda-feira (09/08), da aula inaugural do segundo semestre do Mestrado Profissional da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam). Ele foi um dos debatedores do evento.

    O presidente da Associação Europeia de Juízes e 1º vice-presidente da Associação Interna de Juízes (AIJ) de Portugal, juiz desembargador José Igreja Matos, proferiu a conferência “A Magistratura no Direito Comparado: Desafios e Perspectivas”. Ele tratou sobre a conduta dos magistrados, as agressões sofridas e o caminho a ser seguido para melhor visibilidade da carreira.

    “Nós temos que ser discretos, temos que ser apolíticos, não podemos cair na tentação de intervir na arena política. Isso só nos desacredita. Nosso caminho é de prudência, de contenção verbal, pública, e não vejo outro para que tenhamos sucesso, senão a curto, a médio e longo prazo”, afirmou Igreja.

    O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, o diretor-geral da Enfam, ministro Og Fernandes, e o coordenador-geral do Programa de Pós-Graduação da Enfam, ministro Antonio Herman Benjamin, também participaram da abertura do evento.

    O presidente da Ajufe fez questionamentos relacionados às agressões pessoais contra magistrados e o uso de redes sociais. E registrou que a Ajufe tem se mantido forte na defesa da carreira. “Não temos aceitado as agressões pessoais. E a questão da integridade, que é a questão do Judiciário na política. As discussões em relação ao processo legislativo que nós temos contra o Poder Judiciário são para limitar nosso poder”, avaliou Eduardo André.

    Assista à aula em:

    Ajufe realiza curso virtual sobre o tema “Controle de constitucionalidade italiano”

    No dia 26 de agosto (quinta-feira), a Ajufe realizará, a partir das 9h (Brasília – 14h, Roma), o curso virtual “Controle de constitucionalidade italiano: aspectos comparados, tipos de decisões e o papel no sistema do juiz constitucional”, com tradução simultânea para português. O evento conta com o apoio do Corso di Alta Formazione in Giustizia Costituzionae e Tutela Giurisdizionale dei Diritti Alessandro Pizzorusso, da Università di Pisa.

    Entre palestrantes e mediadores, participam do evento magistradas e magistrados federais, professores da UFMG, da Università di Pisa e da Universidade Ramon Llull de Barcelona.

    Divido em 4 painéis, o curso debate os seguintes temas: “A primeira fase da justiça constitucional italiana: decisões interpretativas e interpretação conforme a Constituição”, “A fase central: sentenças manipulativas e a justificação de ‘rimas obrigadas’”, “A fase atual: as sentenças em ‘duas fases’ e o papel de co-legislador” e “Uma experiência similar, mas diferentes (sistemas gêmeos, mas heterozigotos): a justiça constitucional na Espanha”.

    Para inscrições e programação completa, acesse o folder do evento em https://bit.ly/3Aijeqe

    Nota de pesar - José S. Mansur

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica o falecimento do senhor José S. Mansur, pai do associado Júlio Mansur, ocorrido ontem (08/08).

    O sepultamento ocorre nesta segunda-feira (09/08), entre 14h30 e 15h, no Cemitério da Penitência, restrita aos familiares devido ao protocolo de segurança da Covid-19.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    Feliz dia dos Pais!

    PAI: uma pequena palavra, recheada de significados e importância. Aos presentes, aos que já se foram, aos de coração, de sangue ou consideração, um feliz dia dos Pais! ?

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    Nota de pesar - Vandelírio Ferreira da Fonseca

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica o falecimento do senhor Vandelírio Ferreira da Fonseca, pai do associado Rodrigo Rigamonte Fonseca, ocorrido ontem (07/08).

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    NOTA PÚBLICA - Ataques ao STF

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), entidade que representa magistrados e magistradas federais de todo país, junto de dez entidades regionais de juízes federais, manifesta repúdio à escalada de desrespeito aos integrantes do Supremo Tribunal Federal protagonizada pelo Chefe do Poder Executivo e empenha total apoio ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que tem se dedicado na busca pelo diálogo equilibrado e transparente entre as autoridades constituídas.

    São inaceitáveis as repetidas mensagens distorcidas sobre decisões judiciais e sobre a higidez do processo eleitoral brasileiro, além das reiteradas ofensas a membros do Supremo Tribunal Federal, com ameaças diretas de ruptura com a ordem legalmente constituída.

    A liberdade de expressão não autoriza que sejam proferidas ameaças às instituições ou a seus integrantes, tampouco ilações e calúnias contra quaisquer pessoas, sobretudo magistrados no cumprimento do seu dever constitucional. A superação das dificuldades vivenciadas pela população em razão da pandemia exige união de esforços e proteção das instituições que compõem o nosso Estado Democrático de Direito. O contínuo e ruidoso atrito entre os Poderes da República somente gera insegurança institucional e dissemina sentimentos de temor à sociedade brasileira.

    A Ajufe reconhece a liderança do ministro Luiz Fux, Presidente do Supremo Tribunal Federal, para atuar na defesa da ordem jurídica e do Poder Judiciário, bem como na preservação da harmonia e independência dos Poderes da República, e roga às demais autoridades que atuem para a retomada de um ambiente tranquilo e pacífico, no qual os limites impostos pela Constituição sejam respeitados.

     

    Brasília, 06 de agosto de 2021. 

    Associação dos Juízes Federais do Brasil - Ajufe

    Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul - Ajufesp

    Associação dos Juízes Federais do Estado de Minas Gerais - Ajufemg

    Associação dos Juízes Federais da 1ª Região - Ajufer

    Associação dos Juízes Federais da Bahia - Ajufba

    Associação dos Juízes Federais da 5ª Região - Rejufe

    Associação dos Juízes Federais do Rio Grande do Sul - Ajufergs

    Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo - Ajuferjes

    Associação dos Juízes Federais do Estado de Santa Catarina  - Ajufesc

    Associação dos Juízes Federais do Mato Grosso do Sul - Ajufems

    Associação Paranaense dos Juízes Federais - Apajufe

    Advogadas e procuradoras lançam obra em homenagem à ministra Regina Helena Costa

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    A Ajufe comunica o lançamento da obra “Direito Tributário nos Tribunais Superiores – Estudos em homenagem à Ministra Regina Helena Costa”, no dia 12 de agosto, quinta-feira, às 17h30, via Zoom. Na cerimônia virtual, as advogadas Ariane Costa Guimarães e Glaucia Maria Lauletta Frascino, coordenadoras da obra, recebem a ministra Regina Helena Costa e a professora Misabel Abreu Machado Derzi. A transmissão ocorrerá por meio do link: https://bit.ly/3rZ7Z39

    O livro é publicado pela editora Almedina. De acordo com o site da editora, advogadas e procuradoras se reuniram para homenagear a ministra e professora Regina Helena Costa, que completou 30 anos de judicatura e 37 de magistério em 2021, em uma jornada de posições jurisdicionais de relevância e de obras que formam as bases da tributação no Brasil.

    Os artigos que compõem a obra revelam a preocupação sistêmica, consistente e sofisticada do olhar feminino ao Direito Tributário, construído pelas mãos da ministra Regina Helena Costa.

    Saiba mais: https://bit.ly/3lBU1CZ

    STF lança o periódico “Suprema – Revista de Estudos Constitucionais”

    Nesta quinta-feira (5/8), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, lança a Suprema – Revista de Estudos Constitucionais, o primeiro periódico acadêmico produzido pela Corte.

    Na mensagem de apresentação, Fux destaca que a revista “surge em um período de grandes desafios para o Poder Público e para toda a sociedade, em decorrência da grave crise sanitária provocada pela pandemia da Covid-19. A despeito das dificuldades enfrentadas, trata-se de um período que ressalta a importância da valorização da ciência e do conhecimento científico e, portanto, do fomento às pesquisas e às informações qualificadas”.

    A revista será um periódico científico semestral, destinado à publicação de artigos, traduções, resenhas e entrevistas inéditos da área jurídica. Seu principal objetivo consiste em difundir textos das mais diversas áreas do direito público e privado, possibilitando a circulação do conhecimento gerado em pesquisas baseadas em abordagens teóricas e empíricas, a fim de propiciar um espaço qualificado para o debate acadêmico.

    A primeira edição conta com 12 artigos, que contemplam diversos temas e seguem as boas práticas do meio editorial científico.

    Submissão de artigos

    O fluxo de recebimento dos textos acadêmicos será contínuo. Serão aceitos trabalhos em português, inglês, espanhol, francês e italiano.

    Pretende-se que a publicação apresente, desde a sua primeira edição, artigos, traduções e resenhas originais e independentes, seguindo os rigorosos critérios exigidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) para obtenção dos mais elevados estratos de classificação de periódicos.

    Acesse a 1ª edição: https://suprema.stf.jus.br/index.php/suprema/issue/view/1/1

    Nota de pesar - Glória Marques Barcelos

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica o falecimento da senhora Glória Marques Barcelos, mãe do desembargador federal Marcos Augusto de Sousa, ocorrido ontem (04/08).

    O sepultamento ocorrerá no fim desta tarde (05/08), em Rialma, interior de Goiás.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    É HOJE! Nova prévia do 3º Fonadih discute laicidade, tolerância e liberdade religiosa

    A Ajufe continua a promoção da 3ª edição do seu Fórum Nacional de Direitos Humanos, por meio de prévias virtuais. No próximo encontro, que ocorre hoje (5/8), a partir das 19h, os convidados discutirão o tema “Laicidade, tolerância e liberdade religiosa: desafios e perspectivas no Brasil”.

    O encontro virtual contará com as participações do professor Daniel Sarmento, do advogado Hédio Silva Júnior, do professor Luiz Antônio Cunha, da professora Paula Monteiro, do juiz federal Renato Câmara Nigro e do teólogo Ronilso Pacheco.

    O debate será realizado via plataforma Zoom e transmitido via Youtube.

    Para inscrições e mais informações, acesse o folder em: https://bit.ly/3iUGhQU

    Diretoria da Ajufe faz visita institucional ao STF

    O presidente da Ajufe, Eduardo André, o vice-presidente na 1ª Região, Caio Marinho, o primeiro-secretário, Nelson Alves, e a juíza federal Débora Valle, coordenadora da Comissão da Ajufe que acompanha o PL do FEJUFE, fizeram uma visita institucional ao Supremo Tribunal Federal, nesta quarta-feira (04/08).

    Inicialmente, os representantes da associação foram recebidos pelo presidente da Corte, ministro Luiz Fux. Na ocasião, falaram sobre a necessidade de aprovação do Fundo de Custas (FEJUFE) no Congresso Nacional (PL 7735/2017). O ministro foi receptivo ao pleito e se dispôs a apoiar a Ajufe.

    Na sequência, os integrantes da Diretoria reuniram-se com o Diretor Geral do STF, Pedro Felipe, para uma visita institucional, tratando de temas diversos relacionados à magistratura federal.

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    TRF5 nega pedido para suspender processo da Operação Apneia

    Foi negada ainda anulação das autorizações para buscas contra gestores no Recife

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) negou o pedido para suspender o andamento do procedimento criminal relativo à Operação Apneia, feito pela defesa do ex-secretário de Saúde do Recife, Jailson de Barros Correia, o ex-diretor executivo de Administração e Finanças da Secretaria de Saúde do município Felipe Soares Bittencourt e a ex-gerente de Conservação de Rede da Secretaria de Saúde do Recife Mariah Simões da Mota Loureiro Amorim Bravo, mediante habeas corpus. O processo investiga um esquema de R$ 11,5 milhões para compra de respiradores para o enfrentamento da pandemia da covid-19, pela Prefeitura do Recife.

    Também foi negado o pedido para anulação das decisões judiciais que autorizaram as medidas de busca e apreensão feitas no âmbito da operação, o que levaria à nulidade de eventuais provas obtidas. O tribunal negou ainda a solicitação para que fosse suspensa a remessa do processo à Justiça Estadual até o julgamento final do habeas corpus.

    Os autores do pedido são investigados por envolvimento na compra irregular, pela Prefeitura do Recife, de 500 ventiladores pulmonares para o enfrentamento da pandemia da covid-19. No habeas corpus interposto junto ao TRF5, alegaram a incompetência da Justiça Federal, do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) para atuarem no caso, já que a compra dos equipamentos, segundo os acusados, não teria sido feita com recursos federais.

    Mas o TRF5 entendeu que, mesmo havendo decisão recente da 1ª instância da Justiça Federal para remessa do caso à Justiça Estadual, essa foi proferida no momento correto do trâmite do processo. Conforme consta na decisão do tribunal, “se a conclusão das investigações indicou a inexistência de envolvimento de verbas federais, diante de tal segurança e conclusão, a Justiça Federal, com a cautela necessária, não se demorou a declarar sua incompetência”.

    A determinação para envio do caso à Justiça Estadual considerou válidas todas as decisões e desdobramentos no âmbito da Operação Apneia enquanto o caso tramitou na esfera federal. O MPF ainda recorreu para reverter a decisão que remete o caso para a Justiça Estadual e aguarda a apreciação desse recurso.

    A decisão do TRF5 no pedido de habeas corpus destaca ainda que os fatos investigados pela operação seguem sendo extremamente graves: “Vislumbrou-se o desvio criminoso de recursos – sejam eles federais, estaduais ou mistos – que deveriam ser aplicados em prol de pacientes com covid-19, moléstia mortal que tem dizimado parte considerável da população mundial e, no país, já ultrapassou a infeliz marca dos 500 mil mortos”.

    Diante de alegações no pedido do habeas corpus de que os órgãos federais teriam agido de má-fé para se manterem na condução do caso, o TRF5 frisou que “a má-fé não se presume, exige prova efetiva, ainda mais quando estamos diante de autoridades públicas de reconhecido preparo e respeito como é o caso das juízas e dos juízes Federais; das procuradoras e dos procuradores da República; das delegadas e dos delegados Federais”.

    A Apneia

    A Operação Apneia foi deflagrada no ano passado para apurar possíveis desvios de recursos e crimes licitatórios na aquisição, por parte da Prefeitura do Recife, de ventiladores pulmonares para o enfrentamento da pandemia. As apurações indicaram, entre outros fatos, a omissão da origem dos valores aplicados na contratação, assim como constantes alterações das fontes de custeio, o que vulnerabilizou a investigação criminal.

    Foram ainda impetrados sete habeas corpus pela defesa na tentativa de retirar da esfera federal as investigações, todos negados pelo TRF5, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). (Com informações da Assessoria de Comunicação Social da Procuradoria da República em Pernambuco)

    Fonte: Diário do Poder

    Novo livro do desembargador Brum Vaz aborda a judicialização dos direitos da Seguridade Social

    O desembargador federal Paulo Afonso Brum Vaz, integrante da Turma Regional Suplementar de Santa Catarina do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), lançou o livro “A Judicialização dos Direitos da Seguridade Social”. A obra é publicada pela Editora Alteridade.

    A publicação é resultado da pesquisa de pós-doutorado que o magistrado realizou na Universidade de Coimbra, em Portugal, e aborda várias características da judicialização dos direitos da Seguridade Social, tanto positivas quanto negativas.

    Brum Vaz traduz no livro o seu atual pensamento sobre os mais diversos aspectos, de natureza material e processual, sobre a proteção dos direitos sociais relacionados à saúde, previdência e assistência social.

    Na obra, o desembargador reconhece que, em tempos de retração do Estado do Bem-Estar Social, manifestada a partir da orientação institucionalizada no sentido da negativa de tais direitos na esfera administrativa, a recursividade ao Poder Judiciário revela-se inafastável.

    Além de atuar em Turma especializada em Direito Previdenciário, Brum Vaz é professor de Direito Processual Civil, Previdenciário e Ambiental, lecionando, principalmente, nas Escolas Superiores da Magistratura da 4ª Região. Ele possui mestrado em Poder Judiciário (FGV), doutorado em Direito Público (UNISINOS) e pós-doutorado em Democracia e Direitos Humanos (IGC – Coimbra). O magistrado também é membro da Academia Brasileira do Direito da Seguridade Social (ABDSS).

    Fonte: ASCOM TRF4

    Instituto J&C promove seminário sobre análise econômica dos atos regulatórios na saúde suplementar

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) editou em julho a Resolução Normativa nº 470, que trata do processo de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde – listagem de exames, terapias e medicamentos que as operadoras privadas são obrigadas a oferecer, conforme as categorias dos planos contratados pelos clientes.

    Para entender a importância, os impactos econômicos e as demais consequências das mudanças, a Revista Justiça & Cidadania vai promover em 12 de agosto (quinta-feira) o Seminário Análise Econômica dos Atos Regulatórios na Saúde Suplementar. Com transmissão ao vivo no canal da Revista no YouTube, o Seminário terá a participação de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), médicos, economistas, atuários e do novo presidente da ANS, Paulo Roberto Rebello Filho. A inscrição pode ser feita pelo site da Revista: https://www.institutojc.com.br/analise-economica-dos-atos-regulatorios-na-saude-suplementar/ ou pelo youtube: https://youtu.be/dq3UpAqAvBA

    Mudança no prazo de atualização do Rol – A principal discussão a respeito do tema na jurisprudência do STJ é para determinar o caráter taxativo ou meramente exemplificativo do Rol. Os ministros que defendem que o Rol é exemplificativo em geral argumentam que o longo prazo para sua atualização, a cada dois anos, atrasa a incorporação do desenvolvimento tecnológico aplicado a diversos medicamentos e técnicas terapêuticas. Uma das principais mudanças trazidas pela NR nº 470, contudo, diz respeito justamente ao prazo de atualização do Rol, que com a entrada em vigor da norma, em 1º de outubro, passará a ser semestral.

    Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), esse prazo de atualização mais curto trará maior segurança jurídica às operadoras de planos de saúde, que em muitos casos, a partir de determinações judiciais, são obrigadas a custear exames, técnicas, fármacos e condições de atendimento que não constam do Rol e nem haviam sido contratados.

    CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:
    10h - Abertura
    Humberto Martins
    Ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do STJ

    10h30 - Painel I - A resolução 470 da ANS
    Presidente de mesa: Ministro Marco Aurélio Bellizze, do STJ
    Palestrantes: Dr. Paulo Rebello, Diretor-Presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar
    Dr. Stephen Stefani, médico

    11h30 - Painel II - Análise Econômica dos Atos Regulatórios
    Presidente de mesa: Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do STJ
    Palestrante:
    Dra. Raquel Marimon, Atuária

    12h30- Encerramento
    Ministro Luis Felipe Salomão, do STJ

     

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    Podcast "Conversa com o Judiciário" debate violência doméstica

    Uma em cada quatro mulheres brasileiras foi vítima de agressões em casa, desde o início da pandemia, em março de 2020. Para falar sobre os diversos aspectos da violência doméstica, a Promotora de Justiça Gabriela Manssur, especialista em defesa dos direitos da mulher, e a Delegada de Polícia Raquel Gallinati, autora de diversas obras sobre a questão da violência contra a mulher conversam com o ministro Luis Felipe Salomão.

    A produção é da Revista Justiça & Cidadania. Ouça o episódio no spotify ou em outras plataformas de streaming.

     

    CNJ aprova resolução sobre normas do Sistema de Integridade do Poder Judiciário

    O presidente da Ajufe, Eduardo André, participou da 335ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Justiça, nesta terça-feira (03/08). A sessão marcou, entre outros, a aprovação da resolução sobre normas gerais e diretrizes para a instituição do Sistema de Integridade do Poder Judiciário. 

    A norma indica medidas de prevenção, detecção, monitoramento, controle e repressão de condutas ilícitas e antiéticas, propõe arranjos normativos, institucionais e organizacionais para disseminar políticas e mecanismos de prevenção e combate à corrupção, além de promover debates sobre o tema e a legislação de regência, realizando diagnósticos, e atuar para a criação de cultura que encoraje a conduta ética e a aderência ao compliance.

    “Esse trabalho não se resume a uma ordem normativa, temos outros mecanismos nessa luta no combate à corrupção”, assinalou o presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, ao falar da importância da iniciativa que, segundo ele, alinha-se à legislação brasileira e à Agenda 2030 da ONU.

    O presidente da Ajufe destacou a importância da aprovação da norma. “Em nome da Ajufe gostaríamos de agradecer e parabenizar o CNJ e todo o grupo de trabalho sobre essa resolução. O Poder Judiciário, mais uma vez, mostra a sua abertura para a sociedade, a necessidade que tem de ser bem compreendido, de que todas as nossas decisões são fundamentadas, que tudo tem de ser bem exposto. E assim podemos ajudar o Brasil cada vez mais”, avaliou Eduardo André. 

    Assista à sessão em:

     

    Revista aborda judicialização de benefícios previdenciários e uso de algoritmos na distribuição de processos  

    A Revista da Escola da Magistratura (Emagis) do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) nº 18, lançada na última semana (28/7), traz como destaques os artigos “A judicialização dos benefícios previdenciários por incapacidade: da negativa administrativa à retração judicial”, do desembargador federal Paulo Afonso Brum Vaz, e “A definição da competência processual por algoritmo”, do juiz federal Oscar Valente Cardoso. A edição oferece ainda artigos de outros quatro juízes federais sobre assuntos atuais como acesso ao Judiciário na pandemia e formas de evitar a manipulação na Internet. Clique aqui para acessar a publicação na íntegra.

    Cardoso explica como a Presidência do TRF4 reorganizou, a partir de 2018, a especialização e a regionalização das competências usando algoritmos para equalizar a distribuição processual e as cargas de trabalho das unidades judiciárias da primeira instância da Justiça Federal da 4ª Região. Em seu artigo, o magistrado ressalta que o uso da inteligência artificial tem refletido diretamente na melhoria da prestação jurisdicional.

    Brum Vaz alerta para a mudança de papéis que tem ocorrido entre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Judiciário, com a crescente judicialização das questões previdenciárias. O desembargador expõe dados estatísticos e aponta as tendências à realização de perícias superficiais e à negativa de direitos aos trabalhadores pela autarquia como os principais fatores dessa “corrida” ao Judiciário. Segundo o magistrado, a perícia administrativa deixa de examinar fatores importantes como circunstâncias pessoais, sociais, laborais, econômicas e temporais, expedindo laudos que não passariam de “consultas”.

    A nova edição da revista, com 268 páginas, traz no total 14 textos sobre temas jurídicos diversificados. O periódico quadrimestral, editado pela Emagis do TRF4, foi lançado em 2014 com o objetivo de contribuir para o aprimoramento permanente dos juízes federais e dos demais operadores do Direito.

     

    Artigos da edição nº 18:

    A judicialização dos benefícios previdenciários por incapacidade: da negativa administrativa à retração judicial

    Paulo Afonso Brum Vaz

    Salvar vidas não é custo: quarentena é fundamental para conter a disseminação do vírus

    Reis Friede

    O pensamento econômico em John Rawls

    Luciana Bauer

    Litigância ambiental: uma ética ambiental para o novo milênio

    Luciana Bauer e Ana Luísa Sevegnani

    Era da (des)informação e desenvolvimento do juízo crítico

    Edilberto Barbosa Clementino

    Acesso à justiça e pandemia

    Tiago do Carmo Martins

    A definição da competência processual por algoritmo

    Oscar Valente Cardoso

    Principiologia ambiental contemporânea: da dignidade humana à sociedade de risco

    José Eduardo Melhen e Leonardo Estevam de Assis Zanini

    Implementação de programa de compliance como redutor de multa por ato de corrupção

    Jessé Torres Pereira Junior e Thaís Marçal

    Acordos entre Ministério Público e imputado no Brasil e na Itália: aplicação da pena a pedido das partes, transação penal e acordo de não persecução penal

    Luciana Sperb Duarte Vassalli

    Princípio do tempo razoável de duração do processo e a celeridade das manifestações do MP

    Luís Alberto Thompson Flores Lenz

    Em que pese a ou em que pese(m)...

    Eduardo de Moraes Sabbag

    A lógica e a argumentação jurídicas como fatores de controle e legitimação das decisões judiciais

    Rafael Ribeiro Alves Júnior

    União poliafetiva e seus reflexos na pensão por morte

    Cristina Maiko Oishi do Amaral Campos Okuma e Gabriel Cavalcante Cortez

     

    Por ASCOM TRF4

    Seminário da Ajufe debate, ao longo desta semana, a segurança de voo e jurisdição federal

    A Ajufe iniciou, nessa segunda-feira (02/08), o Seminário “A segurança de voo e a jurisdição federal”. A programação se estende até a próxima quinta-feira, dia 5 de agosto.

    Na abertura do evento, o presidente da Ajufe, Eduardo André, falou sobre a importância de se debater o direito aeronáutico. “A Ajufe está muito honrada em promover este evento que mostra a especialidade da nossa atuação, tão essencial e importante ao país, demonstrando a capilaridade da Justiça Federal”, afirmou.

    O coordenador do seminário e da Comissão de Direito Aeronáutico da Ajufe, Marcelo Honorato, mediou o encontro. “O objetivo principal do nosso evento é debater as questões mais sensíveis, mais relevantes do Direito Aeronáutico que possam impactar para a Justiça Federal, tanto para o magistrado conseguir ferramentas para sua decisão quanto também para os operadores”, destacou.

    Painel - O primeiro painel do evento debateu o processo de investigação do acidente aeronáutico e contou com a participação do chefe do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Brigadeiro do Ar, Marcelo Moreno, como palestrante. E, como debatedor, o presidente da Comissão de Direito Aeronáutico, Espacial e Aeroportuário do Conselho Federal da OAB, Antonio José e Silva.

    O palestrante destacou os aspectos práticos e teóricos do funcionamento do CENIPA, o processo de investigação de acidentes aéreos e de prevenção.

    O seminário - Mais de mil pessoas se inscreveram no seminário que foi dividido em quatro painéis, que contam com a participação de magistrados, autoridades da Força Aérea Brasileira, e juristas. Nos próximos dias serão explorados os temas: a limitação de propriedade nas áreas de proteção de aeródromos; o risco de fauna e a Lei 12.725/2012; e Julgamento dos grandes acidentes aéreos do Brasil e questões processuais. O evento é gratuito e haverá emissão de certificado aos participantes.

    A palestra de abertura está disponível no Youtube da Ajufe:

    Desembargadora federal divulga texto sobre arqueologia da repressão e resistência em publicação digital da UFPel

    A desembargadora federal Inês Virgínia e a doutora em História, Juliana Poloni, publicaram artigo sobre arqueologia da repressão e da resistência em nova edição do Cadernos do NUPPOME, publicação digital vinculada ao Núcleo de Pesquisa sobre Políticas de Memória da Universidade Federal de Pelotas.

    O texto destaca a importância de se estudar o tema da memória sob a perspectiva arqueológica (ou vice-versa: sobre a importância de se realizar pesquisa arqueológica sob a perspectiva da memória). 

    A publicação pode ser lida e baixada em: https://wp.ufpel.edu.br/nuppome/cadernos-do-nuppome/ 

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