Nota de pesar – Marilene Zuniga Dourado

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica, com pesar, o falecimento da senhora Marilene Zuniga Dourado, mãe do associado e juiz federal, Pablo Zuniga Dourado.

    O velório começou às 7h30 desta quarta-feira (21/2), na sala Girassol do Complexo Salvatore. O enterro está marcado para as 17h, no Complexo Salvatore, no Cemitério Jardim da Paz, em São José do Ribamar, no Maranhão.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos ao magistrado e aos familiares.

    Nota de pesar – José Anísio Pereira

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica, com pesar, o falecimento do senhor José Anísio Pereira, pai do associado e juiz federal, Guilherme Bollorini Pereira.

    O velório ocorre neste domingo (11/02), às 15h, na Capela B do Crematório São Francisco Xavier, localizado na Rua Monsenhor Manuel Gomes, 155, Caju, RJ. O serviço será seguido de cremação às 17h.

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    Nota de pesar – Mairan Gonçalves Maia

    A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) comunica, com pesar, o falecimento do senhor Mairan Gonçalves Maia, pai do associado e desembargador federal, Mairan Gonçalves Maia Júnior, ocorrido nessa quarta-feira (07/02).

    A cerimônia de despedida ocorrerá nesta quinta-feira (08/02), a partir das 8h, na rua Padre Valdevino 2255, em Fortaleza (CE). Às 14h, ocorre a missa de corpo presente seguido do do sepultamento, às 16h30, no cemitério Parque da Paz, av. pres. Juscelino Kubitschek 4454, Fortaleza (CE).

    A Ajufe lamenta a perda e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares.

    Confira a edição de fevereiro da Revista Justiça & Cidadania

    A capa da Revista Justiça & Cidadania de fevereiro de 2024 destaca o discurso proferido pelo Ministro Ricardo Lewandowski durante sua posse no Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Membro do Conselho Editorial e parceiro de longa data da Revista JC, Lewandowski assume a pasta mais antiga – e uma das mais importantes – do Executivo Federal após ter dedicado 17 anos ao Supremo Tribunal Federal.

    Outro destaque da edição é o artigo escrito pelo Ministro Luiz Edson Fachin, Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), acerca da importância do Código Civil diante de mudanças tão complexas na sociedade. A atualização do texto está na pauta do dia dos mais diversos setores. Leia também sobre a experiência dos Constituintes em reportagem sobre o documentário "Bernardo Cabral e os 35 anos da Constituição Federal de 1988". Confira artigos sobre o uso de inteligência artificial, a possibilidade de discriminação algorítmica no Judiciário e a advocacia frente ao "novo mundo digital".

    Veja a íntegra da edição em: https://www.editorajc.com.br/edicao/282/

    Desembargadora federal é homenageada por atuar na elaboração de norma sobre tratamento da população LGBTQIA+

    Honraria foi entregue em evento de comemoração dos 20 anos da Visibilidade Trans, em Brasília

    A desembargadora federal do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) Inês Virgínia recebeu, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), a homenagem "Fernanda Benvenutty", com a iniciativa "Acesso à Justiça”. A cerimônia ocorreu em 29 de janeiro, no evento em comemoração dos 20 anos da Visibilidade Trans realizado no auditório do MDHC.

    A magistrada foi reconhecida por participar da elaboração da Resolução nº 348/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece procedimentos a serem observados pelo Poder Judiciário no tratamento da população LGBTQIA+ que esteja na condição de custodiada, acusada, ré, condenada, privada de liberdade, em cumprimento de alternativas penais ou monitorada eletronicamente.

    A norma busca garantir o direito à vida e à integridade física, mental, sexual, segurança do corpo, liberdade de expressão da identidade de gênero, orientação sexual. Além do acesso, sem discriminação, ao estudo, trabalho e demais direitos.

    Segundo o documento, às pessoas trans devem ser asseguradas a possibilidade de uso do nome social, o tratamento hormonal e demandas decorrentes das necessidades do processo transexualizador, a utilização de vestimentas e acessórios de acordo com a expressão de gênero.

    O normativo também possibilita indagar à pessoa trans sobre a preferência pela custódia em unidade feminina, masculina ou específica. Homenagem

    A Homenagem "Fernanda Benvenutty" é um reconhecimento do MDHC a iniciativas importantes e inovadoras para a visibilidade trans nos últimos 20 anos.

    Fernanda Benvenutty foi ativista e defensora da cultura e do movimento LGBTQIA+. Ela faleceu em 2020, aos 57 anos, após enfrentar um câncer.

    O prêmio celebra iniciativas e pessoas que impactaram a realização de políticas públicas para a comunidade.

    O Conselho Nacional das Pessoas LGBTQIA+ indicou as 20 principais iniciativas ligadas diretamente à conquista de direitos e à formulação de políticas voltadas à cidadania e à dignidade das pessoas trans para receber a homenagem.

    Dossiê sobre transfobia

    Durante o evento, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania Silvio Almeida recebeu da Associação Nacional de Travestis e Transexuais o “Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras em 2023”.

    O documento revela que 145 pessoas trans foram assassinadas no Brasil no ano passado.

    Com informações do MDHC

    Assessoria de Comunicação Social do TRF3

    Mutirão da 6ª Vara dos Juizados Especiais Federais de Rondônia é prorrogado até 20 de fevereiro

    O “Mutirão de Inteligência - Audiências e Sentenças”, da 6ª Vara do Juizado Especial Federal da Seção Judiciária de Roraima (JEF/SJRO), foi prorrogado para ocorrer até o dia 20 de fevereiro. A unidade emitiu, no dia 15 de janeiro, um relatório parcial da 2ª etapa do esforço concentrado, realizado entre os dias 20 de novembro e 15 de dezembro de 2023.

    Segundo consta do relatório, durante o período, três juízes federais realizaram 487 audiências e dispensaram 13, declinaram a competência em 2 processos (quando o órgão não é competente para julgar determinado processo), baixaram em diligência 13 processos (quando o tribunal suspende temporariamente o andamento do caso para coletar informações adicionais) e julgaram 822 ações.

    Finalizada essa etapa do esforço concentrado, que tinha um total de 1.600 processos selecionados, 734 ainda estão pendentes de julgamento. Com isso, a ação foi prorrogada para ocorrer até o dia 20 de fevereiro.

    O mutirão priorizou os processos que tratavam de aposentadoria por idade rural; auxílio-doença/aposentadoria por invalidez (urbana e rural); Loas – deficiente/idoso; pensão por morte; restabelecimento auxílio-doença; e serviço público (matérias variadas).

    Participam do Mutirão de Inteligência os juízes federais Mark Yshida Brandão, da 7ª Vara da Seção Judiciária de Goiás (SJGO); Nelson Liu Pitanga, da 1ª Vara da Seção Judiciária de Rondônia (SJRO); e Paulo Cesar Moy Anaisse, da 8ª Vara da Seção Judiciária do Pará (SJPA).

     

     

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Tribunal Regional Federal da 1ª Região

    Justiça Federal do Amapá firma parceria para atender pessoas em situação de rua

    Com objetivo de atuar na promoção de políticas públicas judiciais de atenção às pessoas em situação de rua, o Comitê Local do programa Pop Rua Jud da Seção Judiciária do Amapá (SJAP) realizou, nessa terça-feira, dia 23 de janeiro, uma visita institucional ao Grupo de Trabalho responsável pelo programa no Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP).

    O encontro, realizado no Centro Judiciário de Solução de Conflitos da Zona Norte de Macapá, teve como objetivo alinhar e oficializar a parceria entre as instituições para a realização do Pop Rua Jud Amapá.

    Segundo o juiz federal Alex Lamy de Gouvea, coordenador do Comitê Local Pop Rua Jud do Amapá, “o TJAP tem uma experiência larga no atendimento à população de rua e a Justiça Federal ingressa nessa iniciativa. Inicialmente nós vamos observar como funciona, mas esperamos em breve também colaborar por esse projeto tão bonito do CNJ”.

    Para o coordenador do Pop Rua Jud Amapá, juiz Marconi Pimenta, a parceria entre os órgãos do judiciário tem como objetivo “unir a Justiça Estadual e a Justiça Federal para juntos, por meio desse Comitê da População em Situação de Rua, ajudarmos e facilitarmos a solução dessa problemática. Cada um fazendo sua parte e unindo esforços com um único propósito: atender as necessidades e garantias constitucionais de pessoas em situação de rua. Iremos desenvolver, juntos, maneiras e atitudes para possibilitar cada vez mais cidadania para essa população”, explicou.

    Também participaram da visita a diretora do Centro Judiciário de Conciliação da Seção Judiciária do Amapá (Cejuc/SJAP), Vera Cristiane Costa e o diretor do Núcleo de Apoio à Coordenação do Juizado Especial Federal (Nucod), Renato Colares Medeiros. 

     

     

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com informações da SJAP e TJAP

    TRF1 institui Comitê Regional para assegurar assistência humanizada a idosos

    Para garantir um tratamento humanizado às pessoas idosas no Poder Judiciário e estabelecer diretrizes, princípios, objetivos e ações para esse grupo, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) divulgou na última segunda-feira, 22 de janeiro, a Resolução Presi 1/2024 que institui o Comitê Regional de Políticas Judiciárias sobre Pessoas Idosas e suas interseccionalidades no âmbito da Justiça Federal da 1ª Região (Copopi/JF1).

    Segundo o documento, o Comitê será composto por um(a) desembargador(a) federal, que o coordenará; um(a) magistrado(a) indicado(a) pela Presidência; um (a) magistrado (a) indicado (a) pela Corregedoria Regional (Coger); um(a) servidor(a) da Coordenação dos Juizados Especiais Federais (Cojef) e um(a) servidor representante dos Gabex/Cojef, indicado pela Cojef. Também poderão ser convocados magistrados e servidores que possuam condições técnicas de contribuir para o bom andamento dos trabalhos, sem necessidade de designação formal.

    O Comitê será responsável por propor ações que garantam o pleno exercício dos direitos das pessoas idosas, tais como: prioridade no atendimento e na análise de julgamento de processos judiciais, utilizando como parâmetro o prazo de até 15 (quinze) meses para prolação de sentença ou até 24 meses, nos casos de ações civis públicas propostas com o objetivo de garantir direitos difusos e coletivos de pessoas idosas. O Copopi/JF1 também deverá propor a capacitação de magistrados, servidores e colaboradores; bem como a realização de seminários, cursos, palestras e campanhas em âmbito regional sobre a temática.

    Este normativo está em consonância com a Resolução 520/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a Política Judiciária sobre Pessoas Idosas e suas interseccionalidades e com os macros desafios da Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021–2026 no que tange o fortalecimento da relação institucional do Poder Judiciário com a sociedade e com o Objetivo 16 de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).

    Para saber mais, consulte a Resolução Presi 1/2024.

     

     

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Tribunal Regional Federal da 1ª Região 

    Tribunais federais extinguiram mais de 50 mil processos de execução fiscal em três meses

    Ao menos 53 mil processos de execução fiscal foram extintos entre outubro e dezembro de 2023 como resultado de parceria entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Conselho da Justiça Federal (CJF), os Tribunais Regionais Federais (TRFs), a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A previsão é que mais 350 mil processos de cobrança de impostos federais sejam encerrados ainda em 2024.

    O trabalho está baseado em procedimentos, iniciativas e estratégias estabelecidos entre os órgãos envolvidos para racionalizar e aprimorar o fluxo de execuções fiscais promovidas pela PGFN. Essas ações estão previstas na Portaria Conjunta nº 7/2023. No Tribunal Regional Federal da 4ª Região (PR/SC/RS), foram extintos 30 mil processos e, no TRF1, que compreende a Justiça Federal em 13 estados, outras 23 mil cobranças foram encerradas. Somente no TRF3, que abrange São Paulo e Mato Grosso do Sul, a expectativa é que a extinção alcance 200 mil ações.

    De acordo com a juíza auxiliar da Presidência do CNJ Ana Lúcia Aguiar, o resultado expressivo da iniciativa conjunta só é possível em razão do tratamento de dados em lote das execuções fiscais, realizado de forma próxima e colaborativa entre o CNJ, o CJF, os seis TRFs e a PGFN. O fluxo começa com o encaminhamento, do CNJ para a PGFN, de uma listagem detalhada de execuções fiscais em tramitação em cada TRF. A PGFN, após cruzamento de informações no seu próprio banco de dados, identifica os processos que podem ser extintos e devolve a informação ao CNJ e ao TRF mediante peticionamento automatizado nos processos.

    Os TRFs já se organizaram para dar resposta também automatizada a essas petições e a sentença é proferida pelo juiz ou pela juíza, sem necessidade de intimação posterior da Fazenda Nacional. “O fim desses processos judiciais permite principalmente a racionalização e a efetividade do trabalho do Judiciário, que passa a focar de maneira mais assertiva nas demandas com maior chance de recuperação do crédito”, destacou a magistrada.

    A iniciativa reforça outras ações conduzidas pela gestão do ministro Luís Roberto Barroso a frente do CNJ para diminuir o número de execuções que não precisam mais tramitar no Judiciário, seja por extinção da certidão da dívida ativa ou pelo valor insignificante da execução. Outro objetivo é priorizar as cobranças de impostos e outras obrigações fiscais que realmente se convertam em arrecadação aos cofres públicos.

    Além da parceria em âmbito federal, também estão sendo firmados acordos semelhantes com tribunais de Justiça e outros órgãos públicos envolvidos, a exemplo da Prefeitura de Salvador e da Prefeitura de Fortaleza. “Com isso, passamos a racionalizar o trabalho e esforço do Judiciário e também da Procuradoria da Fazenda Nacional e das Fazendas Estaduais e Municipais. Com o mesmo intuito, realizou-se, em dezembro, a I Semana Nacional de Regularização Tributária”, acrescentou Ana Lúcia.

    Segundo o Relatório Justiça em Números 2023, foram relatadas mais de 27 milhões de execuções fiscais no ano de 2022, em um cenário de endividamento de aproximadamente R$ 80 milhões. A taxa de congestionamento do Poder Judiciário impactada pelas execuções fiscais chega a 88%. Isso significa que, a cada 100 processos em tramitação, somente 22 foram baixados no ano.

     

     

    Fonte: Agência CNJ de Notícias

    Judiciário brasileiro tem recorde histórico com 84 milhões de processos em tramitação e produtividade em alta

    Os brasileiros nunca acessaram tanto o Judiciário. A afirmação é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base nos dados do relatório Justiça em Números 2023, que apontou recorde de acessos em 2022. Foram mais de 31,5 milhões de novos processos em tramitação, 10% a mais que o ano anterior, um recorde na série histórica nos últimos 14 anos.

    Em outubro de 2023, 84 milhões de processos tramitavam nos tribunais do país. A alta demanda refletiu na produtividade de magistrados, que também teve um aumento de 10% durante o período. Por magistrado, no período de análise, foram baixados 1.787 processos, uma média de 7,1 casos solucionados por dia útil. No total, a Justiça no Brasil soluciona uma média de 79 mil processos por dia.

    Como comparação, o Judiciário brasileiro julga quatro vezes mais processos do que instituições semelhantes em países europeus. Isso quer dizer que enquanto no Brasil o número de casos novos na primeira instância, por cem habitantes, é de 14,68 processos e de casos solucionados, por cem habitantes, é de 11,89 processos, na Europa, os mesmos indicadores são de 3,57 e 3,26, respectivamente.

     

    Prestação de serviço e reconhecimento internacional 

    Com toda essa procura, as despesas totais da Justiça brasileira em 2022 somaram R$116 bilhões, um aumento de 5,5% em relação a 2021. Contudo, sem considerar a inflação no período de sete anos, o total é equivalente ao registrado em 2015. No que se refere à arrecadação, em 2022, os cofres públicos receberam com a prestação de serviços pelo Poder Judiciário R$ 67,85 bilhões, o correspondente a 58% das despesas efetuadas.

    As principais origens do recurso total arrecadado pela Justiça no Brasil servem como indicativo da efetividade do trabalho prestado por 18.117 magistrados, 272.060 servidores e 145.406 da força de trabalho auxiliar. O Justiça em Números informa também que em quase metade das ações vale a gratuidade pelos serviços prestados à população.

    Como reconhecimento do Poder Judiciário pela qualidade dos serviços prestados à população, em novembro passado, o CNJ e a Organização dos Estados Americanos (OEA) firmaram um protocolo de intenções de cooperação acadêmica. 

    Segundo explicou o Conselho, o objetivo da OEA com a aproximação é conseguir a transferência da experiência brasileira para outros países das Américas a fim de difundir o acesso aos serviços judiciários.

    Confira o relatório Justiça em Números 2023 neste link. 

     

     

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com informações do CNJ

    JFES inicia obras para expansão da usina fotovoltaica de sua sede

    As obras de instalação da nova usina serão iniciadas em janeiro de 2024 e finalizadas em março do mesmo ano, de acordo com a DIF

     

    No dia 14 de dezembro de 2023, começaram a chegar à sede da Justiça Federal do Espírito Santo (JFES) as placas solares e demais equipamentos que serão utilizados na expansão da usina fotovoltaica já existente.

    As placas serão instaladas no prédio anexo, em cima das telhas, onde funcionam as áreas de apoio das empresas prestadoras de serviço, como limpeza, vigilância, manutenção predial, jardinagem e tecnologia da informação, além dos depósitos de materiais e equipamentos.

    A previsão é que as obras tenham início em janeiro de 2024 e sejam concluídas em março do mesmo ano. O funcionamento dessa parte da usina terá capacidade para 150 kWp, o que poderá gerar uma economia, somando-se com a usina já existente, de cerca de 20% no gasto com energia no prédio sede da JFES.

    Responsável pelo projeto e pelo acompanhamento da obra e funcionamento, o diretor da Divisão de Infraestrutura (DIF) do órgão, engenheiro Carlos Chaves Damásio, avaliou que “a nova usina agrega ainda mais experiência à equipe técnica da DIF, tanto na elaboração de projeto, quanto na contratação desse tipo de obra e na operação da usina, experiência já compartilhada com muitos outros órgãos, como por exemplo a Seção Judiciária do Rio de Janeiro (SJRJ)”.

    A tecnologia dessa parte da usina é bem superior à da usina já em funcionamento. As telhas que receberão a estrutura com as placas, por exemplo, foram pintadas de branco, para refletir a luz do sol, aumentando a absorção da energia por ela gerada, já que os painéis são transparentes, e podendo produzi-la a partir da luz incidente nas duas faces, o que é conhecido por bifacialidade.

     

    Vitória, São Mateus e Cachoeiro de Itapemirim

    A JFES inaugurou sua primeira usina fotovoltaica em 2018, na gestão da juíza federal Cristiane Conde Chmatalik na Direção do Foro. Logo em seguida, em terreno contíguo à sede da Subseção Judiciária de São Mateus, foi instalada a segunda usina do órgão, responsável hoje por gerar energia que abastece também grande parte da demanda da Subseção Judiciária de Cachoeiro de Itapemirim.

     

     

    Fonte: JFES

    Sistema Núcleo de Justiça 4.0 será lançado no dia 6 de fevereiro

    Prioridade é auxiliar Juizados Especiais Federais da 3ª Região

     

    O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) oficializa, no dia 6 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília), em evento totalmente virtual, o lançamento do Sistema Núcleo de Justiça 4.0 da 3ª Região. A cerimônia será apresentada pela presidente da Corte, desembargadora federal Marisa Santos, com transmissão pelo YouTube.

    O sistema é subdividido em três unidades, que atuam de forma conjunta e compartilhada, totalmente digital, proporcionando maior agilidade no processamento dos feitos. Na 3ª Região, os Núcleos terão como prioridade as demandas previdenciárias dos Juizados Especiais Federais, que sofrem com a sobrecarga de processos desde as alterações legislativas referentes ao instituto da competência delegada.

    Eles foram concebidos com um sistema de governança totalmente inovador, sob responsabilidade de um Comitê Gestor integrado por magistrados indicados pela Presidência, Corregedoria, Coordenadoria dos Juizados da 3ª Região e Diretorias dos Foros das Seções Judiciárias de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

    Para a presidente do TRF3, desembargadora federal Marisa Santos, que também foi a primeira presidente do JEF de São Paulo, o lançamento reforça o caráter vanguardista dos JEFs. “Na 3ª Região, os juizados nasceram rompendo barreiras, com o processo totalmente digital e a secretaria única. Mais uma vez estamos repensando o funcionamento da Justiça para superar as adversidades e atender a população.”

    A expectativa é que, além de reduzir os estoques de processos dos Juizados, as unidades também agilizem o processamento e, a médio prazo, contribuam para a equalização da distribuição de ações.

    O Núcleo 1 é coordenado pela juíza federal Adriana Delboni Taricco; o Núcleo 2, pela juíza federal Maria Fernanda de Moura e Souza. O magistrado responsável pela coordenação da terceira unidade ainda será designado.

     

    Implantação

    Instituídos pelas Resoluções nº 385/2021 e nº 398/2021, os Núcleos 4.0 no âmbito da 3ª Região foram implementados, inicialmente, por meio de um projeto-piloto, iniciado em fevereiro de 2022, com término em maio de 2023, abrangendo matéria previdenciária afeta aos Juizados Especiais Federais (JEFs) das Subseções de Campinas, Jundiaí e de Sorocaba/SP.

    Diante dos resultados positivos, bem como de proposta da Coordenadoria dos Juizados Especiais Federais da 3ª Região, a Presidência do TRF3 realizou novos estudos para a implementação dessa nova formatação organizacional, bem como buscou criar estruturas materiais e humanas para a sua efetivação. Assim, por força dos Provimentos nº 72/23 e nº 73/23, foram fixadas as normas de governança e funcionamento, além de convertidas a 16ª Turma Recursal da Seção Judiciária de São Paulo e a 3ª Vara Federal da Subseção de Piracicaba em Núcleos 4.0, especializando-os em matéria previdenciária para processar e julgar causas dos JEFs.

    Mais recentemente, a 3ª Vara Federal da Subseção de Marília também foi convertida em Núcleo 4.0 para funcionamento a partir de 15 de fevereiro, conforme Provimento nº 82/23. Outra parte importante da estrutura é a Rede de Apoio Núcleo 4.0, composta no momento por oito varas federais.

     

     

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do TRF3  

    TRF5 garante medicamento a paciente com doença de Fabry

    A Sétima Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 decidiu, por unanimidade, dar provimento à apelação de um paciente de 32 anos com Doença de Fabry, garantindo o fornecimento do medicamento Fabrazyme (Beta-agalsidade), pelo tempo necessário ao seu tratamento. O pedido havia sido negado, na Primeira Instância, pelo Juízo da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte (SJRN). No recurso, o paciente alegou preencher os requisitos para a concessão da medicação.

    O relator do processo, desembargador federal Roberto Machado, lembrou, em seu voto, que o Artigo 196 da Constituição Federal impõe ao Estado o dever de garantir o direito à saúde de todo cidadão. Segundo ele, trata-se de uma norma que deve ser cumprida mediante políticas e ações de Estado, cabendo aos entes federativos a responsabilidade para assegurar tal direito, o qual está vinculado ao direito à vida, bem indispensável para o exercício de todos os outros direitos, além de ensejar a dignidade da pessoa humana.

    O magistrado destacou, ainda, que o laudo médico subscrito por nefrologista (médico especialista em doenças renais) recomendou o início imediato da Terapia de Reposição Enzimática (T.R.E.) com o medicamento, ressaltando que não existe Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) elaborado pelo Ministério da Saúde para o tratamento da doença. 

    Tendo sido contestada a imprescindibilidade do medicamento requerido, houve a determinação de perícia médica judicial. O laudo pericial acostado aos autos confirmou o diagnóstico, esclarecendo que a patologia é sistêmica e manifesta-se com insuficiência renal, doença cardíaca, doença cerebrovascular, neuropatia periférica, perdas sensoriais, perdas auditivas, lesões de pele e distúrbios gastrointestinais, como diarreia e dor abdominal.

    “Diante do exposto, depreende-se que o medicamento requerido é essencial para o tratamento do autor, devendo ser fornecido pelo Estado. Frise-se que a perita é equidistante das partes, sendo sua avaliação imparcial”, salientou Roberto Machado. 

    A decisão, entretanto, determina que o paciente apresente relatório médico circunstanciado, mencionando as justificativas quanto à eficácia e à indispensabilidade da droga a cada seis meses, tendo em vista o valor da medicação, bem como a necessidade de controlar os gastos públicos com o fornecimento de fármacos desta natureza.

     

    Doença de Fabry

    A Doença de Fabry é uma doença hereditária rara e progressiva, que se caracteriza pelo acúmulo de um tipo de gordura no organismo, o que leva a sintomas graves, principalmente no coração, sistema nervoso e rins. A doença ocorre em pessoas de ambos os sexos, embora seus sintomas sejam mais evidentes em homens.

    PROCESSO Nº: 0811484-56.2019.4.05.8400

     

     

     

    Fonte: Divisão de Comunicação Social TRF5

    Juristas brasileiros e argentinos debatem atualização do Código Civil dos dois países em evento do Instituto Justiça & Cidadania

    Juristas e especialistas renomados, nacional e internacionalmente, se reunirão na Argentina durante três dias para discutir a atualização do Código Civil Brasileiro e o diálogo com o novo Código Civil Argentino. O seminário, que acontece de forma presencial nos dias 28 e 29 de fevereiro e 1º de março, integra o Ciclo de Estudos Internacionais de Direito Comparado, uma iniciativa promovida pela Revista Justiça & Cidadania.

    Com o apoio de entidades parceiras, o Programa visa estimular o debate sobre novas tendências jurídicas internacionais, além de proporcionar a troca de experiências e o compartilhamento de boas práticas judiciais entre magistrados brasileiros e de outras partes do mundo.

    Nesta edição, serão homenageados o Ministro Luiz Edson Fachin, Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e o Senador Rodrigo Pacheco, Presidente do Senado Federal.

    Painéis temáticos 

    A programação é dividida em seis painéis temáticos. Estarão em debate as mudanças na parte geral do Código Civil, no escopo dos direitos fundamentais e da personalidade na era digital; o Direito de Posse e Propriedade, a partir das novas tecnologias; e o futuro do Direito de Empresa. A influência do Código Civil Argentino no Direito das Obrigações e Contratos será tema de outro painel, seguido de discussões sobre a responsabilidade civil na era digital e os novos arranjos no Direito de Família e Sucessões.

    Quatro ministros de Cortes Superiores são os responsáveis pela coordenação acadêmica do seminário, sendo eles: o Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, Presidente do Tribunal Superior Eleitoral; Ministro da Corte Suprema de Justiça da Nação Argentina, Ricardo Luis Lorenzetti; Ministro do Superior Tribunal de Justiça Luis Felipe Salomão, Corregedor Nacional de Justiça e Presidente da Comissão de Juristas responsável pelas revisão e atualização do Código Civil; e o Ministro Mauro Campbell Marques, Diretor da Escola Nacional de Formação de Magistrados.

    Veja a programação completa: bit.ly/3OnQXbj

    Associado da Ajufe lança nova edição de livro sobre processo penal

    JUS3115 CHAPA

     

    O juiz federal e associado da Ajufe, Inezil Penna Marinho Jr., lança a 3ª edição da obra “Processo Penal nos crimes federais”. que reúne jurisprudências do STF, STJ e TRFs, enunciados das Câmaras de Coordenação e Revisão do MPF, Resoluções do CNJ, CJF, CNMP e CSMPF e enunciados do CJF sobre o Sistema Penitenciário Federal. O livro foi editado pela JusPodivm.

    Também foram objeto de atenção, a instrução normativa n. 225/2023 da Polícia Federal (atividades de polícia judiciária), Resolução n. 279/2023 do CNMP (controle externo da atividade policial) e o julgamento das ADIs 6298, 6299, 6300 e 6305 (juiz das garantias e novo arquivamento do inquérito).

    O(a) associado(a) Ajufe ainda possui cupom de desconto (PROCESSOPENAL24), até o dia 31 de janeiro.

    Link para aquisição do livro: https://www.editorajuspodivm.com.br/processo-penal-nos-crimes-federais-2024

     

    Justiça condena Vale, Samarco e BHP a pagar R$ 47,6 bilhões por desastre de Mariana

    As mineradoras Vale, Samarco e BHP terão que pagar R$ 47,6 bilhões pelos danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais em 2015, uma tragédia que matou 19 pessoas e devastou a região, determinou a justiça nesta quinta-feira (25).

    "As sociedades BHP, Vale e Samarco foram condenadas ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, em razão da violação de direitos humanos das comunidades atingidas", define a sentença.

    A decisão estabelece, entre outros pontos, que as gigantes mineradoras brasileiras Vale e Samarco e a australiana BHP deverão desembolsar R$ 47,6 bilhões, de acordo com o documento. A esse montante deverão ser acrescidos os juros a partir de 5 de novembro de 2015, quando ocorreu a tragédia ambiental.

    O juiz federal substituto Vinicius Cobucci, da 4ª Vara Federal Cível e Agrária da SSJ de Belo Horizonte, determinou que a quantia vá para um fundo administrado pelo governo federal e seja utilizada em projetos e iniciativas nas áreas impactadas.

    O juiz argumenta que, como resultado do acidente, "as comunidades foram impactadas em sua moradia, e relações pessoais", mas também que "pessoas foram mortas" e "houve degradação ambiental".

    "O rompimento gerou efeitos no ecossistema, com interferências negativas em várias cadeias produtivas e processos ecológicos", escreveu.

    As empresas têm 15 dias para recorrer da decisão.

    O pedido de indenização por danos para cada vítima individualmente considerada foi rejeitado "por critérios técnicos".

    "O pedido não trouxe elementos mínimos para identificar as categorias dos atingidos e quais danos estas categorias sofreram", aponta o documento, que deixa aberta a possibilidade de que "um novo pedido poderá ser apreciado, se atender aos requisitos mínimos legais".

     

    Demanda pendente
    Em maio, a Justiça britânica adiou de abril para outubro de 2024 a análise de uma ação coletiva (com mais de 700.000 participantes) vinculada também ao desastre de Mariana, que exige bilhões de libras da BHP.

    A gigante anglo-australiana era coproprietária, junto com a Vale, da mineradora brasileira Samarco, que administrava a barragem.

    O colapso da barragem perto das cidades de Mariana e Bento Rodrigues, em Minas Gerais, despejou quase 40 milhões de metros cúbicos de resíduos minerais altamente contaminantes.

    O tsunami de lama percorreu 650 km pelo Rio Doce até o Atlântico, devastou cidades, matou 19 pessoas e destruiu a flora e a fauna em toda a região, que abriga o habitat ancestral dos indígenas krenak.

    A condenação do acidente de Mariana vem a público no dia em que completam cinco anos do acidente em Brumadinho, outra tragédia da mineração que tirou a vida de ao menos 270 pessoas e deixou graves consequências ambientais.

    Em 25 de janeiro de 2019, uma barragem, também de propriedade da Vale, com mais de 11 milhões de metros cúbicos de resíduos de mineração, se rompeu e cobriu de lama a região, também em Minas Gerais.

    Em 2021, a empresa aceitou pagar quase 38 bilhões de reais em indenizações, incluindo trabalhos de limpeza ambiental. A Vale disse que também alcançou acordos individuais para pagar outros 3,5 bilhões de reais às famílias das vítimas e outros afetados.

    Em janeiro de 2023, um tribunal federal processou o diretor-executivo da Vale, Fabio Schvartsman, e outras 15 pessoas por este desastre.

    Os promotores alegam que a Vale e a consultora alemã Tuv Sud, que auditou a segurança da empresa, atuaram em cumplicidade para ocultar o risco de colapso.

    Os advogados de defesa negam as acusações.

    Tuv Sud também enfrenta um julgamento na Alemanha.

     

     

     

    Fonte: Matéria produzida pela Agence France-Presse (AFP) publicada no site UOL.

    Dado sobre alto custo do Judiciário não leva em conta volume de ações e diferenças estruturais

    Os dados que apontam que a Justiça brasileira é cara em comparação com outros países só fazem sentido levando-se em consideração especificidades do sistema brasileiro que não estão sendo observadas, segundo afirmam entidades e representantes do setor ouvidos pela revista eletrônica Consultor Jurídico.

    Juiz federal lança obra sobre dano moral e vícios construtivos

    livro dano moral

    O juiz federal e associado da Ajufe, Antônio Fernando Schenkel do Amaral e Silva, lançou o livro “Dano moral e vícios construtivos nos imóveis do Programa Minha Casa Minha Vida”, pela Editora Alteridade. A obra aborda os danos morais advindos de vícios construtivos, em imóveis habitacionais populares, construídos pelo Governo Federal no PMCMV.

    O autor utilizou do método indutivo para o estudo de caso, sendo dividido em três capítulos, abarcando a temática referente ao programa habitacional e seu contexto social, econômico e jurídico.

     

    Sinopse

    A obra examina o Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) e seu contexto social, econômico e jurídico no âmbito de um condomínio residencial popular, além da judicialização do direito à moradia no Brasil e suas implicações com o acesso à Justiça.

    Uma edificação deve apresentar alguns requisitos básicos e essenciais, entre eles destacam-se: a segurança estrutural, a estanqueidade da água, o conforto térmico e acústico e a durabilidade. As patologias construtivas podem comprometer esses atributos e, por isso, devem ser prontamente evitadas ou corrigidas com as técnicas adequadas.

    Na atual quadra histórica da responsabilidade civil, é entendimento pacífico que as lesões imateriais devem ser reparadas por quem as causou direta ou indiretamente, para fins de compensação da vítima e para servir de desestímulo a comportamentos semelhantes futuros.

    A partir desse quadro, o livro cuida do dano moral decorrente de vícios construtivos em imóveis edificados pelo PMCMV, procurando estabelecer as relações entre o Direito e a Engenharia Civil, de molde a trazer critérios objetivos e técnicos para os processos judiciais e, assim, contribuir para a previsibilidade dos julgamentos do Poder Judiciário e a segurança jurídica.

     

    Link de aquisição da obra: https://www.alteridade.com.br/produto/dano-moral-e-vicios-construtivos-imoveis-minha-casa-minha-vida/

    Emag promove curso sobre direito das pessoas com deficiência

    Emag

    A Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (Emag) realiza, na terça-feira (20/02), o curso “O direito das pessoas com deficiência – no direito internacional, nos EUA e no Brasil”, a partir das 10h. O curso será em modalidade híbrida, ocorrendo presencialmente no auditório da Escola, em São Paulo, e por transmissão via Zoom.

    O programa compreende duas palestras, a primeira da professora de Direito da Syracuse University College of Law, Arlene Kanter, com o tema: O direito das pessoas com deficiência nos EUA e no Direito Internacional. A segunda palestra será da procuradora regional da República, Eugênia Augusta Gonzaga, sobre o direito das pessoas com deficiência no Brasil.

    Será conferido certificado de participação aos previamente inscritos que atingirem a frequência mínima de 75% da carga horária.

     

     

     

     

     



    SERVIÇO

    Curso - O direito das pessoas com deficiência – no direito internacional, nos EUA e no Brasil
    Data: 20 de fevereiro de 2024
    Hora: 10h às 12h
    Local: Auditório da Emag – Avenida Paulista, 1842 – Torre Sul – 1º andar, São Paulo (SP)
    Carga horária: 2h
    Inscrições: https://adm.trf3.jus.br/EMAG/

    Desembargador federal integra obra internacional sobre inteligência artificial

    A Ajufe comunica o lançamento da obra coletiva “Artificial Intelligence - Crime, War, and Justice”, com edição de Nathalie Rébé e publicação pela Ethics Press (Cambridge, UK). O desembargador federal Fausto Martin De Sanctis integra a coletânea com o artigo “Artificial Intelligence as A Way to Improve Complex and Sluggishness Appeals System”.

    O livro conta com artigos de especialistas internacionais que versam sobre o efeito da inteligência artificial na prevenção de crimes, e no desenvolvimento de armas e estratégias militares. A obra ainda mostra como a inteligência artificial pode beneficiar o sistema de aplicação da lei e criar um sistema judicial mais justo e que respeite os direitos humanos, sem vieses.

    Para mais informações ou aquisição do título, acesse: https://bit.ly/3Sjy2Rg

    Dúvidas, sugestões ou mais informações?

    Fale Conosco

    Dúvidas, sugestões ou mais informações? Entre em contato com a Ajufe. Queremos melhorar cada vez mais a qualidade dos serviços prestados.

    Os campos com asterísco (*) são de preenchimento obrigatório.
    4 + 3 = ?

    Ajufe.org.br

    A Ajufe utiliza cookies com funções técnicas específicas.

    Nós armazenamos, temporariamente, dados para melhorar a sua experiência de navegação. Nenhuma informação pessoal é armazenada ou capturada de forma definitiva pela Ajufe. Você pode decidir se deseja permitir os cookies ou não, mas é necessário frisar que ao rejeitá-los, o visitante poderá não conseguir utilizar todas as funcionalidades do Portal Ajufe. Enfatiza-se, ainda, que em nenhum momento cria-se qualquer tipo de identificador individual dos usuários do site. Para demandas relacionadas a Tratamento de Dados pela Ajufe, entre em contato com privacidade@ajufe.org.br.