Juiz federal e associado da Ajufe lança obra sobre o Código de Processo Civil

    O juiz federal e associado da Ajufe Rodolfo Kronemberg Hartmann, doutor e mestre em Direito, e o advogado Robert Peter Batista Beserra lançam a 4ª edição da obra “Código de Processo Civil Comentado”, pela editora Rideel. A cerimônia será realizada no dia 13/3, a partir das 10h, no Plenário Evandro Lins e Silva, na OABRJ, no Rio de Janeiro.

    A abertura contará com a presença da presidente da OABRJ, Ana Tereza Basilio, e da vice-presidente, Sylvia Drumond, além da participação do professor Luiz Wambier, presidente da Comissão de Processo Civil da entidade, e de outras autoridades acadêmicas e institucionais. A programação inclui palestras gratuitas sobre processo civil, seguidas do lançamento da obra.

    Sobre a obra
    A 4ª edição, dedicada ao CPC/2015, chega atualizada em razão da consolidação do Código na prática jurídica e das transformações sociais, políticas e tecnológicas desde a 3ª edição. Os autores destacam o esforço conjunto para oferecer um conteúdo consistente e revisado, incorporando alterações legislativas, doutrinárias e jurisprudenciais, com ênfase em mudanças trazidas por normas como as Leis nº 14.833/2024 e nº 15.109/2025, e seus impactos no sistema processual. A edição também reúne novas ementas, comentários de julgados e observações práticas, inclusive com decisões divergentes para evidenciar debates atuais, além de integrar as modificações diretamente aos dispositivos, facilitando a leitura.

    Para mais informações ou aquisição do título, acesse: https://www.editorarideel.com.br/codigo-de-processo-civil-comentado?srsltid=AfmBOooeRx3notSurzC2t4fKDX5OizHzG4XZToKUXCfquHdlErcxcDRv

    Serviço
    Lançamento da obra “Código de Processo Civil Comentado”, de autoria do juiz federal Rodolfo Kronemberg Hartmann e do advogado Robert Peter Batista Beserra
    Data: 13/3/2026, das 10h às 12h
    Local: Plenário Evandro Lins e Silva, OABRJ
    Endereço: Av. Marechal Câmara, 150, 4º andar, Centro, Rio de Janeiro (RJ)

    lancamento kronemberg card

    Juíza federal e associada da Ajufe lança livro sobre a cadeia de custódia da prova no processo civil

    A juíza federal e associada da Ajufe Carla Teresa Bonfadini de Sá lançou o livro “Da Aplicação da Cadeia de Custódia da Prova no Processo Civil”, publicado pela editora Thoth.

    A obra é a versão comercial da tese de doutorado em Direito Processual da magistrada, defendida na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), sob orientação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), e coorientação do desembargador Humberto Dalla Bernardina de Pinho, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). A publicação conta com prefácio assinado por ambos.

    Na apresentação, o ministro Reynaldo da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), destaca que a cadeia de custódia da prova, tradicionalmente consolidada no processo penal, também se mostra essencial no processo civil, especialmente diante do crescente uso de documentos digitais, registros eletrônicos e outros meios tecnológicos que exigem garantia de autenticidade e integridade para serem admitidos e valorados.

    Segundo ele, a autora aborda o tema com rigor teórico aliado a uma visão prática. O ministro ressalta que, embora o Código de Processo Penal trate da cadeia de custódia nos artigos 158-A a 158-F, a legislação processual civil ainda é omissa sobre o assunto, o que abre espaço para reflexões doutrinárias e propostas de aplicação integrativa.

    Para mais informações ou aquisição do título, acesse:
    https://editorathoth.com.br/produto/da-aplicacao-da-cadeia-de-custodia-da-prova-no-processo-civil-um-reforco-ao-controle-epistemologico-da-prova/1746

    Lançamento de obra sobre a jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos

    A Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) e a FGV Justiça lançam a obra coletiva “Comentários à jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos”, organizada pelo vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Luis Felipe Salomão, e pelo magistrado Rodrigo Mudrovitsch, atual presidente da Corte IDH.

    Com prefácio do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o livro reúne artigos de 34 autores, entre magistrados federais, juristas, professoras(es) e especialistas em direitos humanos.

    O lançamento será realizado em 16/3, a partir das 17h45, na Sala de Sessões da Primeira Turma do STF, em Brasília.

    Serviço
    Lançamento do livro “Comentários à jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos”
    Data: 16 de março, a partir das 17h45
    Local: Sala de Sessões da Primeira Turma do STF
    Endereço: Praça dos Três Poderes, Anexo II B, 3º andar, Brasília (DF)

    livro corteidh stf 163

    Juiz federal e associado da Ajufe lança nova edição de obra sobre processo penal nos crimes federais

    O juiz federal e associado da Ajufe, Inezil Penna Marinho Jr., lança a 4ª edição da obra “Processo Penal nos Crimes Federais”, pela editora JusPodivm. O autor desenvolve exame abrangente da persecução penal no âmbito da Justiça Federal, percorrendo, de modo sistemático, a fase preliminar da investigação criminal e o controle externo da atividade policial, a definição da competência criminal federal, a atuação das varas especializadas e o julgamento colegiado, até alcançar a etapa da execução penal.

    Mantida a estrutura geral das edições anteriores, o conteúdo foi revisado para incorporar mudanças normativas e jurisprudenciais de 2024 e 2025, em conformidade com a Resolução CJF 881/2024, a Resolução CNMP 289/2024 e a Resolução CSMPF 250/2025, marcos com impacto direto na persecução penal no âmbito federal. O capítulo sobre os poderes investigatórios do Ministério Público foi reformulado e ajustado ao novo arcabouço normativo e à jurisprudência do STF. A publicação inclui, ainda, um subtítulo sobre o Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), compatível com a regulamentação atualizada e com entendimentos recentes do STF e do STJ.

    O magistrado destaca, ainda, que acrescentou um capítulo dedicado ao Juizado Especial Federal Criminal, com panorama sobre competência, rito, princípios orientadores, atuação dos órgãos de persecução penal e peculiaridades do modelo federal.

    Para mais informações ou aquisição do título, acesse: https://www.editorajuspodivm.com.br/processo-penal-nos-crimes-federais-2026-marinho-jr

    Juiz federal e associado da Ajufe lança três obras sobre direito constitucional e administrativo

    O juiz federal e associado da Ajufe Dirley da Cunha Júnior lança três novas edições nas áreas de Direito Constitucional e Administrativo: “Curso de Direito Constitucional” (20ª edição), “O Controle de Constitucionalidade no Brasil e no Direito Comparado” (14ª edição) e “Curso de Direito Administrativo” (23ª edição). O autor é Professor Titular de Direito Constitucional da UFBA. Os livros são publicados pela Editora JusPodivm.

    Em “Curso de Direito Constitucional”, o autor reúne rigorosa investigação acadêmica e experiência prática para abordar temas centrais e atuais do constitucionalismo contemporâneo, com linguagem clara e precisão conceitual.

    “O Controle de Constitucionalidade no Brasil e no Direito Comparado” foi integralmente revisado, atualizado e ampliado, com novos estudos sobre o tema em diferentes ordenamentos, como França, Portugal, Chile, Colômbia, Peru, Equador, Bolívia, Alemanha, Itália, Espanha e Bélgica.

    Já o “Curso de Direito Administrativo” mantém a proposta didática das edições anteriores, com inclusão de novas questões de concursos, atualização de jurisprudência e revisão de entendimentos recentes do STF em temas relevantes.

    Para mais informações ou aquisição dos títulos:
    1) https://www.editorajuspodivm.com.br/curso-de-direito-constitucional-2026-junior
    2) https://www.editorajuspodivm.com.br/o-controle-de-constitucionalidade-no-brasil-e-no-direito-comparado-2026-junior
    3) https://www.editorajuspodivm.com.br/curso-de-direito-administrativo-2026-junior

    Ministra do STJ e associada da Ajufe lança nova edição de livro sobre direito tributário

    A ministra Regina Helena Costa, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), lança a 16ª edição da obra “Curso de Direito Tributário – Constituição e Código Tributário Nacional”, pela Editora Saraiva Jur.

    O livro apresenta, de forma abrangente, os fundamentos do Direito Tributário, em linguagem didática e objetiva. A obra oferece ao leitor uma visão panorâmica da disciplina, sob a ótica da conexão entre tributação e direitos fundamentais. A autora é livre-docente em Direito Tributário pela PUC-SP e professora dos cursos de graduação e pós-graduação em Direito da mesma universidade.

    Para mais informações ou para adquirir o título, acesse: https://www.grupogen.com.br/livro-curso-de-direito-tributario-16-edicao-2026-regina-helena-costa-saraiva-jur-9786551770586

    Desembargador federal lança três novas obras sobre Direito Penal

    O desembargador federal Ângelo Roberto Ilha da Silva lança, pela Tirant Brasil, três nova obras de sua autoria na área do Direito Penal: "Código Penal Comentado", "Teoria Geral do Crime" (5ª edição) e "Instituições de Direito Penal" (7ª edição).

    Em "Código Penal Comentado", escrito em coautoria com o procurador da República Pedro Henrique Oliveira Kenne da Silva, a obra incorpora estudos neurocientíficos para aproximar a compreensão do comportamento humano da dogmática penal, com aplicação aos principais institutos jurídico-penais.

    Já em "Teoria Geral do Crime", o autor apresenta uma visão ampla, crítica e didática da teoria do delito, examinando conceitos de crime e conduta, tipicidade, ilicitude, imputação e culpabilidade, além de discutir debates atuais sobre dolo, culpa, autoria e participação.

    Em "Instituições de Direito Penal", o livro percorre a história do direito penal, as teorias que justificam e limitam o poder punitivo e os fundamentos das penas, com atenção aos critérios de individualização.

    Para mais informações sobre as obras, acesse: https://editorial.tirant.com/br/libro/kit-especial-de-pre-venda-angelo-roberto-ilha-da-silva-E00002002026

    Juiz federal e associado da Ajufe lança obra sobre precedentes vinculantes e litigância de má-fé

    O juiz federal e associado da Ajufe Frederico Augusto Leopoldino Koehler lança o livro “Precedentes vinculantes e litigância de má-fé”, pela Editora JusPodivm. A obra conta com apresentação de Fredie Didier Jr., prefácio de Marcelo José Magalhães Bonizzi e posfácio de Christoph Alexander Kern.

    O livro resulta da tese de doutorado do magistrado e também reúne sua experiência como juiz assessor no Superior Tribunal de Justiça, abordando de forma prática e objetiva os temas dos precedentes vinculantes e da litigância de má-fé.

    Para mais informações ou para adquirir o título, acesse: https://www.editorajuspodivm.com.br/precedentes-vinculantes-e-litigancia-de-mafe-2026-koehler

    Juiz federal e associado da Ajufe lança obra sobre armazenamento de dados pessoais na investigação e no Processo Penal

    Na próxima quinta-feira (5/3), o juiz federal e associado da Ajufe Paulo Augusto Moreira Lima lança o livro “Armazenamento de dados pessoais na investigação e no Processo Penal – Limitação ao indispensável, Devido Processo Informacional e publicidade”. O lançamento ocorrerá na Livraria Leitura, em Goiânia, e a publicação é da Lumen Juris.

    A obra aborda o armazenamento de dados pessoais captados por técnicas de investigação tecnológica. O livro tem como eixo central o estudo da problemática pertinente aos dados pessoais armazenados em arquivos policiais e do Ministério Público, mesmo em casos encerrados. O estudo desenvolvido também destaca os riscos de vazamentos, mau uso e exploração indevida em processos públicos na internet.

    Além disso, a publicação estipula bases teóricas inéditas e soluções práticas. O objetivo é alinhar a investigação criminal tecnológica e o processo penal moderno ao direito à proteção de dados.

    Para mais informações ou aquisição do título, acesse: https://lumenjuris.com.br/informatica-e-direito-digital/armazenamento-de-dados-pessoais-na-investigacao-e-no-processo-penal-2025-4809/p

    Serviço
    Lançamento do livro Armazenamento de Dados Pessoais na Investigação e no Processo Penal – Limitação ao indispensável, Devido Processo Informacional e publicidade
    Autor: Juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima
    Data: 5/3/2026, quinta-feira, das 18h às 21h
    Local: Livraria Leitura
    Endereço: Avenida T-10, 1300, Setor Bueno, Goiânia (GO)

    lancamento juris paulo armaze

    Obra em homenagem ao ministro Afrânio Vilela será lançada em 4 de março

     

    O Espaço Cultural STJ vai sediar, no dia 4 de março, o lançamento do livro "Afrânio Vilela: Um Mineiro de Ibiá no Superior Tribunal de Justiça"O evento será realizado no mezanino do Edifício dos Plenários, na sede do tribunal, das 18h30 às 21h.

    A obra é uma coletânea de artigos com reflexões sobre o pensamento jurídico e a trajetória profissional do ministro Afrânio Vilela, resgatando as suas contribuições ao direito e à magistratura. Nascido em Ibiá, pequena cidade de Minas Gerais, ele compõe o STJ desde 2023.

    No prefácio – que define o livro como uma travessia pela vida e pelo pensamento de Vilela –, o ministro João Otávio de Noronha destaca a atuação do colega na Justiça restaurativa e o seu comprometimento com os anseios populares. "A vida de Afrânio Vilela é prova de que a Justiça pode ser ponte, e não muro", afirma Noronha na abertura da obra.

    Responsável pelo posfácio, o ministro Sebastião Reis Júnior lembrou que a carreira de Vilela – como juiz, desembargador e ministro – foi sempre marcada por firmeza técnica, ética e sensibilidade.

     

    Serviço

    Lançamento do livro "Afrânio Vilela: Um Mineiro de Ibiá no Superior Tribunal de Justiça"

    Data: 4/3/2026

    Horário: das 18h30 às 21h

    Local: Mezanino do Edifício dos Plenários, sede do STJ, Brasília (DF)

     

    Fonte: STJ

    TRF5 reforça Turma Recursal da JFPB com colegiado auxiliar diante da maior demanda de recursos do país

    A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) realizou, no último dia 11, a primeira sessão de julgamentos da Turma Recursal Auxiliar. O colegiado integra programa de auxílio temporário instituído pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). A sessão ocorreu na subsede da JFPB, no edifício Duo Corporate Towers (DCT). 

    A medida busca reduzir o acervo da Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais da Paraíba, que registra o maior volume de recursos do país. O programa teve início em 31 de janeiro e terá duração de dez meses. 

    Quinze servidores atuam de forma dedicada no apoio aos julgamentos, além de três suplentes. Os processos analisados concentram-se em demandas previdenciárias e assistenciais.

    Na sessão inaugural, o colegiado julgou 268 processos e realizou 10 sustentações orais. Participaram dos julgamentos os juízes federais Fernando Porto, presidente da Turma Recursal Auxiliar, Rafael Chalegre, Thiago Batista de Ataíde e a juíza suplente Adriana Nóbrega.

    A abertura dos trabalhos contou, por videoconferência, com a participação do corregedor-regional do TRF5, desembargador federal Leonardo Resende, do coordenador dos Juizados Especiais Federais da 5ª Região, desembargador federal Leonardo Carvalho, e do vice-coordenador regional, desembargador federal Leonardo Coutinho. O presidente da Turma Recursal da JFPB, juiz federal Rudival Gama do Nascimento, participou presencialmente. 

    Esforço concentrado

    O juiz federal Fernando Américo afirmou que a Turma Recursal Auxiliar representa uma resposta imediata ao acúmulo processual. O magistrado ressaltou que a medida tem caráter provisório. “É uma medida paliativa, não vai resolver o problema estrutural da nossa Turma Recursal, que é a mais demandada na região.”, declarou. O magistrado destacou a equipe pretende cumprir a meta estabelecida. “São 10 mil processos para julgarmos em 10 meses”.

    Por sua vez, o presidente da Turma Recursal da JFPB, juiz federal Rudival Gama do Nascimento, ressaltou ainda que a Paraíba concentra quase um terço dos processos distribuídos nas Turmas Recursais da 5ª Região, destacando que, em 2025, foram distribuídos cerca de 800 milhões de reais em requisições de pequeno valor no estado. 

    Reconhecimento da maior demanda do país

    O desembargador federal Leonardo Henrique de Cavalcante Carvalho afirmou que a instalação da Turma Auxiliar decorre de avaliação institucional para descompressão do acervo – iniciativa inserida no contexto do projeto institucional “Equilibra”, voltado à equalização de acervos na 5ª Região. 

    O corregedor-regional, desembargador federal Leonardo Resende, afirmou que a Turma Recursal da Paraíba é a mais demandada do Brasil. “Os dados extraídos do DataJud apontam que realmente a Turma Recursal da Paraíba se encontra em situação de sobrecarga”, afirmou. Ainda segundo o magistrado, o cenário da Paraíba exige ampliação orgânica ou criação de uma nova turma: “O problema é estrutural e demanda solução igualmente estrutural”. 

    O vice-coordenador regional dos Juizados, desembargador federal Leonardo Coutinho, reconheceu o esforço adicional dos magistrados e servidores, e destacou a atuação da Corregedoria na busca de maior equilíbrio jurisdicional na 5ª Região.

    Compromisso institucional

    O juiz federal Rafael Chalegre reconheceu o cenário desafiador e afirmou que a distribuição permanece elevada, destacando que a medida busca reduzir a demanda represada enquanto o Tribunal avalia solução estrutural. O juiz federal Thiago Batista de Ataíde ressaltou o papel dos servidores e da estrutura tecnológica no apoio aos julgamentos. A juíza federal Adriana Nóbrega agradeceu a confiança na designação e destacou a importância do trabalho voluntário na administração da Justiça.

    Fonte: Seção de Comunicação Social da JFPB

    Com apoio da Ajufe, STJ anuncia novas edições dos congressos da primeira e da segunda instância

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realizará, com apoio da Ajufe, nos meses de maio e de junho, a segunda edição de dois congressos voltados ao diálogo, à cooperação e ao intercâmbio de informações com as instâncias ordinárias. Nos dias 18 e 19 de maio, ocorre o 2º Congresso STJ da Segunda Instância Federal e Estadual, na sede do tribunal, em Brasília. Já no período de 15 a 17 de junho, também na capital federal, a corte recebe o 2º Congresso STJ da Primeira Instância Federal e Estadual.

     

    Confira como submeter Propostas de Enunciados para os congressos

    Para o congresso da segunda instância, as Propostas de Enunciados devem ser enviadas até 22 de fevereiro, por meio deste formulário. O acompanhamento das proposições que forem submetidas pode ser feito por meio deste link.
    No caso do congresso da primeira instância, o prazo para submissão de Propostas de Enunciados é de 23 de fevereiro a 20 de março, por meio deste formulário. As propostas enviadas podem ser acompanhadas por meio deste link.

     

    Propostas de Enunciados podem ser classificadas como pré-aprovadas por comissão e banca científica

    Nos dois congressos, as Propostas de Enunciados podem ser apresentadas por magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, professores universitários e integrantes da advocacia pública e privada.

     

    As propostas devem ser redigidas em orações objetivas, com a indicação do dispositivo da Constituição Federal ou da legislação pertinente, e devem ser acompanhadas por justificativa e fundamentação sucintas da proposição. Os eixos temáticos dos congressos são os seguintes:  direito público, direito privado, direito penal e direito processual civil.

    De acordo com as regras aplicáveis aos congressos, a comissão de organização poderá sugerir à banca científica a priorização de propostas de enunciado em razão de qualidade, pertinência ou potencial impacto no funcionamento da Justiça, classificando-as como pré-aprovadas.

     

    Veja os cronogramas dos congressos

    2º Congresso STJ da Segunda Instância Federal e Estadual

    • Submissão das Propostas de Enunciados: de 2 a 22 de fevereiro (até 23h59).
    • Análise preliminar pela banca científica: de 2 a 18 de março.
    • Avaliação final pela banca científica: de 19 a 25 de março.
    • Publicação das Propostas de Enunciado admitidas e pré-aprovadas: 27 de março.

    2º Congresso STJ da Primeira Instância Federal e Estadual

    • Submissão das Propostas de Enunciado: de 23 de fevereiro a 20 de março (até 23h59).
    • Análise preliminar pela banca científica: de 30 de março a 17 de abril.
    • Avaliação final pela banca científica: de 23 a 29 de abril.
    • Publicação das Propostas de Enunciados admitidas e pré-aprovadas: 4 de maio.

     

    Fonte: STJ

    CJF destaca redução expressiva do acervo processual em ações sobre o programa Minha Casa, Minha Vida

    A atuação conjunta do Grupo de Trabalho (GT) interinstitucional, criado em 2025 pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) por meio da Corregedoria-Geral da Justiça Federal (CG), resultou em avanços expressivos na redução do acervo processual de ações sobre vícios construtivos em imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida – Faixa I. Dados do fim de 2025 indicam o encerramento de quase 65% das ações judiciais sobre o tema. Registrou-se também a diminuição de ingressos de quase 35 mil ações, em 2021, para menos de 10 mil em 2025.

    Esses resultados demonstram a efetividade das medidas estruturantes adotadas no âmbito da Justiça Federal e refletem a atuação estratégica da Corregedoria-Geral da Justiça Federal, que criou, em fevereiro de 2025, o Grupo de Trabalho interinstitucional (Portaria CJF n. 126/2025) para tratar de soluções adequadas à judicialização de políticas públicas executadas pela Caixa Econômica Federal (CAIXA). O grupo objetivou conjugar esforços entre representantes da Justiça Federal, da CAIXA, da Advocacia-Geral da União (AGU), da Defensoria Pública da União (DPU), do Ministério Público Federal (MPF) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

    Ainda em 2025, a Corregedoria-Geral emitiu a Recomendação n. 3/2025, que orientou a adoção de medidas para aprimorar a tramitação e a efetividade das ações judiciais em que se discutem vícios de construção em imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida – Faixa 1. O CJF também estabeleceu, por meio da Resolução CJF n. 956/2025, o fluxo processual e a padronização dos quesitos para a realização de prova pericial nessas ações.  

    Em outra importante frente de atuação, a Corregedoria-Geral orientou, por meio da Recomendação n. 2/2025, a criação de centrais de auxílio e processamento para os processos sobre correção monetária das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na Justiça Federal. O documento visou promover a eficiência e a uniformidade da prestação jurisdicional quanto às demandas repetitivas sobre o tema. Após a edição da Recomendação, um total de 1.378.043 processos sobre a matéria foi objeto de decisões extintivas proferidas em consonância com o que restou decidido na ADI 5090. 

    O desempenho rápido e efetivo dos órgãos envolvidos, além de resultar na diminuição do acervo processual, contribuiu para a efetividade de políticas públicas imprescindíveis para a sociedade.

    Fonte: CJF

    Juiz federal e associado da Ajufe lança obra sobre litigância predatória no Poder Judiciário

    O juiz federal e associado da Ajufe Tiago Fontoura de Souza lança o livro “Litigância Predatória no Poder Judiciário: teoria, prática e desafios do sistema de justiça”, pela editora Thoth. A obra traz prefácio da desembargadora federal Taís Schilling Ferraz e apresentação do juiz do TJDFT Fabrício Castagna Lunardi.
     
    O livro é resultado de pesquisa desenvolvida no âmbito do mestrado da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).
     
    Com base em pesquisa empírica inédita realizada na Justiça Federal da 4ª Região, o autor analisa os principais sinais e padrões da litigância abusiva ou predatória. A obra apresenta a percepção de magistrados sobre o fenômeno, discute as limitações dos atuais protocolos de monitoramento e propõe caminhos institucionais para prevenir, identificar e coibir esse tipo de abuso, sempre com a preocupação de preservar o acesso à justiça.
     

    CJF promove curso gamificado de cibersegurança para resposta a incidentes na Justiça Federal

     

    A Corregedoria-Geral da Justiça Federal, em articulação com o Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CEJ/CJF), promoverá, ao longo de 2026, o curso "Exercícios de segurança cibernética na Justiça Federal", iniciativa voltada ao fortalecimento da governança, da prevenção e da resposta institucional a incidentes cibernéticos nos Tribunais Regionais Federais (TRFs).

    Com proposta inovadora, a capacitação adota a gamificação como metodologia de aprendizagem, substituindo abordagens excessivamente teóricas por experiências práticas, colaborativas e imersivas. O curso será realizado em formato híbrido, com etapa preparatória a distância e encontros presenciais nos TRFs, nos quais serão utilizados jogos de cartas e de tabuleiro, além de exercícios do tipo tabletop, que simulam cenários realistas de incidentes cibernéticos.

    A formação é destinada a magistradas(os), gestoras(es) e equipes técnicas, com o objetivo de promover atuação integrada em segurança cibernética, em consonância com a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética do Poder Judiciário (ENSEC-PJ), instituída pela Resolução CNJ n. 396/2021.

    Em cada tribunal, serão formadas três turmas, com até 20 participantes cada, voltadas a públicos específicos: equipes de desenvolvimento de sistemas; equipes de segurança da informação e infraestrutura de TI; e integrantes das Equipes de Tratamento e Resposta a Incidentes de Segurança Cibernética (ETIRs), incluindo presidência, diretoria-geral, assessorias, área jurídica, comunicação social e áreas técnicas.

    A expectativa é de que, ao final da capacitação, as equipes estejam mais preparadas para identificar riscos, agir de forma coordenada, cumprir protocolos e assegurar a continuidade dos serviços essenciais da Justiça Federal, mesmo diante de incidentes complexos. Mais do que o aprendizado de normas, a iniciativa busca fortalecer a cultura institucional de segurança cibernética.

    Para mais informações, acesse: https://www.cjf.jus.br/cjf/noticias/2026/janeiro/ciberseguranca-em-jogo-cjf-lanca-curso-gamificado-para-fortalecer-a-resposta-a-incidentes-nos-trfs/

    Nota de Pesar – Senhora Cleonice Lopes Braga

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica, com pesar, o falecimento da senhora Cleonice Lopes Braga, mãe do desembargador federal e associado da Ajufe, Fernando Braga Damasceno, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

    O velório será neste domingo (4/1), a partir das 18h30, no Ethernus, em Fortaleza (CE). A missa será amanhã, segunda-feira (5/1), a partir das 8h, no mesmo local. O sepultamento ocorre, às 10h, no Parque da Paz.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos ao magistrado e seus familiares.

    CNJ e STF abrem inscrições para programa internacional voltado à liderança feminina no Judiciário

    A Ajufe informa que estão abertas, até 6 de fevereiro de 2026, as inscrições para o Women Judge’s Program – Judicial Training & the Brazilian Judiciary, programa internacional de capacitação destinado a magistradas brasileiras. A formação será realizada em formato de workshop presencial, entre os dias 15 e 17 de abril de 2026, na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília. O edital foi atualizado, na sexta-feira (23/1), e foi retirada a limitação temporal de 3 a 10 anos para inscrição.

    A iniciativa é resultado de cooperação acadêmica entre o CNJ, o Supremo Tribunal Federal (STF), o Superior Tribunal Militar (STM), a ENAJU, a ENAMAT, a UFMG, o King’s College London e a University of New South Wales (UNSW Sydney).

    Sobre o programa
    O programa tem como foco o fortalecimento da liderança feminina no Poder Judiciário, o aprimoramento de competências institucionais e a promoção da diversidade, da integridade e da produção de conhecimento judicial. A capacitação contará com especialistas nacionais e internacionais e abordará temas como liderança judicial, ética, deliberação, fundamentação das decisões, diversidade e direitos humanos.

    Serão ofertadas 30 vagas, distribuídas entre a Justiça Federal, Estadual, do Trabalho e Militar. Podem se inscrever magistradas de primeiro grau, vitaliciadas, sendo incentivada a participação de magistradas autodeclaradas negras, quilombolas, indígenas ou com deficiência.

    As aulas presenciais terão carga horária de 20 horas, seguidas de mentoria individual on-line. O resultado do processo seletivo será divulgado até 26 de fevereiro de 2026. As despesas com deslocamento e hospedagem serão de responsabilidade das magistradas, conforme normas do tribunal de origem.

    Acesse edital completo, o formulário de inscrição, programação e mais informações em: https://formularios.cnj.jus.br/programa-internacional-de-capacitacao/

    Acompanhe, ao vivo, o 1º Simpósio STJ Violência Doméstica e Justiça

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realiza com o apoio da Ajufe, nesta quinta-feira (18/12), o 1º Simpósio STJ Violência Doméstica e Justiça. O evento ocorre das 9h às 13h, na Sala de Reuniões Corporativas do Tribunal, com transmissão, ao vivo, pelo canal do STJ no YouTube.

    Com abordagem interdisciplinar, o simpósio reúne ministros, especialistas e representantes de diversas áreas para debater direitos humanos, políticas públicas e os avanços no enfrentamento da violência doméstica.

    A programação será dividida em três painéis temáticos, com foco especial nas medidas protetivas de urgência e nos desafios da efetivação da Lei Maria da Penha.

    Veja a programação completa: https://www.stj.jus.br/sites/portalp/SiteAssets/Paginas/Institucional/Educacao-e-cultura/Eventos/1-Simposio-STJ-Violencia-Domestica-e-Justica/simp_viol_dom_v10_prog.pdf

    Link para assistir: https://www.youtube.com/stjnoticias

    STJ realiza 1º Congresso STJ da Primeira Instância Federal e Estadual

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ), com apoio da Ajufe, promoverá o 1º Congresso STJ da Primeira Instância Federal e Estadual, de 15 a 17 de dezembro de 2025, em Brasília. O encontro, no Auditório Externo da Corte, busca fortalecer a integração entre o tribunal e magistradas e magistrados federais e estaduais do primeiro grau. A iniciativa conta também com a participação da Enfam, do Consepre, da AMB e do PNUD.

    O período para envio de propostas de enunciados transcorreu entre 19 de setembro e 17 de outubro, conforme a Portaria STJ/GP 669/2025. As fases de análise, avaliação e publicação dos enunciados admitidos foram concluídas ao longo de outubro e novembro.

    As propostas selecionadas serão apresentadas, debatidas e votadas durante o congresso, nos dias 15, 16 e 17 de dezembro.

    Link para inscrições.

    Mistério desvendado na Sala de Sessões do Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro

    Sabe a figura histórica apagada de uma das quatro pinturas-painéis que emolduram as paredes da Sala de Sessões do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)? Agora, sabe-se quem ela é. O mistério foi sanado na última terça-feira, dia 9 de dezembro, na cerimônia de sustentação oral e premiação do Prêmio Quis Ego Sum - Concurso Nacional de Pesquisa e Identificação de Personagem Histórico, realizado pelo CCJF, em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF). Baseado em registros históricos e edições dos jornais Correio da Manhã e Jornal do Brasil do início de abril de 1909, data da inauguração do prédio histórico que foi a sede do Supremo Tribunal Federal (STF) até 1960, todos os cinco finalistas do concurso, Bruno Amaro Lacerda, Douglas Liborio, Matheus Cadedo, Rachel Lima e Vanessa Melnixenco apontaram que o jurista Quinto Múcio Cévola (Quintus Mucius Scaevola) (140 a.C-82 a.C), conhecido como Pontífice da República romana e mentor de Marco Túlio Cícero, é o personagem que constava na pintura que não pôde ser restaurada.

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    Na justificativa da pesquisa, o vencedor do prêmio, Bruno Lacerda, professor de Filosofia do Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), relacionou as frases em latim inscritas abaixo de cada figura histórica da Sala de Sessões — o imperador Justiniano, o cônsul Ápio Cláudio, o orador Marco Túlio Cícero, e, finalmente, o jurista Quinto Múcio Cévola — com justiça, legalidade, paz civil e não abuso do Direito, respectivamente. Ele também ressaltou, tanto na sustentação oral quanto na escrita, que os personagens históricos romanos integram um conjunto não apenas decorativo, mas que representa valores que devem nortear a atividade ética jurisdicional. “São, na verdade, símbolos essenciais ao ritual judiciário, como diz Antoine Garapon”, cita Lacerda em sua tese. “Fiquei muito feliz por vencer o Prêmio Quis Ego Sum, já que consegui apresentar uma proposta conjugando dois dos meus interesses de pesquisa: a iconografia da justiça e as fontes jurídicas latinas. Vejo o 1º lugar no certame como um coroamento da minha atuação como pesquisador”, conta o professor. Segundo ele, a iniciativa é merecedora de todos os elogios, pois valorizou os pesquisadores brasileiros, convocados para elucidar a identidade do personagem histórico perdido. “A prova disso é que todos os finalistas trouxeram contribuições relevantes e iluminaram aspectos diversos da questão, cada qual a partir da sua formação e dos seus interesses de pesquisa”, diz.

    A 2ª colocada do Prêmio Quis Ego Sum foi Rachel Lima, já o 3º lugar ficou com Vanessa Melnixenco. Os ganhadores foram agraciados com um certificado e valores simbólicos de R$ 5.000 (1º lugar), R$ 3.000 (2º lugar) e R$ 1.000 (3º lugar). Quanto à importância de Quinto Múcio Cévola na história do direito, a maioria dos candidatos o descrevem como um importante jurisconsulto da República romana, responsável por compilar as Leis das XII Tábuas, fundamental para o Direito Civil romano. A presença de Cévola nas paredes da Sala de Sessões do CCJF, se justifica, provavelmente, por uma longa discussão em torno da codificação do Direito Civil brasileiro, entre os séculos XIX e XX. O período foi marcado por uma transição do liberalismo patrimonialista para uma visão mais social, refletindo a passagem do Império para a República, anos antes, em 1889. Na época da inauguração do edifício histórico, em 4 de abril de 1909, o projeto do Código Civil proposto por Clóvis Beviláqua havia sido posto em xeque no Senado Federal pelo jurista Rui Barbosa ao ser considerado um marco conservador, focado na propriedade e patriarcado, gerando inclusive críticas sobre a inadequação às mudanças sociais.

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    Mais sobre a premiação — Integraram a Banca Avaliadora do concurso: Bruno Vaz, advogado do quadro jurídico da Caixa Econômica Federal, representante da instituição patrocinadora; Cícero Antônio Fonseca de Almeida, museólogo e atual diretor do Museu Histórico Nacional; Izabela Fraga, arquiteta do CCJF; Marisa Assumpção, arquiteta especialista em restauração com atuação em Patrimônio Histórico e Matheus Campello, profissional do direito com experiência em iconografia e história da justiça. Após ouvir a sustentação oral dos finalistas, Dr. Theophilo Miguel Filho, diretor-geral do CCJF e desembargador federal, elogiou o trabalho aprofundado e de qualidade de todos eles e resumiu “a excepcional apresentação do tema” com a palavra interdisciplinaridade. “Essa questão não é uma questão jurídica, é uma questão de museologia, arquitetura, história, claro, com plano de fundo jurídico. Quero parabenizar efusivamente os excelentes candidatos pela pesquisa que analisa com profundidade todos esses aspectos interdisciplinares. O concurso está sendo tão bem sucedido que já estamos pensando no próximo…vamos querer descobrir quem danificou Múcio Cévola”, brinca o diretor-geral do CCJF, arrancando risos da plateia.

    Prêmio Quis Ego Sum foi criado com o intuito de incentivar a pesquisa histórica, a reflexão crítica e a valorização da memória e do patrimônio cultural vinculado à Justiça, além de valorizar a memória institucional por meio da preservação simbólica de elementos do passado e fomentar o pensamento crítico sobre a representação da Justiça e dos valores públicos em espaços de poder. “Que novos concursos como este sejam lançados:  o Prêmio Quis Ego Sum foi um momento extraordinário de valorização da memória e da cultura da Justiça de nosso país e, sobretudo, de conexão entre o Judiciário e a academia brasileira”, conclui Lacerda.

     

     

    Texto e fotos do CCJF.

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